Mostrando postagens com marcador energia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador energia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de março de 2013

Bioplástico: Substituto para copos plásticos


Assim como os plásticos convencionais, os bioplásticos são feitos de polímeros, e as propriedades e características dos dois (vida útil, resistência a choques e variação de temperatura) também se assemelham. A diferença está na matéria-prima: enquanto o convencional vem do petróleo, o "ecológico" é obtido da natureza, em grande parte na agricultura: da cana-de-açúcar, do milho, da mandioca, da batata e outros.

A maior vantagem do bioplástico é amenizar o aquecimento global provocado pela emissão de gás carbônico. Cada quilo de plástico feito a partir de petróleo libera cerca de 6 quilos de gás carbônico. Com os plásticos verdes acontece o contrário: cada quilo produzido representa a absorção de 2 a 2,5 quilos de gás carbônico devido à fotossíntese dos produtos agrícolas usados na sua composição. Também demandam bem menos energia na sua produção. Além disso, são 100% recicláveis e 70% deles são biodegradáveis e compostáveis - decompõem-se sozinhos, em 180 dias, em média. 

Fonte: Planeta Sustentável

Observação: Esta postagem foi atualizada pois eu havia perdido as imagens do blog.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Fogão à lenha Ecoeficiente

Imagem ilustrativa
O fogão sustentável reduz em até 40% a quantidade de lenha necessária para o seu funcionamento e sua estrutura impede que a fumaça gerada pela queima da madeira invada as casas.


Veja aqui o Manual de Construção Fogão EcoEficiente
.

Veja aqui o Manual do Fogão à Lenha sem Fumaça.

Fonte: Novos Rurais


Observação: Esta postagem foi atualizada pois eu havia perdido as imagens do blog.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Economize energia nesse verão com dicas simples, mas eficazes

energia

No verão, os ventiladores, ar-condicionados e freezers são acionados para ajudar a aliviar o calor comum desta estação. O problema é que a utilização excessiva de todos eles podem ampliar significativamente o aumento de energia.
No intuito de ajudar a economizar e ao mesmo tempo não sofrer com o calor, veja algumas dicas simples listadas pelo Procel, que podem auxiliar na redução.
  • Tome banho frio: aproveite para tomar banhos frios. Além de aliviar o calor, isso reduz o gasto comum de um chuveiro elétrico.
  • Desligue o ar-condicionado quando possível: uma boa hora é meia hora antes do fim do expediente e na hora do almoço. E quando ele estiver ligado, evite deixar portas abertas e a penetração do sol no ambiente, fechando cortinas e persianas.
  • Abra as janelas: aproveite a iluminação e ventilação natural.
  • Evite abrir a geladeira toda hora: retire de uma só vez tudo o que precisa. Além disso, ela não deve ficar próxima de lugares quentes, como fogão ou janelas que batem sol.
  • Nunca deixe seu aparelho "dormir" carregando: dê a carga necessária e retire-o da tomada. Para câmeras digitais que não usam pilhas, aplica-se a mesma regra do celular. Só carregue o tempo necessário especificado no manual.
  • Quando não estiver usando, mantenha o computador desligado: dê preferência aos notebooks que consomem menos energia. Não deixe os acessórios do computador (impressora, scanners, etc.) ligados sem necessidade.
  • Opte por equipamentos mais eficientes:  escolha aparelhos com classificação "A" no Programa Brasileiro de Etiquetagem do Inmetro, quando for o caso, ou identificados com o Selo Procel, da Eletrobrás.
  • Se possível, não use aparelhos elétricos durante o horário de pico: evite o horário de maior consumo de energia, entre 18h e 21h.
Fonte: Eco4planet

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Carnaval e consumo consciente combinam! Quer ver?

O Carnaval está chegando! Para os foliões, diversão garantida nos blocos de rua, desfiles e bailes. Para quem gosta de sossego, um feriadão para descansar ou passear. Mas será que é possível aproveitar a festa e contribuir para um mundo mais sustentável ao mesmo tempo? Conheça dez dicas de consumo consciente, que valem para os foliões de carteirinha e para quem vai curtir outra programação nesse período. São dicas simples e práticas para festejar a data sem culpa. Confira!
1. Mais luxo que lixo
O aumento do turismo e o consumo de bebida e comida no Carnaval geram mais lixo que o normal. O aumento do lixo gera impactos na coleta (que fica sobrecarregada) e no armazenamento nos aterros. Mas o consumidor consciente sabe que um Carnaval bom mesmo tem menos desperdício de comida e de bebida, e tem uso de embalagens retornáveis... Enfim, tem mais luxo que lixo!

2. E viva o lixo no lixo!
Os blocos e desfiles aumentam a concentração de pessoas nas ruas das cidades. Já imaginou o que acontece quando elas jogam seus papéis, copos, embalagens e tudo o mais na própria rua? O lixo acumulado entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Nas praias, o lixo se espalha pela orla, vai parar no fundo do mar e, além de contaminar a água e consequentemente fauna e flora que nela vivem, seu recolhimento é muito trabalhoso. O consumidor consciente pode evitar estes impactos se levar consigo um saquinho para guardar as sobras do que consumiu até encontrar uma lata de lixo.

3. Re-fantasie-se
As fantasias de Carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Para chegar até o consumidor, uma fantasia utiliza matérias primas, água e energia em sua produção, distribuição e transporte. Que tal reutilizá-las, trocá-las com amigos ou reformá-las? Utilizando a mesma fantasia mais de uma vez, o consumidor consciente dilui ao longo do tempo os impactos negativos ocorridos na produção dos materiais que compõem a fantasia. Além disso, evita que ela seja jogada fora e, assim, aumente a quantidade de lixo produzido desnecessariamente.

4. Excesso? Só de alegria
A combinação entre calor, comida comprada na rua, álcool e multidão pode ser indigesta. Também o consumo excessivo de bebidas é responsável pela maioria dos acidentes de automóvel e pelo início de diversas brigas de rua. O limite é definido por cada um. O consumidor consciente aproveita a festa protegendo a sua saúde e a de todos.

5. Pé e consciência na estrada
O turismo aumenta muito nos feriados prolongados. As viagens de carro são bastante comuns e ampliam o tráfego nas estradas, o risco de acidentes e a emissão de poluentes. Mas o consumidor consciente pode se organizar para viajar com o maior número possível de pessoas no carro, diluindo os impactos da viagem. Pode também planejar sua viagem de modo a ter o motor regulado, reduzindo em até 5% o consumo de combustível e emitindo menos gases de efeito estufa. Além disso, pode programar a saída de casa em horários de menos trânsito, reduzindo desta forma o tempo em marcha lenta e emissão maior de carbono. O turismo também pode ter impactos positivos: respeitando os costumes dos lugares visitados e prestigiando a cultura e economia locais, o consumidor consciente contribui para o desenvolvimento da região visitada.

6. Pirataria só na fantasia
Quando o consumidor consciente compra artefatos de festa, CDs e DVDs, ele pode exigir dos fornecedores nota fiscal, evitando a sonegação de impostos e o estímulo à produção ilegal, que alimenta o crime organizado.

7. Desplugue-se
Antes de viajar ou sair de casa por períodos prolongados para se distrair, o consumidor consciente pode tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como televisão, DVD, micro-ondas, computador e carregador de bateria, a fim de economizar energia. O modo “stand by” – acionado quando o aparelho está desligado, mas conectado à rede elétrica pela tomada – faz com que o aparelho continue consumindo energia, podendo chegar a até 25% do que consumiria se o equipamento estivesse ligado.

8. Mergulhe na folia, mas deixe a água de fora
O Carnaval é uma época em que as cidades turísticas enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do consumo adicional das pessoas que elas recebem. O consumidor consciente pode evitar tais problemas redobrando os cuidados com a água: brincando sem gerar desperdícios, tomando banhos mais curtos e aproveitando o calor para desligar o chuveiro caso demore ao se ensaboar ou para aplicar cremes nos cabelos.

9. Eu quero sossego
Aqueles que moram em cidades que não são destino de foliões e que não vão viajar podem aproveitar a tranquilidade e o tempo livre em atividades que valorizam o maior convívio com os amigos e com a família. Caminhadas, piqueniques, visitas a parques, museus e centros culturais são algumas sugestões que estimulam o bem-estar e podem ter menos impactos negativos no bolso e no meio ambiente!

10. O bloco do consumo consciente
O consumidor consciente também pode divulgar estas dicas para os amigos e familiares, convidando-os a fazerem parte de um movimento por um Carnaval mais sustentável. Espalhar os princípios que o Akatu apresenta aqui é como puxar um trio elétrico, atrás do qual só não vai quem ainda não entendeu que consumo consciente é o jeito mais fácil e acessível a cada um para fazer do mundo um lugar melhor para todos!

Fonte: Akatu

terça-feira, 15 de maio de 2012

5 dicas para ter um quarto sustentável

A sustentabilidade precisa ser incorporada em todos os aspectos da vida, não só na questão ambiental. Algumas mudanças de hábito podem começar na própria casa. Com algumas substituições é possível viver em um ambiente muito mais sustentável. Conheça cinco ideias para tornar seu quarto mais sustentável e reduzir os níveis de poluentes do ambiente.
1 - Use tintas sem COV na parede:
A maior parte das tintas disponíveis no mercado possui compostos orgânicos voláteis (COV), que possuem substâncias cancerígenas e ainda poluem o ar. A dica é substituí-las por tintas sustentáveis. Conheça algumas tintas alternativas:
Tinta de caseína, que é uma a mistura da caseína (uma proteína do leite) com pigmentos. Esta tinta pode inclusive ser feita em casa.
Tintas de cal: Feitas com cal e pigmentos naturais.
Tintas naturais ou orgânicas: Estas são desenvolvidas com extratos vegetais e minerais misturados com óleos e resinas naturais. Também podem ser feitas em casa com frutas ou verduras.
Tinta de terra: Estas proporcionam maior controle da umidade relativa no ar, pois uma vez que possuem terra na composição elas deixam a parede respirar. Além disso, não desbotam e podem ser utilizadas em paredes internas e externas.
Tintas minerais: Por serem feitas de materiais minerais, elas não contêm substâncias tóxicas e deve ser diluída em água antes do uso.
Os pontos desfavoráveis das tintas sustentáveis é que, por não terem conservantes ou produtos químicos para secagem, elas têm data de validade menor e precisam de mais tempo para secar.
2 - Prefira tapetes sustentáveis
Uma alternativa é usar tapetes de bambu, que são feitos com fibras extraídas de uma pasta celulósica da própria planta. Este modelo é considerado ecológico, pois não agride o meio-ambiente quando a planta é cortada, pois em pouco tempo já pode receber um novo broto. Além disso, pode produzir até 20% a mais de oxigênio do gás carbônico que recebe.
Além do bambu, há outros tipos de tapetes feitos com materiais eco eficientes e reciclados. Alguns com materiais vindos diretamente da natureza, como as fibras de aloe e cacto. No mercado já é possível encontrar também tapetes artesanais confeccionados com fio de garrafas plásticas do tipo PET.
3 - Reutilize móveis antigos
Ao invés de comprar novos objetos para decorar o quarto, busque aproveitar os móveis usados restaurando-os ou simplesmente passando uma tinta. Aproveite até as peças antigas, que podem ser herdadas de outros parentes. Sabendo fazer uma decoração harmônica com os objetos do quarto, o móvel retrô pode conferir um ambiente personalizado.
Se esta alternativa não foi possível, compre móveis feitos a partir de materiais reciclados, que podem ser comprados em lojas especializadas. Na hora da faxina, lembre-se que velhas gavetas e armários podem ser reutilizados em outras áreas da casa, como recipiente para guardar ferramentas de jardinagem, por exemplo.
4 - Economize energia
Aproveite o máximo de luz natural possível. Coloque janelas grandes e preocupe-se também com a moldura aplicada em cada uma delas. Escolha de acordo com a necessidade do ambiente. Por exemplo, embora o alumínio não seja o melhor material para o gerenciamento de calor, ele é prático para climas chuvosos e úmidos.
Desta forma, não será preciso acender a luz artificial durante o dia. Já à noite, opte por lâmpadas LED ou fluorescentes compactas, ambas consomem menos energia do que as convencionais.
5 - Opte por acessórios práticos
Use vasos de plantas no quarto ou em uma varada próxima para purificar o ar e ainda decorar o espaço. Se gostar de cortinas, prefira as mais leves que permitem que a luz solar se infiltre no local, impedindo mofo e bolor. Alternativas: cortinas costuradas a partir de algodão orgânico, seda, cânhamo ou bambu.
Pegue caixas que nao são mais usadas em casa, decore-as e use como recipiente para armazenar seus objetos e manter o quarto arrumado.
No quarto devem ficar apenas os eletrônicos necessários. Não desperdice energia deixando aparelhos eletrônicos plugados na tomada a noite inteira.
Com informações do Green Diary
Fonte: Ciclovivo

quinta-feira, 29 de março de 2012

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Saiba como neutralizar o carbono do seu evento


Evento Neutro é um programa voluntário de responsabilidade socioambiental para organizações e pessoas conscientes sobre o problema das mudanças climáticas, cujos objetivos principais são: viabilizar economicamente projetos de desenvolvimento sustentável que não existiriam sem os incentivos do mercado de carbono; educar, conscientizar e sensibilizar o público envolvido sobre causas e consequências das mudanças climáticas; melhorar a imagem da empresa.
Baseado no Protocolo de Kyoto, a neutralização de carbono é uma ação prática e legítima de responsabilidade socioambiental.
Saiba como neutralizar o carbono do seu evento aqui.


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Consumidor aceita pagar mais por produtos feitos com energia limpa

Em pesquisa realizada com 31 mil pessoas espalhadas por todo o mundo, mais da metade dos participantes respondeu que aceita pagar mais por produtos feitos a partir de energia limpa. A conclusão é de uma amostragem encomendada pela dinamarquesa Vestas e realizada durante o mês de maio deste ano.

Em outros questionamentos, 90% das pessoas disseram querer mais produtos que utilizam fontes renováveis, e 79% afirmaram que têm um olhar mais positivo para marcas que produzem usando energia eólica.

“O cidadão e o consumidor estão vindo junto como uma nova parte interessada e engajada no desenvolvimento e em poder influenciar a sociedade nos hábitos de consumo”, afirmou o vice-presidente de marketing da Vestas, Morton Albaek. A empresa atua globalmente na fabricação, instalação, operação e manutenção de turbinas eólicas. 

Fonte: Eco4planet

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Custos são imediatos, economias são duradouras

É interessante notar como, geralmente, as organizações entendem que a atenção ao meio ambiente e à sociedade gera apenas custos, que, afinal, não colaboram para seu produto final ou para a linha azul no final do balanço.
Na prática o que se nota é uma relação diametralmente oposta. Vamos lembrar de alguns exemplos simples:
  • fomentar o uso de papel reciclado, frente e verso, com margens menores, em impressão “econômica”, reaproveitando as folhas que não precisarem ser arquivadas como papel de rascunho;
  • incentivar o uso do computador para anotações e arquivamento de documentos digitalizados, sem a necessidade de impressão;
  • trocar os copos plásticos descartáveis por canecas duráveis;
  • substituir as descargas comuns por descargas de 2 níveis;
  • instalar torneiras com sensor de movimento;
  • utilizar sensores também para luzes de ambientes de passagem e sem pessoal fixo como corredores e depósitos;
Note que são todas práticas fáceis e que geram custos no primeiro momento. O que é preciso perceber, entretanto, é quantas vezes maior será a economia em médio e longo prazo.
Se pensarmos em elementos maiores, ainda dentro da área de preservação ambiental, podemos imaginar o uso de matérias primas menos poluentes em seu processo de extração/transformação/uso/reciclagem. A mudança poderá exigir pesquisa e até o redesenho da linha de montagem, mas pode resultar em uso de materiais mais baratos, leves e duráveis.
A instalação de tratamento e reaproveitamento de água e resíduos em indústrias, que igualmente provocam investimento inicial, se pagam ao longo do tempo. Painéis solares, turbinas eólicas e outras formas de geração de energia, também gerarão redução de custos no longo prazo. Iluminação incandescente ou por LEDs, idem.

A mesma regra é válida para as ações sociais: oferecer cursos de formação, contratar moradores locais, incentivar a mistura de etnias e credos nos grupos de trabalho, são algumas ações em princípio custosas, mas que gerarão funcionários mais bem treinados e especializados, com maior ânimo, gerando ideias diferentes e criativas.

Ganhos na imagem

Se os custos de ações sócio-ambientalmente responsáveis já costumam se pagar em médio ou longo prazo pelos resultados diretos, é incalculável o reflexo que elas podem gerar na imagem da empresa frente aos clientes, acionistas, fornecedores, instituições governamentais e sociedade em geral.
Seja na hora de realizar uma venda, lançar papéis no mercado, atrelar o nome aos demais componentes da cadeia produtiva, solicitar subsídios ou empréstimos, todos, em menor ou maior escala, estão de olho no que aquela marca representa, positiva ou negativamente. Veicular as ações de sustentabilidade como vantagem de uma empresa é positivo.
Se, por exemplo, duas companhias fabricam refrigerantes, mas uma delas tem logística reversa para reciclagem das garrafas, que mal há em divulgar a ação ambientalmente correta? A empresa pode ter iniciado a campanha com o único propósito de economizar com matéria prima, mas se o reflexo é positivo para a Natureza ou para a sociedade, ótimo, todos ganham.
É certo que há empresas com uma ação positiva muito bem divulgada para cada 30 negativas bastante escondidas, por isso cabe aos órgãos governamentais regulamentarem, às ONGs apontarem, à sociedade denunciar.

Fonte: Eco4planet

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Calculadora de CO2

A maioria das atividades desenvolvidas pelo homem gera a emissão de gases do efeito estufa (GEE), desde acender uma lâmpada até viajar de avião. 

Com a calculadora de CO2, é possível saber quanto você emite de GEE e quantas árvores você deve plantar para neutralizar a emissão.

Para calcular, acesse:






Lembre-se: você não precisa ter um quintal grande ou uma propriedade rural para fazer o plantio de compensação. Informe-se na Prefeitura de sua cidade sobre áreas onde você pode fazer o plantio. Existem muitos locais que precisam ser reflorestados e de quebra você neutraliza suas emissões. Pode até ganhar as mudas!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Casa eficiente - Consumo consciente

Casa Eficiente é um jogo virtual da ong WWF que tem como desafio encontrar maneiras de economizar energia e diminuir os impactos no meio ambiente. Quanto mais você economizar energia, mais pontos você ganha! Além disso, enquanto joga, aparecem dicas de como utilizar os eletrodomésticos diminuindo o consumo de energia.


Acesse o jogo aqui!


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Pegada Ecológica

Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente? É isso mesmo, nossa caminhada pela Terra deixa “rastros”, “pegadas”, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. De certa forma, essas pegadas dizem muito sobre quem somos!

Ao andarmos na praia, por exemplo, podemos criar diferentes tipos de rastros, conforme a maneira como caminhamos, o peso que temos, ou a força com que pisamos na areia. Se não prestamos atenção no caminho, ou aceleramos demais o passo, nossas pegadas se tornam bem mais pesadas e visíveis. Porém, quando andamos num ritmo tranqüilo e estamos mais atentos ao ato de caminhar, nossas pegadas são suaves.

Assim é também a “Pegada Ecológica”. Quanto mais se acelera nossa exploração do meio ambiente, maior se torna a marca que deixamos na Terra. O uso excessivo de recursos naturais, o consumismo exagerado, a degradação ambiental e a grande quantidade de resíduos gerados são rastros deixados por uma humanidade que ainda se vê fora e distante da Natureza.

A Pegada Ecológica não é uma medida exata e sim uma estimativa. Ela nos mostra até que ponto a nossa forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta de oferecer, renovar seus recursos naturais e absorver os resíduos que geramos por muitos e muitos anos.

Calcule sua Pegada Ecológica AQUI.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Manual de Etiqueta Sustentável

Você sabia que existe um manual ecológico de etiqueta? Não??? Pois é, o Manual de Etiqueta Sustentável foi lançado pelo Planeta Sustentável em 2007. Dois anos depois, a segunda edição da cartilha impressa ganhou 87 ideias, uma versão online em forma de teste e traduções em inglês e espanhol. Agora, o Manual de Etiqueta vira aplicativo para iPhone e lança nova cartilha com mais 65 dicas, também disponíveis para download. 

Eu tenho um exemplar da primeira tiragem impressa feita em 2007, mas já baixei a nova versão com mais dicas!

Aproveite você também, faça o download para iPhone ou para impressão aqui e o teste aqui.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Pellets, uma nova forma de energia limpa

A Ecopell tem como objetivo transformar o bagaço de cana, hoje um passivo ambiental, em uma fonte concentrada e sustentável de energia, o pellets.
Pellets de biomassa é a mais nova e importante forma de energia limpa consumida pelos grandes mercados como Estados Unidos e Europa. Possui diversas aplicações como, por exemplo, fornos de padarias, fornos cerâmicos, aquecimento de estufas, estufas de flores, aquecimento de moradias e prédios.


O Pellet é um combustível granulado que pode ser feito de diversos tipos de biomassa como cascas e podas de árvores, serragem, resíduos de construção civil, restos de madeira (cavaco) e de Bagaço de Cana. Depois de recolhidos, triturados e secos, esses materiais se transformam em pó que é comprimido para obter o pellets. O resultado é um composto 100% natural, de elevado poder calorífico.
A queima de Pellets não produz fumaça, ao contrário de outros combustíveis. Além das vantagens de eficiência no consumo inerentes ao seu próprio processo de fabricação, têm garantida estabilidade nos preços por serem uma fonte renovável, ao contrário do que acontece com os combustíveis fósseis.
Os resíduos lignocelulósicos utilizados para fabricação dos pellets são um recurso abundante no Brasil que, se for devidamente explorado, vai permitir reduzir substancialmente a dependência energética que atualmente temos em relação ao petróleo, resultando em imensos benefícios para a economia, e conseqüentemente, nos seus preços de comercialização.
Regra geral, 1,5Kg de pellets de Bagaço de Cana substituem cerca de 1 litro de óleo combustível. Ou também podemos dizer que uma tonelada de pellets de Bagaço de Cana evita o corte de 07 arvores com 07 a 08 anos de idade.
A alta densidade dos pellets permite um local de armazenamento compacto e um transporte mais econômico. São facilmente descarregados e movimentados, usando sistemas existentes, tais como transportador de rosca ou equipamento de sucção. Esta alta densidade permite ainda a melhoria de propriedades de combustão.
A produção de pellets, com os seus processos de prensagem e secagem, correspondem a menos de 4% do teor de energia do produto final. Por esta razão, os pellets são significativamente melhores do que as fontes de energia fóssil, para as quais 10-12% da sua energia é necessária, para tratamento e purificação.


Ecopell Biomassa
Rodovia Itaju-Bariri Km 1
Itaju-SP
(14)3667-1242
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...