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segunda-feira, 23 de março de 2015
terça-feira, 30 de abril de 2013
Limpeza Ecológica
Aprenda a usar produtos como limão e vinagre na limpeza doméstica
Para deixar a cozinha brilhando e as janelas um “brinco”, nem
sempre é preciso apelar para os limpadores químicos milagrosos que estão
na dispensa da maioria das casas brasileiras. Com soluções simples
(e que usam produtos fáceis, que fazem parte do dia-a-dia), é possível
limpar fogão, piso, panelas, banheiro e até grelha de churrasco.
A troca de produtos que estão nas prateleiras de limpeza dos
supermercados por outros “caseiros”, menos agressivos ao meio ambiente,
ajuda também a economizar dinheiro nas compras domésticas. Conheça
algumas soluções e veja como é fácil colocá-las em prática. Conhece mais
alguma? Compartilhe com a gente!
Limão, o removedor
Adotar a fruta como material de limpeza evita o uso de produtos com
cloro e solvente. Como o limão é ácido, é fácil remover sujeira e
manchas. Para tirar gorduras de louças, dilua a fruta em água e coloque a
mistura no que está sujo. Para tirar ferrugem de objetos como grelhas,
esfregue suco de limão com palha de aço. No caso de bocas de fogão,
junte uma colher de sopa de sal ou bicarbonato de sódio ao extrato de
uma unidade da fruta.
Vinagre, o potente
O vinagre branco é considerado o “campeão” entre os limpadores
naturais, em função da capacidade de combater mofo, gordura e odores
fortes. Pode substituir detergentes, amaciantes e outros limpadores – e
com ele, você deixa de usar químicos como cloro, amoníaco e soda
cáustica.
Uma esponja com vinagre branco é ótima alternativa para limpar o box
do banheiro. Depois de limpar, passe um pano macio por cima. É bom
também para eliminar cheiro de mofo do armário: esvazie-o e deixe uma
bacia com o produto dentro do móvel durante uma noite inteira. Também
serve para eliminar odores de fezes e urina de animais de estimação.
Fritou um bife e sujou todo o fogão? Coloque um pouco de vinagre e
deixe agir por alguns minutos antes de começar a limpar. O produto
também é bom para limpar azulejos, vaso sanitário, janelas e espelhos.
Óleo, o brilhante
Óleos vegetais (como oliva, girassol e linhaça) são ótimos para
substituir os lustra-móveis. Para limpar janelas, por exemplo, misture
óleo e álcool em partes iguais. Em móveis de madeira, a mistura deve ser
com suco de limão (duas xícaras de óleo e suco de um limão).
Outras dicas:
- Na hora de usar um produto químico, leia o rótulo e veja qual
a quantidade necessária para fazer a limpeza. Assim, você evita
desperdiçar o produto.
- Dê tempo para o produto agir. Deixar de molho, nem que seja por
pouco tempo, normalmente é mais eficiente do que lavar e esfregar muito.
Fonte: Blog Ideias Verdes
quinta-feira, 21 de março de 2013
Você sabia que 2013 é o Ano Internacional para a Cooperação pela Água?
Em dezembro de 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas indicou 2013 como o Ano Internacional para a Cooperação pela Água.
Será que isso tem a ver também com cada indivíduo?
Para atingir o bem-estar de toda a sociedade é necessário que se construa um caminho que valorize a cooperação mais do que a competição nos itens relacionados à sustentabilidade. A razão básica para isso é o fato do movimento de sustentabilidade ser recente e o problema da insustentabilidade ter uma enorme urgência. Em algo novo para a sociedade, que deve mudar significativamente a forma de fazer as coisas, como é o caso da sustentabilidade, quanto mais se puder cooperar mais rapidamente serão identificadas e disseminadas soluções que ajudarão a caminhar na direção desejada.
Enquanto no cenário político internacional o termo cooperação pela água está relacionado à gestão do recurso dentro de uma cultura de paz, para o indivíduo significa reconhecer o impacto que seus atos de consumo podem ter sobre a sociedade e o planeta e rever seus hábitos levando em consideração o bem-estar coletivo. É também tomar consciência de que pequenas mudanças em hábitos de consumo (ainda que promovidas por um pequeno grupo de pessoas), quando consolidadas e mantidas por um longo período de tempo, causam muito impacto. Ou seja: cooperar, para o indivíduo, é investir nessas pequenas mudanças, apostar na transformação que elas podem causar quando somadas às de outras pessoas, e mobilizar os amigos e familiares a adotar as mesmas mudanças em seus hábitos de consumo.
E cada indivíduo contribui quando:
• Economiza água nas atividades domésticas;
• Opta por produtos que usam menos água em toda cadeia produtiva;
• Incentiva a indústria e, sobretudo, a agropecuária a inovar para a redução do uso de água, para o desperdício zero e para a não poluição;
• Demanda de governos e empresas fornecedoras de água que reduzam as chamadas perdas na rede;
• Incentiva amigos e familiares a também contribuir na mesma direção.
Para atingir o bem-estar de toda a sociedade é necessário que se construa um caminho que valorize a cooperação mais do que a competição nos itens relacionados à sustentabilidade. A razão básica para isso é o fato do movimento de sustentabilidade ser recente e o problema da insustentabilidade ter uma enorme urgência. Em algo novo para a sociedade, que deve mudar significativamente a forma de fazer as coisas, como é o caso da sustentabilidade, quanto mais se puder cooperar mais rapidamente serão identificadas e disseminadas soluções que ajudarão a caminhar na direção desejada.
Enquanto no cenário político internacional o termo cooperação pela água está relacionado à gestão do recurso dentro de uma cultura de paz, para o indivíduo significa reconhecer o impacto que seus atos de consumo podem ter sobre a sociedade e o planeta e rever seus hábitos levando em consideração o bem-estar coletivo. É também tomar consciência de que pequenas mudanças em hábitos de consumo (ainda que promovidas por um pequeno grupo de pessoas), quando consolidadas e mantidas por um longo período de tempo, causam muito impacto. Ou seja: cooperar, para o indivíduo, é investir nessas pequenas mudanças, apostar na transformação que elas podem causar quando somadas às de outras pessoas, e mobilizar os amigos e familiares a adotar as mesmas mudanças em seus hábitos de consumo.
E cada indivíduo contribui quando:
• Economiza água nas atividades domésticas;
• Opta por produtos que usam menos água em toda cadeia produtiva;
• Incentiva a indústria e, sobretudo, a agropecuária a inovar para a redução do uso de água, para o desperdício zero e para a não poluição;
• Demanda de governos e empresas fornecedoras de água que reduzam as chamadas perdas na rede;
• Incentiva amigos e familiares a também contribuir na mesma direção.
Fonte: Akatu
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Material de construção ecológico economiza água e reduz entulho
| O produto sustentável é mais eficiente do que a argamassa convencional e pode ser vendido pela metade do preço da opção comum. | Foto: Divulgação |
Um material de construção criado no Brasil promete minimizar os
impactos gerados pela construção civil no mundo inteiro. A alternativa é
equivalente à argamassa e reduz a produção de entulho, o uso de água,
cal e areia para levantar paredes.
Trata-se de uma cola utilizada para fixar os tijolos e sua aplicação é mais sustentável do que a argamassa, já que o produto não gera resíduos, mantém as obras limpas e combate o desperdício de muitos recursos que se transformariam em entulhos.
Indicado para vedar paredes erguidas com vários materiais – como concreto, tijolo convencional, cerâmica e tijolo ecológico, o produto é um fluido que também promete reduzir os esforços físicos dos operários e aposentar as betoneiras.
A criação ganhou o “Prêmio Inovação e Sustentabilidade”, realizado pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). De acordo com uma pesquisa elaborada nos EUA, até 50% dos recursos naturais do planeta são consumidos pela construção civil, uma das atividades de desenvolvimento mais predatórias do mundo.
Segundo os criadores, o produto sustentável é mais eficiente do que a argamassa convencional e pode ser vendido pela metade do preço da opção comum. Como a aplicação também demanda menos esforços dos trabalhadores, a obra pode ficar pronta até três vezes mais rápido do que se estivesse sendo usada a argamassa.
No site do fabricante, estão detalhadas mais informações sobre o produto.
Fonte: CicloVivo
Trata-se de uma cola utilizada para fixar os tijolos e sua aplicação é mais sustentável do que a argamassa, já que o produto não gera resíduos, mantém as obras limpas e combate o desperdício de muitos recursos que se transformariam em entulhos.
Indicado para vedar paredes erguidas com vários materiais – como concreto, tijolo convencional, cerâmica e tijolo ecológico, o produto é um fluido que também promete reduzir os esforços físicos dos operários e aposentar as betoneiras.
A criação ganhou o “Prêmio Inovação e Sustentabilidade”, realizado pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). De acordo com uma pesquisa elaborada nos EUA, até 50% dos recursos naturais do planeta são consumidos pela construção civil, uma das atividades de desenvolvimento mais predatórias do mundo.
Segundo os criadores, o produto sustentável é mais eficiente do que a argamassa convencional e pode ser vendido pela metade do preço da opção comum. Como a aplicação também demanda menos esforços dos trabalhadores, a obra pode ficar pronta até três vezes mais rápido do que se estivesse sendo usada a argamassa.
No site do fabricante, estão detalhadas mais informações sobre o produto.
Fonte: CicloVivo
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Carnaval e consumo consciente combinam! Quer ver?
1. Mais luxo que lixo
O aumento do turismo e o consumo de bebida e comida no Carnaval geram mais lixo que o normal. O aumento do lixo gera impactos na coleta (que fica sobrecarregada) e no armazenamento nos aterros. Mas o consumidor consciente sabe que um Carnaval bom mesmo tem menos desperdício de comida e de bebida, e tem uso de embalagens retornáveis... Enfim, tem mais luxo que lixo!
2. E viva o lixo no lixo!
Os blocos e desfiles aumentam a concentração de pessoas nas ruas das cidades. Já imaginou o que acontece quando elas jogam seus papéis, copos, embalagens e tudo o mais na própria rua? O lixo acumulado entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Nas praias, o lixo se espalha pela orla, vai parar no fundo do mar e, além de contaminar a água e consequentemente fauna e flora que nela vivem, seu recolhimento é muito trabalhoso. O consumidor consciente pode evitar estes impactos se levar consigo um saquinho para guardar as sobras do que consumiu até encontrar uma lata de lixo.
3. Re-fantasie-se
As fantasias de Carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Para chegar até o consumidor, uma fantasia utiliza matérias primas, água e energia em sua produção, distribuição e transporte. Que tal reutilizá-las, trocá-las com amigos ou reformá-las? Utilizando a mesma fantasia mais de uma vez, o consumidor consciente dilui ao longo do tempo os impactos negativos ocorridos na produção dos materiais que compõem a fantasia. Além disso, evita que ela seja jogada fora e, assim, aumente a quantidade de lixo produzido desnecessariamente.
4. Excesso? Só de alegria
A combinação entre calor, comida comprada na rua, álcool e multidão pode ser indigesta. Também o consumo excessivo de bebidas é responsável pela maioria dos acidentes de automóvel e pelo início de diversas brigas de rua. O limite é definido por cada um. O consumidor consciente aproveita a festa protegendo a sua saúde e a de todos.
5. Pé e consciência na estrada
O turismo aumenta muito nos feriados prolongados. As viagens de carro são bastante comuns e ampliam o tráfego nas estradas, o risco de acidentes e a emissão de poluentes. Mas o consumidor consciente pode se organizar para viajar com o maior número possível de pessoas no carro, diluindo os impactos da viagem. Pode também planejar sua viagem de modo a ter o motor regulado, reduzindo em até 5% o consumo de combustível e emitindo menos gases de efeito estufa. Além disso, pode programar a saída de casa em horários de menos trânsito, reduzindo desta forma o tempo em marcha lenta e emissão maior de carbono. O turismo também pode ter impactos positivos: respeitando os costumes dos lugares visitados e prestigiando a cultura e economia locais, o consumidor consciente contribui para o desenvolvimento da região visitada.
6. Pirataria só na fantasia
Quando o consumidor consciente compra artefatos de festa, CDs e DVDs, ele pode exigir dos fornecedores nota fiscal, evitando a sonegação de impostos e o estímulo à produção ilegal, que alimenta o crime organizado.
7. Desplugue-se
Antes de viajar ou sair de casa por períodos prolongados para se distrair, o consumidor consciente pode tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como televisão, DVD, micro-ondas, computador e carregador de bateria, a fim de economizar energia. O modo “stand by” – acionado quando o aparelho está desligado, mas conectado à rede elétrica pela tomada – faz com que o aparelho continue consumindo energia, podendo chegar a até 25% do que consumiria se o equipamento estivesse ligado.
8. Mergulhe na folia, mas deixe a água de fora
O Carnaval é uma época em que as cidades turísticas enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do consumo adicional das pessoas que elas recebem. O consumidor consciente pode evitar tais problemas redobrando os cuidados com a água: brincando sem gerar desperdícios, tomando banhos mais curtos e aproveitando o calor para desligar o chuveiro caso demore ao se ensaboar ou para aplicar cremes nos cabelos.
9. Eu quero sossego
Aqueles que moram em cidades que não são destino de foliões e que não vão viajar podem aproveitar a tranquilidade e o tempo livre em atividades que valorizam o maior convívio com os amigos e com a família. Caminhadas, piqueniques, visitas a parques, museus e centros culturais são algumas sugestões que estimulam o bem-estar e podem ter menos impactos negativos no bolso e no meio ambiente!
10. O bloco do consumo consciente
O consumidor consciente também pode divulgar estas dicas para os amigos e familiares, convidando-os a fazerem parte de um movimento por um Carnaval mais sustentável. Espalhar os princípios que o Akatu apresenta aqui é como puxar um trio elétrico, atrás do qual só não vai quem ainda não entendeu que consumo consciente é o jeito mais fácil e acessível a cada um para fazer do mundo um lugar melhor para todos!
Fonte: Akatu
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
6 passos para uma casa sustentável
Ter um estilo de vida que respeita o meio ambiente é fácil. Veja dicas simples para tornar o seu lar mais "verde".
De uns tempos para cá, a sustentabilidade
virou assunto constante nos meios de comunicação e até mesmo no
comércio. Mas, longe de ser mais um modismo, o movimento – que concilia
crescimento econômico, preservação do meio ambiente e melhoria das
condições sociais – veio para ficar.
Veja abaixo seis passos para tornar sua
casa "verde". Você vai perceber que, no final, não só ganham o planeta e
a sociedade, mas você também!
1. Atitudes ecológicas - Hábitos simples, como manter a luz apagada nos ambientes vazios, tomar banhos rápidos e reciclar o lixo, são passos que fazem toda a diferença. Uma casa sustentável é uma casa eficiente, que racionaliza e induz ao uso adequado de energia e água.
2. Telhado branco - A ONG Green Building Council lançou campanha mundial para que os telhados sejam pintados de branco. Estudos demonstraram que as cores escuras refletem apenas 20% da luz solar. Com isso, as superfícies esquentam muito, contribuindo para a formação de ilhas de calor. Participe dessa campanha e use tintas ecológicas, à base água, que costumam ter, entre outras propriedades, baixa emissão de compostos voláteis, substâncias que prejudicam a qualidade do ar.
3. Jardim sustentável - É importante privilegiar o uso
de plantas regionais. Elas atraem pássaros e até mesmo pequenos animais
que estão ficando sem habitat. Um exemplo disso são os severos ataques
de lagartas que as plantas sofrem atualmente. Isso poderia ser evitado
se houvesse predadores naturais. Sugere-se plantar árvores frutíferas até mesmo em vasos.
4. Pé na grama
- Devemos evitar a pavimentação de todo o
jardim. A água deve conseguir infiltrar-se no solo e voltar para os
lençóis freáticos. Por falar em água, a irrigação automatizada, quem
diria, é a melhor maneira de economizar este recurso natural para
grandes extensões verdes. Os custos envolvidos serão compensados, ainda
mais quando pensamos no preço dos recursos naturais no futuro.
5. Reuso e criatividade - A limitação de
recursos faz a criatividade e o respeito serem os grandes aliados da
sustentabilidade. Antes de comprar, o morador deve fazer uma análise de
tudo o que existe na casa e de tudo o que pode ser consertado ou
transformado. Hoje há uma gama de acessórios e materiais que permitem o
restauro, ou até mudanças de aspecto e funções nos móveis e objetos de
uma casa.
6. Consumo consciente - É importante observar os rótulos dos produtos antes de
comprar. Produtos sustentáveis são sempre marcados com "selos
ecológicos". Prefira os biodegradáveis, que são decompostos pelo próprio
meio ambiente, e evite os altamente tóxicos. Confira também a
responsabilidade do fabricante em relação a seus empregados e região
onde está estabelecido.
Fonte: Leroy Merlin
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Pegada Hídrica
Criado em 2002, o conceito de pegada hídrica serve como
um indicador da quantidade de água gasta na fabricação de produtos e
consumida pelas pessoas não apenas de forma direta (quando abrimos uma
torneira), mas também indireta (quando compramos uma roupa ou tomamos um
café).
Foto: Planeta Sustentável
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