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segunda-feira, 23 de março de 2015

Lenços umedecidos caseiros



Quem é mãe e lê rótulos sabe que os lenços umedecidos que encontram-se à venda contém um monte de substâncias químicas e que a maioria tem insumos de origem animal como glicerina e lanolina.


Esta receita destina-se principalmente aos vegans e a todas as pessoas que se preocupam com o excesso de lixo que produzimos. Quem não tem bebê em casa, pode usar os lencinhos para tirar a maquiagem.



Você vai precisar de:




1 rolo de papel toalha

1 colher de sopa de shampoo para bebês
1 colher de sopa de óleo vegetal puro (azeite, óleo de amêndoas, óleo de damasco)
1 colher de sopa de óleo de coco (usar 2 colheres de sopa de óleo de coco se não quiser colocar outro óleo vegetal)
1 copo americano de água
1 faca de serra bem afiada
1 recipiente com tampa
1 vasilha
1 colher

Como fazer:
Pegue a faca e corte o rolo de papel toalha no meio. Ficarão 2 rolos do tamanho de rolos de papel higiênico. Essa receita é para meio rolo de papel toalha, se quiser fazer com os 2, dobre as quantidades.
Coloque meio rolo no recipiente com tampa. Na vasilha despeje os óleos vegetais, o shampoo para bebês e a água. Misture bem com uma colher.
Retire o rolo de papelão que vem no interior da toalha de papel. Despeje essa mistura uniformemente por cima do rolo que você colocou no recipiente. Puxe o papel do centro do rolo e use como desejar. Após o uso, tampe o recipiente para que o lencinho não seque.
Se quiser o lenço umedecido um pouco mais sequinho é só deixar o recipiente aberto por alguns minutos.

Observações: 
O óleo de coco é bactericida, se não tiver óleo de coco, pode usar vinagre. Porém o óleo de coco, além de bactericida, hidrata a pele do bebê e tem um cheirinho mil vezes melhor. Usando o óleo de coco, os lencinhos ficarão com um cheiro suave de coco.

Não utilize óleos vegetais desses vendidos em farmácia, eles não são puros, contém óleo mineral.

Mesmo molhado, o papel toalha não fica despedaçando.





Outra versão aqui.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Você sabe a diferença entre resíduo e rejeito?


Resíduo sólido é uma expressão que está presente no dia-a-dia de todos. Quando compramos um produto com embalagem, descascamos uma fruta ou simplesmente utilizamos um item até o fim da sua vida útil, geramos resíduo. 
A partir do que sobra de determinado produto (embalagem, casca) ou processo (uso do produto) é que o resíduo sólido é gerado, mas ele pode ser consertado, servir para outra finalidade (reutilização) ou até ser reciclado. 
Já o rejeito é um tipo específico de resíduo sólido - quando todas as possibilidades de reaproveitamento ou reciclagem já tiverem sido esgotadas e não houver solução final para o item ou parte dele, trata-se de um rejeito, e a única destinação plausível é encaminhá-lo para um aterro sanitário licenciado ambientalmente ou incineração.
Essa diferenciação é importante devido à implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que entrará em vigor a partir de 2014. Lembrando que, com a PNRS, todos os lixões devem ser eliminados para darem lugar a aterros sanitários.

O que fazer?

Para se adaptar à nova lei e preservar o meio ambiente, é recomendável, portanto, explorar ao máximo o ciclo de vida do produto, reaproveitando sempre que for possível e dando preferência para itens que, posteriormente, possam ser reciclados. Para isso, a siga algumas dicas:
-Reduza ao máximo o lixo da sua casa;
-Reaproveite restos de alimentos para outras funções ou para produzir novas receitas;
-Recicle itens que perderam totalmente a vida útil ou doe objetos que não te interessam mais.

Fonte: Ecycle

terça-feira, 30 de abril de 2013

Limpeza Ecológica

Aprenda a usar produtos como limão e vinagre na limpeza doméstica

Para deixar a cozinha brilhando e as janelas um “brinco”, nem sempre é preciso apelar para os limpadores químicos milagrosos que estão na dispensa da maioria das casas brasileiras. Com soluções simples (e que usam produtos fáceis, que fazem parte do dia-a-dia), é possível limpar fogão, piso, panelas, banheiro e até grelha de churrasco.
A troca de produtos que estão nas prateleiras de limpeza dos supermercados por outros “caseiros”, menos agressivos ao meio ambiente, ajuda também a economizar dinheiro nas compras domésticas. Conheça algumas soluções e veja como é fácil colocá-las em prática. Conhece mais alguma? Compartilhe com a gente!

Limão, o removedor

Adotar a fruta como material de limpeza evita o uso de produtos com cloro e solvente. Como o limão é ácido, é fácil remover sujeira e manchas. Para tirar gorduras de louças, dilua a fruta em água e coloque a mistura no que está sujo. Para tirar ferrugem de objetos como grelhas, esfregue suco de limão com palha de aço. No caso de bocas de fogão, junte uma colher de sopa de sal ou bicarbonato de sódio ao extrato de uma unidade da fruta.

Vinagre, o potente

O vinagre branco é considerado o “campeão” entre os limpadores naturais, em função da capacidade de combater mofo, gordura e odores fortes. Pode substituir detergentes, amaciantes e outros limpadores – e com ele, você deixa de usar químicos como cloro, amoníaco e soda cáustica.
Uma esponja com vinagre branco é ótima alternativa para limpar o box do banheiro. Depois de limpar, passe um pano macio por cima. É bom também para eliminar cheiro de mofo do armário: esvazie-o e deixe uma bacia com o produto dentro do móvel durante uma noite inteira. Também serve para eliminar odores de fezes e urina de animais de estimação.
Fritou um bife e sujou todo o fogão? Coloque um pouco de vinagre e deixe agir por alguns minutos antes de começar a limpar. O produto também é bom para limpar azulejos, vaso sanitário, janelas e espelhos.

Óleo, o brilhante

Óleos vegetais (como oliva, girassol e linhaça) são ótimos para substituir os lustra-móveis. Para limpar janelas, por exemplo, misture óleo e álcool em partes iguais. Em móveis de madeira, a mistura deve ser com suco de limão (duas xícaras de óleo e suco de um limão).

Outras dicas:

- Na hora de usar um produto químico, leia o rótulo e veja qual a quantidade necessária para fazer a limpeza. Assim, você evita desperdiçar o produto.
- Dê tempo para o produto agir. Deixar de molho, nem que seja por pouco tempo, normalmente é mais eficiente do que lavar e esfregar muito.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Faça-você-mesmo: Puff de Pneu


Nas minhas andanças pela Internet encontrei mais um modelo de puff feito com pneu e achei muito bonito, digno para ficar numa área de lazer. Na minha opinião, a mesinha também poderia ser feita com 2 pneus, para não ficar tão baixa.

Clique no link para ir ao blog Artesanato e Humor de Mulher e aprender o passo-a-passo.


Nem é preciso dizer que o pneu é um resíduo que ainda possui destino incerto em muitos lugares. Além disso, quando descartado em locais inadequados, pode acumular água e servir de criadouro para o mosquito da dengue. Muitas pessoas trocam os pneus do carro e guardam os pneus velhos em casa achando que terão algum uso futuro. Depois de algum tempo, sem saber o que fazer com aquilo, acabam decartando em qualquer lugar - terrenos baldios, estradas rurais, córregos, etc. As borracharias possuem convênio com empresas que recolhem seus pneus inservíveis e levam para a reciclagem.

Se você não tiver pneus em casa mas quiser fazer os puffs, peça em alguma borracharia. Atente-se ao tamanho dos pneus, que devem ser iguais. 

Observação: Esta postagem foi atualizada pois eu havia perdido as imagens blog.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Bioplástico: Substituto para copos plásticos


Assim como os plásticos convencionais, os bioplásticos são feitos de polímeros, e as propriedades e características dos dois (vida útil, resistência a choques e variação de temperatura) também se assemelham. A diferença está na matéria-prima: enquanto o convencional vem do petróleo, o "ecológico" é obtido da natureza, em grande parte na agricultura: da cana-de-açúcar, do milho, da mandioca, da batata e outros.

A maior vantagem do bioplástico é amenizar o aquecimento global provocado pela emissão de gás carbônico. Cada quilo de plástico feito a partir de petróleo libera cerca de 6 quilos de gás carbônico. Com os plásticos verdes acontece o contrário: cada quilo produzido representa a absorção de 2 a 2,5 quilos de gás carbônico devido à fotossíntese dos produtos agrícolas usados na sua composição. Também demandam bem menos energia na sua produção. Além disso, são 100% recicláveis e 70% deles são biodegradáveis e compostáveis - decompõem-se sozinhos, em 180 dias, em média. 

Fonte: Planeta Sustentável

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quinta-feira, 21 de março de 2013

Você sabia que 2013 é o Ano Internacional para a Cooperação pela Água?


Em dezembro de 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas indicou 2013 como o Ano Internacional para a Cooperação pela Água. Será que isso tem a ver também com cada indivíduo?
Para atingir o bem-estar de toda a sociedade é necessário que se construa um caminho que valorize a cooperação mais do que a competição nos itens relacionados à sustentabilidade. A razão básica para isso é o fato do movimento de sustentabilidade ser recente e o problema da insustentabilidade ter uma enorme urgência. Em algo novo para a sociedade, que deve mudar significativamente a forma de fazer as coisas, como é o caso da sustentabilidade, quanto mais se puder cooperar mais rapidamente serão identificadas e disseminadas soluções que ajudarão a caminhar na direção desejada.

Enquanto no cenário político internacional o termo cooperação pela água está relacionado à gestão do recurso dentro de uma cultura de paz, para o indivíduo significa reconhecer o impacto que seus atos de consumo podem ter sobre a sociedade e o planeta e rever seus hábitos levando em consideração o bem-estar coletivo. É também tomar consciência de que pequenas mudanças em hábitos de consumo (ainda que promovidas por um pequeno grupo de pessoas), quando consolidadas e mantidas por um longo período de tempo, causam muito impacto. Ou seja: cooperar, para o indivíduo, é investir nessas pequenas mudanças, apostar na transformação que elas podem causar quando somadas às de outras pessoas, e mobilizar os amigos e familiares a adotar as mesmas mudanças em seus hábitos de consumo.

E cada indivíduo contribui quando:

•    Economiza água nas atividades domésticas;
•    Opta por produtos que usam menos água em toda cadeia produtiva;
•    Incentiva a indústria e, sobretudo, a agropecuária a inovar para a redução do uso de água, para o desperdício zero e para a não poluição;
•    Demanda de governos e empresas fornecedoras de água que reduzam as chamadas perdas na rede;
•    Incentiva amigos e familiares a também contribuir na mesma direção.

Fonte: Akatu

segunda-feira, 11 de março de 2013

O que fazer com revistas velhas?

Essa semana vi uma ideia muito legal no Blog Homens da Casa pra reutilizar revistas velhas ou aquela coleção da qual você não consegue se desfazer. Além de diminuir seus resíduos e aquela pilha de "entulho" no seu quarto, vai dar um ar "bacanudo" pra sua casa!



Mais detalhes em Homens da Casa.

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Material de construção ecológico economiza água e reduz entulho

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 O produto sustentável é mais eficiente do que a argamassa convencional e pode ser vendido pela metade do preço da opção comum. | Foto: <a href='http://www.massadundun.com.br/admin/dados/down/foto%20folheto%20massa%20DunDun%2009.jpg' target='_blank'>Divulgação</a></p>
O produto sustentável é mais eficiente do que a argamassa convencional e pode ser vendido pela metade do preço da opção comum. | Foto: Divulgação
Um material de construção criado no Brasil promete minimizar os impactos gerados pela construção civil no mundo inteiro. A alternativa é equivalente à argamassa e reduz a produção de entulho, o uso de água, cal e areia para levantar paredes.

Trata-se de uma cola utilizada para fixar os tijolos e sua aplicação é mais sustentável do que a argamassa, já que o produto não gera resíduos, mantém as obras limpas e combate o desperdício de muitos recursos que se transformariam em entulhos.

Indicado para vedar paredes erguidas com vários materiais – como concreto, tijolo convencional, cerâmica e tijolo ecológico, o produto é um fluido que também promete reduzir os esforços físicos dos operários e aposentar as betoneiras.

A criação ganhou o “Prêmio Inovação e Sustentabilidade”, realizado pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). De acordo com uma pesquisa elaborada nos EUA, até 50% dos recursos naturais do planeta são consumidos pela construção civil, uma das atividades de desenvolvimento mais predatórias do mundo.

Segundo os criadores, o produto sustentável é mais eficiente do que a argamassa convencional e pode ser vendido pela metade do preço da opção comum. Como a aplicação também demanda menos esforços dos trabalhadores, a obra pode ficar pronta até três vezes mais rápido do que se estivesse sendo usada a argamassa.

No site do fabricante, estão detalhadas mais informações sobre o produto.

Fonte: CicloVivo

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Carnaval e consumo consciente combinam! Quer ver?

O Carnaval está chegando! Para os foliões, diversão garantida nos blocos de rua, desfiles e bailes. Para quem gosta de sossego, um feriadão para descansar ou passear. Mas será que é possível aproveitar a festa e contribuir para um mundo mais sustentável ao mesmo tempo? Conheça dez dicas de consumo consciente, que valem para os foliões de carteirinha e para quem vai curtir outra programação nesse período. São dicas simples e práticas para festejar a data sem culpa. Confira!
1. Mais luxo que lixo
O aumento do turismo e o consumo de bebida e comida no Carnaval geram mais lixo que o normal. O aumento do lixo gera impactos na coleta (que fica sobrecarregada) e no armazenamento nos aterros. Mas o consumidor consciente sabe que um Carnaval bom mesmo tem menos desperdício de comida e de bebida, e tem uso de embalagens retornáveis... Enfim, tem mais luxo que lixo!

2. E viva o lixo no lixo!
Os blocos e desfiles aumentam a concentração de pessoas nas ruas das cidades. Já imaginou o que acontece quando elas jogam seus papéis, copos, embalagens e tudo o mais na própria rua? O lixo acumulado entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Nas praias, o lixo se espalha pela orla, vai parar no fundo do mar e, além de contaminar a água e consequentemente fauna e flora que nela vivem, seu recolhimento é muito trabalhoso. O consumidor consciente pode evitar estes impactos se levar consigo um saquinho para guardar as sobras do que consumiu até encontrar uma lata de lixo.

3. Re-fantasie-se
As fantasias de Carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Para chegar até o consumidor, uma fantasia utiliza matérias primas, água e energia em sua produção, distribuição e transporte. Que tal reutilizá-las, trocá-las com amigos ou reformá-las? Utilizando a mesma fantasia mais de uma vez, o consumidor consciente dilui ao longo do tempo os impactos negativos ocorridos na produção dos materiais que compõem a fantasia. Além disso, evita que ela seja jogada fora e, assim, aumente a quantidade de lixo produzido desnecessariamente.

4. Excesso? Só de alegria
A combinação entre calor, comida comprada na rua, álcool e multidão pode ser indigesta. Também o consumo excessivo de bebidas é responsável pela maioria dos acidentes de automóvel e pelo início de diversas brigas de rua. O limite é definido por cada um. O consumidor consciente aproveita a festa protegendo a sua saúde e a de todos.

5. Pé e consciência na estrada
O turismo aumenta muito nos feriados prolongados. As viagens de carro são bastante comuns e ampliam o tráfego nas estradas, o risco de acidentes e a emissão de poluentes. Mas o consumidor consciente pode se organizar para viajar com o maior número possível de pessoas no carro, diluindo os impactos da viagem. Pode também planejar sua viagem de modo a ter o motor regulado, reduzindo em até 5% o consumo de combustível e emitindo menos gases de efeito estufa. Além disso, pode programar a saída de casa em horários de menos trânsito, reduzindo desta forma o tempo em marcha lenta e emissão maior de carbono. O turismo também pode ter impactos positivos: respeitando os costumes dos lugares visitados e prestigiando a cultura e economia locais, o consumidor consciente contribui para o desenvolvimento da região visitada.

6. Pirataria só na fantasia
Quando o consumidor consciente compra artefatos de festa, CDs e DVDs, ele pode exigir dos fornecedores nota fiscal, evitando a sonegação de impostos e o estímulo à produção ilegal, que alimenta o crime organizado.

7. Desplugue-se
Antes de viajar ou sair de casa por períodos prolongados para se distrair, o consumidor consciente pode tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como televisão, DVD, micro-ondas, computador e carregador de bateria, a fim de economizar energia. O modo “stand by” – acionado quando o aparelho está desligado, mas conectado à rede elétrica pela tomada – faz com que o aparelho continue consumindo energia, podendo chegar a até 25% do que consumiria se o equipamento estivesse ligado.

8. Mergulhe na folia, mas deixe a água de fora
O Carnaval é uma época em que as cidades turísticas enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do consumo adicional das pessoas que elas recebem. O consumidor consciente pode evitar tais problemas redobrando os cuidados com a água: brincando sem gerar desperdícios, tomando banhos mais curtos e aproveitando o calor para desligar o chuveiro caso demore ao se ensaboar ou para aplicar cremes nos cabelos.

9. Eu quero sossego
Aqueles que moram em cidades que não são destino de foliões e que não vão viajar podem aproveitar a tranquilidade e o tempo livre em atividades que valorizam o maior convívio com os amigos e com a família. Caminhadas, piqueniques, visitas a parques, museus e centros culturais são algumas sugestões que estimulam o bem-estar e podem ter menos impactos negativos no bolso e no meio ambiente!

10. O bloco do consumo consciente
O consumidor consciente também pode divulgar estas dicas para os amigos e familiares, convidando-os a fazerem parte de um movimento por um Carnaval mais sustentável. Espalhar os princípios que o Akatu apresenta aqui é como puxar um trio elétrico, atrás do qual só não vai quem ainda não entendeu que consumo consciente é o jeito mais fácil e acessível a cada um para fazer do mundo um lugar melhor para todos!

Fonte: Akatu

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Agrotóxicos: O que fazer com as embalagens vazias


Fonte: Revista Terra Brasil, nº 003, ano II, de setembro de 2009.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

6 passos para uma casa sustentável

Ter um estilo de vida que respeita o meio ambiente é fácil. Veja dicas simples para tornar o seu lar mais "verde".

De uns tempos para cá, a sustentabilidade virou assunto constante nos meios de comunicação e até mesmo no comércio. Mas, longe de ser mais um modismo, o movimento – que concilia crescimento econômico, preservação do meio ambiente e melhoria das condições sociais – veio para ficar. 

Veja abaixo seis passos para tornar sua casa "verde". Você vai perceber que, no final, não só ganham o planeta e a sociedade, mas você também!

1. Atitudes ecológicas - Hábitos simples, como manter a luz apagada nos ambientes vazios, tomar banhos rápidos e reciclar o lixo, são passos que fazem toda a diferença. Uma casa sustentável é uma casa eficiente, que racionaliza e induz ao uso adequado de energia e água.

2. Telhado branco - A ONG Green Building Council lançou campanha mundial para que os telhados sejam pintados de branco. Estudos demonstraram que as cores escuras refletem apenas 20% da luz solar. Com isso, as superfícies esquentam muito, contribuindo para a formação de ilhas de calor. Participe dessa campanha e use tintas ecológicas, à base água, que costumam ter, entre outras propriedades, baixa emissão de compostos voláteis, substâncias que prejudicam a qualidade do ar.

3. Jardim sustentável - É importante privilegiar o uso de plantas regionais. Elas atraem pássaros e até mesmo pequenos animais que estão ficando sem habitat. Um exemplo disso são os severos ataques de lagartas que as plantas sofrem atualmente. Isso poderia ser evitado se houvesse predadores naturais. Sugere-se plantar árvores frutíferas até mesmo em vasos.

4. Pé na grama - Devemos evitar a pavimentação de todo o jardim. A água deve conseguir infiltrar-se no solo e voltar para os lençóis freáticos. Por falar em água, a irrigação automatizada, quem diria, é a melhor maneira de economizar este recurso natural para grandes extensões verdes. Os custos envolvidos serão compensados, ainda mais quando pensamos no preço dos recursos naturais no futuro.

5. Reuso e criatividade - A limitação de recursos faz a criatividade e o respeito serem os grandes aliados da sustentabilidade. Antes de comprar, o morador deve fazer uma análise de tudo o que existe na casa e de tudo o que pode ser consertado ou transformado. Hoje há uma gama de acessórios e materiais que permitem o restauro, ou até mudanças de aspecto e funções nos móveis e objetos de uma casa.

6. Consumo consciente - É importante observar os rótulos dos produtos antes de comprar. Produtos sustentáveis são sempre marcados com "selos ecológicos". Prefira os biodegradáveis, que são decompostos pelo próprio meio ambiente, e evite os altamente tóxicos. Confira também a responsabilidade do fabricante em relação a seus empregados e região onde está estabelecido. 

Fonte: Leroy Merlin

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Usar copos descartáveis é gerar lixo sem necessidade


Algumas pessoas ainda acham que usar copo descartável é comodidade. Você vai até o bebedouro, saca o copinho, enche de água (ou café, chá…), bebe e… joga no lixo.
O problema, porém, é pegar um novinho em folha cada vez que bate a vontade de beber alguma coisa.  Além da geração desnecessária de resíduos, a fabricação desses copos emite CO2 e outros gases na atmosfera. Só nos EUA, a fabricação, o transporte e a reciclagem desses materiais produzem gases que se equiparam aos de uma frota de 1,3 milhão de carros durante um ano. Sem contar que cada copinho pode levar mais de 100 anos para se decompor na natureza.
Mesmo que o copo jogado fora vá para o lixo reciclável, existem opções melhores, que contribuem para que o volume de lixo gerado desnecessariamente seja menor. Se você usar dois copinhos descartáveis em um dia de trabalho, por exemplo, são 10 por semana, 40 por mês – que foram para o lixo só para você dar alguns goles. As canecas são boas alternativas. Apesar de você precisar lavá-las, a quantidade de água utilizada não chega ao total necessário para fabricar os copinhos.

O que fazer?
 
Para atenuar esse desperdício bastam algumas atitudes simples:
- Deixe uma caneca na mesa onde você trabalha ou estuda e tome água nela toda vez que tiver vontade. Empresas podem estimular a prática entre os funcionários. Se cada um levar a sua, a redução no gasto com copos plásticos já será considerável. Se no local onde você trabalha não há esse incentivo, comece por vontade própria.
- Carregue na bolsa ou mochila uma garrafinha de água. Mesmo que seja de plástico, você pode usar a mesma por muito tempo, sem precisar jogar fora.
- Vai dar uma festinha em casa? Se for pouca gente, prefira usar copos de vidro a oferecer descartáveis para os convidados. Se não tiver jeito, tente lavar e guardar os copos que foram usados para uma próxima comemoração.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Dicas para o Consumo Consciente no Natal

Cada vez mais se fala em consumo consciente. Aqui no Blog já falamos disso diversas vezes, mas a cada ano, a cada data comemorativa, somos bombardeados por propagandas que exibem a "vida perfeita", o "carro do ano", o "melhor computador" e por ai vai... O Natal se tornou mais uma data comercial, quando muitas pessoas se endividam para adiquirir os melhores produtos e presentes. Por sorte, uma grande parte de população já começou a perceber a "roubada" e este ano foi declarado o Ano das Lembrancinhas. 

Acho legal mostrar que as pessoas são importantes para nós e que nós nos lembramos delas com carinho. Mais um motivo para que a lembrança tenha realmente significado: porque não dar um presente hand made (feito à mão)? Que tal um presente feito em casa, como uma garrafa de licor ou uma lata de biscoitos? Esse assunto rende muita discussão, então deixo aqui algumas dicas sobre consumo consciente. Algumas delas até já apareceram por aqui, mas sempre é bom reforçar.

 Evite excessos no consumo

Só os americanos, com 5% da população mundial, abocanham uma fatia de 32% do consumo global. Se todos vivessem como os americanos, o planeta só comportaria uma população de 1,4 bilhão de pessoas. Nossas classes A e B+ têm padrão de consumo semelhante.

Não compre produtos piratas ou contrabandeados

Pagar menos por produtos piratas ou contrabandeados não compensa: você estará contribuindo com o crime organizado e com o consequente aumento da violência no seu bairro, na sua cidade, no seu país. 

Dispense os pacotes para presente

No Natal sugira aos convidados que os presentes podem vir sem embrulhos enfeitados, que gastam um monte de papel, fita, laço e plástico. Pacotes de presente devem desaparecer na transição para a sociedade sustentável, comece a mudança na sua festa. Inicialmente pode até parecer estranho, mas será um bom exemplo. Quem sabe seus parentes e amigos não começam a fazer igual? 

Faça doações

Troque os seus presentes em benefício de ONGs e entidades de ação social. Avise aos convidados que, em vez de lembranças para você, eles devem depositar o valor correspondente na conta da entidade. 

Leve seu filho às compras

Decida com eles quanto gastar, o que comprar e, juntos, discutir os fatores socioambientais que levaram a escolha do produto e da empresa fornecedora. Desse modo, com paciência, é possível ensinar à garotada que as escolhas têm impacto na saúde, no bolso e na natureza. Afinal, elas estão na fase inicial de compreensão do mundo e quanto mais cedo começarem a lidar com a responsabilidade de preservar o meio em que elas também vão criar seus filhos, tanto melhor. 

Se parcelar o pagamento, analise a taxa de juros

Fazer compra parcelada com juros sai caro e é sempre um risco. Não olhe apenas a prestação, mas o preço final parcelado. Muitas vezes, com o valor final daria para comprar até três do mesmo produto. Isso quer dizer que você vai trabalhar muito mais para comprar a mesma coisa. Só parcele ou tome emprestado se você realmente precisar. 

Valorize moedas e o troco

Pequenas despesas pesam muito no orçamento. Uma pessoa que economize R$ 1,00 por dia, durante 66 anos de sua vida, e coloque este dinheiro na poupança, acumulará R$ 284 mil ao final desse período. Já é uma boa aposentadoria! 

Use o 13º salário para quitar dívidas do Ano Velho

As taxas de juros sobre os saldos devedores do cartão de crédito e do cheque especial são muito elevadas. Portanto, zerar essas dívidas para iniciar o Ano Novo sem pagar juros é um ótimo negócio. A dica é fazer como já foi declarado por 60% dos brasileiros, que pretendem usar o 13º salário para quitar débitos antigos. E mesmo para quem estiver com a conta no azul, vale reservar parte do 13º para enfrentar as despesas típicas do início do ano, como gastos com férias, IPVA, IPTU, matrículas, material e uniformes escolares. 

Repensar o consumo de produtos

A fabricação de qualquer produto envolve extração e processamento de matéria-prima, uso de água e de energia na produção, além do gasto de combustível no transporte até as lojas. Todos esses processos causam a emissão de gases de efeito estufa. Repensar seu consumo antes de comprar um produto novo. Indague-se se não dá para reaproveitar, usar por mais tempo ou procurar consertar o que está quebrado. 

Faça a tradicional listinha antes das compras

Em média, um terço do que compramos em alimentos vai direto para o lixo, porque compramos a mais e estraga. Em um ano, cada família média brasileira acumula um desperdício de 255,5 kg de comida no lixo. Se poupasse o valor jogado fora, a mesma família acumularia quase R$ 1 milhão ao longo da vida. 

Mesa farta, mas consciente

Compre apenas a quantidade de alimentos e bebidas que você estima que realmente será consumida, assim evita o desperdício. Prefira produtos cultivados na sua região, reduzindo assim o custo de transporte e o desperdício. 

Separe as garrafas PET para reciclagem

Entregar as garrafas PET para reciclagem reduz lixo e gera empregos no país. O Brasil joga fora metade das garrafas, e nossas indústrias importam PET. 

Não jogue óleo usado na pia

Um litro de óleo jogado na pia polui até 25 mil litros de água.  

Prefira produtos não embalados e sem isopor

Embalagens tipo “caixinha-dentro-de-saquinho-dentro-da-sacola-e-do-sacolão” geram muito lixo. 

Leve sacola retornável ao fazer compras

Saco plástico chega a 40% das embalagens jogadas no lixo e leva até 400 anos para se decompor. 

Reciclar produtos diminui o lixo

De cada dez caminhões de lixo recolhido no Brasil, apenas um vai para reciclagem. Escolher produtos com menos embalagens e enviar tudo que puder para reciclagem ajudam a reduzir a montanha de lixo. 

Recicle latinhas de alumínio

Uma latinha de alumínio feita a partir de minério virgem gasta 20 vezes mais energia elétrica para ser produzida do que uma latinha feita de alumínio reciclado. Portanto, recicle as latinhas, assim você evita a extração de mais minério e, ao mesmo tempo, economiza energia. 

Informações do Instituto Akatu.

sábado, 30 de junho de 2012

Reciclagem de bitucas de cigarro

Já existe um projeto de reciclagem de bitucas de cigarro no Paraná, chamado Bituca Zero.


Saiba mais sobre o projeto clicando aqui.

Observação: Esta postagem foi atualizada pois eu tinha perdido a imagem.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Pegada Hídrica

Criado em 2002, o conceito de pegada hídrica serve como um indicador da quantidade de água gasta na fabricação de produtos e consumida pelas pessoas não apenas de forma direta (quando abrimos uma torneira), mas também indireta (quando compramos uma roupa ou tomamos um café).

Veja quantos litros de água são necessários para produzir alguns produtos do seu cotidiano:


Texto: Superinteressante

terça-feira, 19 de junho de 2012

Visita à Festieco e Fimab

No último sábado, dia 16, fui à Bauru para prestigiar o Festieco e a III Fimab, dois eventos ambientais que ocorrem simultaneamente no Recinto Mello Moraes.


Este ano o evento contou com palestras, exposições,  Sesi - Programa Alimente-se Bem, ONG Mãe Natureza - Projeto Educando sobre as Águas, Esposição de Orquídeas, Mostra de Ecopaisagismo e Circuito Eco Educativo.

Entre os expositores, diversos produtos ambientalmente corretos, empresas prestadoras de serviços de destinação adequada de resíduos como óleo de cozinha, resíduos domiciliares e lixo eletrônico.

Milena da Eletrolixo Logística Reversa

 Ecopaisagismo

 Exposição de Orquídeas

Órgãos municipais de Bauru marcaram presença no evento: Emdurb, DAE, Semma, Jardim Botânico e Zoológico de Bauru. A Unesp e o Ibeas também estavam presentes.

A cobertura do evento foi realizada pela rádio Eco 96, com transmissão ao vivo pelo site do Festieco.


Entrevista para a rádio Eco 96 (fonte)

Observação: Esta postagem foi atualizada pois eu tinha perdido as imagens.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Setor de Meio Ambiente dá palestra no Projeto Brotinho em Ação

No dia 05/06 o Setor de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal participou do PROJETO BROTINHO EM AÇÃO, com a palestra Meio Ambiente e Saúde Pública. A palestra foi realizada no Espaço Cultural e teve a participação dos 3ºs anos do ensino médio das escolas Coeba e Sesi.

O Projeto Brotinho Fiscal é desenvolvido pela Secretaria da Fazenda de São Paulo e é organizado pelo auditor fiscal Wagner Elias Jacob e a técnica fazendária Lílian Chaim De Santis. Esta é a segunda edição do programa. Em 2008, o projeto Brotinho de Educação Fiscal ganhou o prêmio SeFaz Inovação, na categoria Perspectiva do Cidadão, da Secretaria da Fazenda de São Paulo.

Segundo os organizadores, a ideia é aplicar a educação fiscal como instrumento para a busca da cidadania de da justiça social. Para tanto, relacionaram alguns temas que serão debatidos através de palestras com alunos do terceiro ano do Ensino Médio. O ciclo deve se desenvolver ao longo de todo o mês de junho. 

A programação completa do projeto conta com outras palestras:

Fontes mantenedoras da área da saúde municipal - Vitório Dimas Barsi
A saúde pública e os direitos humanos - Alberto Chaim
Desafios enfrentados por médicos e profissionais da saúde no serviço público - Dr. Luiz Gonzaga Gerlin
O tributo em São Paulo - Wagner Elias Jacob
Tributos e seu retorno à sociedade - Dr. Fernando César Gregório
A relação Estado-Sociedade - prof. Dirceu Mazoti

Com informações do Jornal Candeia.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Setor de Meio Ambiente dá palestra sobre sacolas ecológicas

No dia 29/05 o Setor de Meio Ambiente apresentou uma palestra sobre o tema "Sacolas Ecológicas" no ambulatório da Usina DCBio. As participantes são esposas de funcionários da usina e na ocasião receberam sacolas ecológicas distribuídas pela empresa, em comemoração ao Dia das Mães. O Setor de Meio Ambiente também distribuiu kits de sacos de lixo para automóveis, juntamente com panfletos dos projetos desenvolvidos pela Prefeitura.

Foto by Priscila Giglio

A palestra discorreu sobre os malefícios causados pelo uso irracional das sacolinhas plásticas e a situação atual na cidade de Bariri. Também apresentou sugestões ambientalmente corretas para substituir as sacolinhas desde o momento da compra até o descarte de resíduos domiciliares.
No final, as participantes aprenderam a montar os sacos de lixo feitos com jornal, para substituir as sacolas plásticas nos lixos domésticos (aprenda a fazer aqui).

Foto by Raquel Mazoti

Obs: Esta postagem foi atualizada, pois eu havia perdido as imagens do blog.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

Cartilha sobre compostagem urbana, seleção e reciclagem

O projeto O Q Somos tem como objetivo levar às pessoas informações sobre nossa realidade, constestando visões e métodos ultrapassados e apresentando novas soluções. 

Foi desenvolvida uma cartilha sobre compostagem urbana, seleção e reciclagem, com diversas informações e dicas de como realizar a compostagem e a separação de materiais em casa. Baixe sua cartilha aqui.
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