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segunda-feira, 11 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
10 dicas para deixar o seu armário "verde"
1. Planeje antes de comprar
Abandone as compras por impulso. Analise bem se aquela roupa ou acessório servem para você ou se é só uma vontade passageira. Assim você evita perder dinheiro e espaço em seu armário.
2. Ame suas roupas
Cuide-as com carinho. ‘Acidentes’ domésticos provocam pequenos desastres como manchas ou tecidos queimados. Se cair um botão ou tiver que ajustar um pouco, procure uma costureira e veja se há como reparar. Para os mais empolgados, é uma boa hora para aprender a lidar com linhas e agulhas.
3. Evite lavagem a seco
Máquinas de lavagem a seco usam tetrachloroethylene, uma substância cancerígena. Procure lavanderias que trabalhem com “wet cleaning” ou CO2 líquido. Muitas peças que antes eram lavadas a seco já podem ser lavadas a mão, especialmente as de seda, lã e linho. Fique de olho nas etiquetas. Se você preferir recorte as orientações e cole em um pequeno caderno ou guarde em uma caixinha para conferir quando precisar.
4. Compre peças antigas ou usadas
Use a criatividade e tenha um estilo próprio. Busque em bazares, feirinhas, brechós, troca de roupas entre amigas. Vale tudo. Se tiver roupas ‘herdadas’ que possam ser interessantes, aposte. Acessórios antigos sempre funcionam Tenha cuidado para ver se tudo está ok. Peças antigas ou usadas podem estar danificada pelo tempo ou pelo uso. Dependendo, uma reforma resolve e ainda sobra espaço para uma boa customizada.
5. Lave bem
Tenha cuidado para não desperdiçar energia. Junte bastante roupa antes de lavar, para economizar na água, luz e sabão. Procure usar a temperatura mais baixa possível. Opte por alternativas naturais na remoção de manchas nos tecidos e produtos que sejam livre de fosfato e biodegradáveis. Se estiver procurando por uma lavadora nova, verifique se possui selo de economia energética ( no Brasil, do Inmetro). A mesma dica vale para os ferros elétricos.
6. Vista orgânicos e tecidos com material reaproveitado
Os tecidos orgânicos e os desenvolvidos com materiais reaproveitados chegaram para ficar. Na opção do orgânico é possível escolher desde o algodão até a seda, certifique-se de que possui selo de autenticação (que identifica se a produção realmente é feita sem agrotóxicos). Os tecidos com materiais reaproveitados como o tecido PET são uma inteligente opção, fomentam o reaproveitamento de materiais como as garrafas pets e agregam ativos ambientais para a peça.
7. Encontre uma nova utilidade
Reciclar não é somente reaproveitar. Seja criativo, inspire-se no mundo a sua volta e aproveite o que já existe para reinventar. A proposta está sendo cada vez mais abraçada por estilistas internacionais – chegando a ser desafio até mesmo para o pessoal do Project Runaway. Observe aquelas roupas e acessórios antigos e descubra potenciais fashion adormecidos. Caso não agrade a idéia, reúna o que não precisa mais e leve a entidades carentes. Se nós não encontramos novidade, outros encontrarão.
8. Investigue as origens
Nesse boom de novos tecidos, desconfie do mote ecológico. Como tudo na vida, o que aparentemente poderia ser a solução, pode ser um problema. Mantenha-se informado, converse com os donos de lojas e das marcas e faça escolhas conscientes.
9. Escolha roupas éticas
Muitas empresas, além de cuidarem da natureza, investem em sustentabilidade e responsabilidade social. Valorize e incentive esse tipo de ação. Procure saber onde ficam as fábricas das empresas que você compra. Muitas multinacionais utilizam abordagens de mercado que incluem maximizar o lucro e deixar de lado preocupações humanitárias, como a luta pelo fim da exploração de mão-de-obra infantil e escravidão (problemas comuns em países latinos, asiáticos e africanos).
10. Não desperdice
Não é porque aquele vestido não está na próxima tendência que ele merece ir pro lixo. Se for algo que de-jeito-nenhum-você-usará-novamente, venda, troque, doe. Há muita gente no mundo precisando de ajuda. Fique informado sobre ONGs e entidades que prestam auxílio a pessoas necessitadas. Colabore com movimentos de apoio a vítimas de catástrofes climáticas (como enchentes e tempestades). É uma maneira de amenizar as conseqüências do aquecimento global e motivar uma mudança.
Dicas retiradas do Eco Trends & Tips e editadas com novas informações.
Fonte: www.coletivoverde.com.br.
terça-feira, 5 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Faça Você Mesmo: receitas de detergente e pasta de limpeza caseiros
Existe um novo conceito sobre limpeza ecológica: os cuidados que devemos ter na hora de escolher os produtos de limpeza. Aprenda como fazer detergente alternativo e pastas de limpeza para sua casa.
DETERGENTE ALTERNATIVO
Ingredientes:
1 pedaço de sabão de coco neutro
6 litros de água
2 limões
4 colheres de sopa de amoníaco (que é biodegradável).
Modo de fazer:
Derreta o sabão de coco, picado ou ralado, em 1 litro de água. Depois, acrescente cinco litros de água fria. Em seguida, esprema os limões e por último, despeje o amoníaco e misture bem. Nesta receita você obterá seis litros de um detergente que limpa e não polui. Sem contar que tem um valor econômico muito menor.
PASTA DE LIMPEZA
Pode ser usado em pias, portas de forno, mesas de fogão e interior de xícaras.
Ingredientes:
4 colheres (sopa) de bicarbonato de sódio
1 colher (sopa) de água
Modo de fazer:
Misture os ingredientes em uma pasta dura e aplique com uma esponja úmida. Retire os resíduos com um pano seco.
PASTA DE LIMPEZA DE BICARBONATO
Uso geral seguro.
Ingredientes:
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1 colher (chá) de flocos de sabão puro
um pouco de suco de limão ou vinagre branco
1 xícara de água morna
Modo de fazer:
Misture os ingredientes e agite até que o sabão esteja dissolvido. Borrife e limpe com uma esponja de cozinha.
Fonte: Ação Planeta
DETERGENTE ALTERNATIVO
Ingredientes:
1 pedaço de sabão de coco neutro
6 litros de água
2 limões
4 colheres de sopa de amoníaco (que é biodegradável).
Modo de fazer:
Derreta o sabão de coco, picado ou ralado, em 1 litro de água. Depois, acrescente cinco litros de água fria. Em seguida, esprema os limões e por último, despeje o amoníaco e misture bem. Nesta receita você obterá seis litros de um detergente que limpa e não polui. Sem contar que tem um valor econômico muito menor.
PASTA DE LIMPEZA
Pode ser usado em pias, portas de forno, mesas de fogão e interior de xícaras.
Ingredientes:
4 colheres (sopa) de bicarbonato de sódio
1 colher (sopa) de água
Modo de fazer:
Misture os ingredientes em uma pasta dura e aplique com uma esponja úmida. Retire os resíduos com um pano seco.
PASTA DE LIMPEZA DE BICARBONATO
Uso geral seguro.
Ingredientes:
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1 colher (chá) de flocos de sabão puro
um pouco de suco de limão ou vinagre branco
1 xícara de água morna
Modo de fazer:
Misture os ingredientes e agite até que o sabão esteja dissolvido. Borrife e limpe com uma esponja de cozinha.
Fonte: Ação Planeta
sexta-feira, 1 de abril de 2011
17 Dicas pra melhorar o seu lar e o meio ambiente
1 – Embora no Brasil os painéis solares continuem caros, é viável a utilização dessa tecnologia. A instalação é fácil e não necessita de mão-de-obra qualificada. Ainda usados, estes painéis continuam tendo um rendimento tão bom quanto novos, ou seja, seria um bom negócio comprar painéis usados pela metade do preço.
2 – Troque as lâmpadas simples (incandescentes) por fluorescentes. Essas últimas usam 70-75% menos energia e duram 10 vezes mais que as incandescentes. Por exemplo, a iluminação de uma lâmpada fluorescente de 26 watts equivale a uma incandescente de 100 watts. A vida útil de uma lâmpada fluorescente dura cerca de 5 a 7 anos e durante esse tempo a economia chega a R$120,00 para cada lâmpada.
3 – Melhorias no telhado. Acredite ou não, pesquisas apontam que a cor e o material usados nos telhados ajudam a diminuir o calor no interior de uma casa. Cores claras ajudam a refletir o calor para fora. Se você está pensando em reformar seu telhado, leve em consideração telhas de cor branca. Isso ajudará a manter sua casa e seu sótão frescos.
4 – Coloque detector de movimento no exterior de sua casa para ativar as luzes que estão do lado de fora. Isso ajudará a economizar energia e aumentará o tempo de vida das lâmpadas.
5 – Não gaste água. Cheque vazamentos e pingos nas torneiras e conexões. Use água fria para lavar as roupas. Vista mais tempo que o habitual aquela calça jeans que você gosta. Lave sua toalha de banho somente nos finais de semana. No meio da semana você pode secá-la ao invés de lavá-la. Faça da economia de água um assunto familiar: Ensine seus filhos a economizá-la, como por exemplo, fechando a torneira ao escovar os dentes ou tomando um banho rápido, desligando o chuveiro ao esfregar a cabeça.
6 – Instale bocais de sprays nos chuveiros. Isso economizará água, por exemplo, ao lavar a cabeça. Os bocais de sprays são um ótimo investimento, pois estabelece um baixo fluxo de água no banho e é portátil, você pode levar a qualquer lugar e é ideal para quem mora em casa alugada.
7 – Empilhe o adubo caseiro em seu quintal. Ache um lugar apropriado para empilhar o adubo. Misture o resto de comida com uma pá toda semana para o adubo dar uma “respirada”. Coloque cascas de ovos, café coado, frutas e verduras podres por cima da terra. Os outros tipos de lixos deverão ficar em lugares apropriados, como reservatórios de reciclagem para os recicláveis, etc.
8 – Se você mora em lugar frio, coloque uma capa de alumínio nas portas. Isso ajudará a reter o calor para dentro da casa.
9 – Limpe os filtros de seu ar condicionado ou recoloque-os regularmente. Um filtro sujo irá atrasar a saída de ar, aumentando o custo na conta de luz. Quando não estiver em casa, ajuste o termostato para temperaturas mais altas ou desligue-o.
10 – Termostatos automáticos ajudam na redução da conta de luz. Estima-se que você poderá economizar até 3% dos gastos a cada grau que você diminuir e 6% para cada grau aumentado.
11 – Se você tiver uma lareira em sua casa, instale portas de vidro no cômodo em que está instalada. O vidro evita para que o calor saia para o lado de fora.
12 – Evite deixar os aparelhos eletrodomésticos em stand by. Por exemplo, mesmo depois de desligar seu computador desconecte o plug da tomada. Você poderá economizar de 10 a 15%.
13 – Instale mais ventiladores em sua casa. Exaustores (“puxadores de ar”) servem para um propósito muito específico. Nos meses de calor os exaustores podem, indesejadamente, tirar calor e umidade do banheiro ou cozinha. Ventiladores de teto ajudam a reduzir a dependência de ar condicionado durante o verão e podem ser úteis no inverno, transferindo o calor do teto para baixo.
14 – Isole sua casa se você mora em lugares frios. Portas e janelas são as maiores saídas de energia (calor) de sua casa. Instale varredores de ventos e calor (weather-stripping) em suas janelas e portas. Quando a falta de calor na casa é detectada, a primeira coisa que devemos verificar são as portas e janelas.
15 – Viva o código dos 3 R´s. Recuse, reutilize e recicle. Esteja com essas 3 coisas em mente para quando for comprar ou descartar algo.
16 – Leve em consideração a cor da tinta das janelas. Cores escuras ajudam a reter o calor (bom para o inverno) e cores claras refletem a luz, “espalhando” o calor (bom para o verão).
17 – Use roupas claras no verão, elas podem evitar em 99% os efeitos dos raios ultravioleta. Então, o que está esperando? Deixe o Sol entrar!
Traduzido de http://www.toolbarn.com/articles/tips-to-be-green.html
Fonte: http://engenhariambiental.wordpress.com
2 – Troque as lâmpadas simples (incandescentes) por fluorescentes. Essas últimas usam 70-75% menos energia e duram 10 vezes mais que as incandescentes. Por exemplo, a iluminação de uma lâmpada fluorescente de 26 watts equivale a uma incandescente de 100 watts. A vida útil de uma lâmpada fluorescente dura cerca de 5 a 7 anos e durante esse tempo a economia chega a R$120,00 para cada lâmpada.
3 – Melhorias no telhado. Acredite ou não, pesquisas apontam que a cor e o material usados nos telhados ajudam a diminuir o calor no interior de uma casa. Cores claras ajudam a refletir o calor para fora. Se você está pensando em reformar seu telhado, leve em consideração telhas de cor branca. Isso ajudará a manter sua casa e seu sótão frescos.
4 – Coloque detector de movimento no exterior de sua casa para ativar as luzes que estão do lado de fora. Isso ajudará a economizar energia e aumentará o tempo de vida das lâmpadas.
5 – Não gaste água. Cheque vazamentos e pingos nas torneiras e conexões. Use água fria para lavar as roupas. Vista mais tempo que o habitual aquela calça jeans que você gosta. Lave sua toalha de banho somente nos finais de semana. No meio da semana você pode secá-la ao invés de lavá-la. Faça da economia de água um assunto familiar: Ensine seus filhos a economizá-la, como por exemplo, fechando a torneira ao escovar os dentes ou tomando um banho rápido, desligando o chuveiro ao esfregar a cabeça.
6 – Instale bocais de sprays nos chuveiros. Isso economizará água, por exemplo, ao lavar a cabeça. Os bocais de sprays são um ótimo investimento, pois estabelece um baixo fluxo de água no banho e é portátil, você pode levar a qualquer lugar e é ideal para quem mora em casa alugada.
7 – Empilhe o adubo caseiro em seu quintal. Ache um lugar apropriado para empilhar o adubo. Misture o resto de comida com uma pá toda semana para o adubo dar uma “respirada”. Coloque cascas de ovos, café coado, frutas e verduras podres por cima da terra. Os outros tipos de lixos deverão ficar em lugares apropriados, como reservatórios de reciclagem para os recicláveis, etc.
8 – Se você mora em lugar frio, coloque uma capa de alumínio nas portas. Isso ajudará a reter o calor para dentro da casa.
9 – Limpe os filtros de seu ar condicionado ou recoloque-os regularmente. Um filtro sujo irá atrasar a saída de ar, aumentando o custo na conta de luz. Quando não estiver em casa, ajuste o termostato para temperaturas mais altas ou desligue-o.
10 – Termostatos automáticos ajudam na redução da conta de luz. Estima-se que você poderá economizar até 3% dos gastos a cada grau que você diminuir e 6% para cada grau aumentado.
11 – Se você tiver uma lareira em sua casa, instale portas de vidro no cômodo em que está instalada. O vidro evita para que o calor saia para o lado de fora.
12 – Evite deixar os aparelhos eletrodomésticos em stand by. Por exemplo, mesmo depois de desligar seu computador desconecte o plug da tomada. Você poderá economizar de 10 a 15%.
13 – Instale mais ventiladores em sua casa. Exaustores (“puxadores de ar”) servem para um propósito muito específico. Nos meses de calor os exaustores podem, indesejadamente, tirar calor e umidade do banheiro ou cozinha. Ventiladores de teto ajudam a reduzir a dependência de ar condicionado durante o verão e podem ser úteis no inverno, transferindo o calor do teto para baixo.
14 – Isole sua casa se você mora em lugares frios. Portas e janelas são as maiores saídas de energia (calor) de sua casa. Instale varredores de ventos e calor (weather-stripping) em suas janelas e portas. Quando a falta de calor na casa é detectada, a primeira coisa que devemos verificar são as portas e janelas.
15 – Viva o código dos 3 R´s. Recuse, reutilize e recicle. Esteja com essas 3 coisas em mente para quando for comprar ou descartar algo.
16 – Leve em consideração a cor da tinta das janelas. Cores escuras ajudam a reter o calor (bom para o inverno) e cores claras refletem a luz, “espalhando” o calor (bom para o verão).
17 – Use roupas claras no verão, elas podem evitar em 99% os efeitos dos raios ultravioleta. Então, o que está esperando? Deixe o Sol entrar!
Traduzido de http://www.toolbarn.com/articles/tips-to-be-green.html
Fonte: http://engenhariambiental.wordpress.com
quinta-feira, 31 de março de 2011
ECORRETO 2011 - II Feira de Produtos e Serviços Ecologicamente Corretos do Centro-Oeste Paulista
Com a realização da feira, pretende-se fomentar novos negócios, especialmente os do segmento do eco-negócio e ecoturismo, abrindo-se uma nova e necessária frente de atuação econômica em nossa região. Os convites devem ser adquiridos na portaria do clube, nos postos de venda informados no site ou ainda pelo sistema de compra online no sistema PagSeguro UOL. Diversos segmentos econômicos estarão expondo seus produtos, tais como construção civil, confecção, calçados, alimentação orgânica, inventos, fitoterápicos, design e artesanato.
Seja um cidadão consciente, participe da feira e descubra o que existe de mais interessante na área da responsabilidade ambiental.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Conceito de Pegada Hídrica incentiva o uso responsável da água
A Pegada Hídrica é uma ferramenta de gestão de recursos hídricos que indica o consumo de água doce com base em seus usos direto e indireto. O método permite que as iniciativas públicas e privadas, assim como a população em geral, entendam o quanto de água é necessário para a fabricação de produtos ao longo de toda a cadeia produtiva. Desta forma, os segmentos da sociedade podem quantificar a sua contribuição para os conflitos de uso da água e degradação ambiental nas bacias hidrográficas em todo o mundo.
A Pegada Hídrica pode ser Verde, quando a água da chuva evapora ou é incorporada em um produto durante a sua produção; Azul, que calcula as águas superficiais ou subterrâneas que evaporam ou são incorporadas em produtos, ou então devolvidas ao mar ou lançadas em outra bacia; e Cinza, que mede o volume de água necessário para diluir a poluição gerada durante o processo produtivo.
Ao analisar a Pegada Hídrica de um produto, é preciso levar em consideração as etapas do processo de fabricação e os locais por onde ele passou – desde a matéria-prima até o produto final. A Pegada Hídrica de uma área onde tem água em abundância é muito diferente da que está numa região mais seca. Por isso, foi criada uma forma de distinguir estas Pegadas.
A média global de Pegada Hídrica de uma camisa de algodão, por exemplo, é de 2.700 litros de água. Durante a produção, o algodão pode ter sido cultivado e transformado em tecido no Paquistão e em camisa na Malásia para ser vendida nos Estados Unidos. "Portanto, para calcular a Pegada Hídrica de uma camisa vamos precisar do somatório da pegada de cada etapa e isso será distribuído por vários locais do mundo. Cada vez mais os consumidores querem saber este tipo de informação. Devemos considerar quanto de poluição pode ser gerada nas águas da Ásia, por exemplo, para que o europeu possa vestir uma camisa. Com a Pegada Hídrica, fazemos uma ligação entre o consumo que acontece em um lugar e o impacto no sistema hídrico de outro lugar", diz professor Arjen Hoekstra, criador da metodologia.
Hoekstra explica que é possível também calcular a Pegada Hídrica de um indivíduo, de acordo com o padrão de consumo que ele segue e a oferta de produtos que ele tem. Uma pessoa que adota dieta vegetariana, por exemplo, tem uma Pegada Hídrica 30% menor do que uma não vegetariana. O brasileiro tem cerca de 5% da sua pegada em casa, com consumo de água na cozinha e no banheiro, e 95% estão relacionados com o que compra no supermercado, especialmente com produtos agrícolas. Outro dado importante é que 8% da pegada do brasileiro estão fora do País, um índice muito pequeno se comparado aos 85% da Holanda.
Médias globais de Pegada Hídrica:
1 taça de vinho - 120 litros de água
1 xícara de café - 140 litros de água
1 Kg de açúcar refinado - 1.500 litros de água
100 gramas de chocolate - 2.400 litros de água
1 hambúrger - 2.400 litros de água
1 camiseta de algodão - 2.700 litros de água
1 Kg de carne bovina - 15.500 litros de água
Acesse o Manual Técnico de Pegada Hídrica em www.waterfootprint.org.
Fonte: EcoDebate.
A Pegada Hídrica pode ser Verde, quando a água da chuva evapora ou é incorporada em um produto durante a sua produção; Azul, que calcula as águas superficiais ou subterrâneas que evaporam ou são incorporadas em produtos, ou então devolvidas ao mar ou lançadas em outra bacia; e Cinza, que mede o volume de água necessário para diluir a poluição gerada durante o processo produtivo.
Ao analisar a Pegada Hídrica de um produto, é preciso levar em consideração as etapas do processo de fabricação e os locais por onde ele passou – desde a matéria-prima até o produto final. A Pegada Hídrica de uma área onde tem água em abundância é muito diferente da que está numa região mais seca. Por isso, foi criada uma forma de distinguir estas Pegadas.
A média global de Pegada Hídrica de uma camisa de algodão, por exemplo, é de 2.700 litros de água. Durante a produção, o algodão pode ter sido cultivado e transformado em tecido no Paquistão e em camisa na Malásia para ser vendida nos Estados Unidos. "Portanto, para calcular a Pegada Hídrica de uma camisa vamos precisar do somatório da pegada de cada etapa e isso será distribuído por vários locais do mundo. Cada vez mais os consumidores querem saber este tipo de informação. Devemos considerar quanto de poluição pode ser gerada nas águas da Ásia, por exemplo, para que o europeu possa vestir uma camisa. Com a Pegada Hídrica, fazemos uma ligação entre o consumo que acontece em um lugar e o impacto no sistema hídrico de outro lugar", diz professor Arjen Hoekstra, criador da metodologia.
Hoekstra explica que é possível também calcular a Pegada Hídrica de um indivíduo, de acordo com o padrão de consumo que ele segue e a oferta de produtos que ele tem. Uma pessoa que adota dieta vegetariana, por exemplo, tem uma Pegada Hídrica 30% menor do que uma não vegetariana. O brasileiro tem cerca de 5% da sua pegada em casa, com consumo de água na cozinha e no banheiro, e 95% estão relacionados com o que compra no supermercado, especialmente com produtos agrícolas. Outro dado importante é que 8% da pegada do brasileiro estão fora do País, um índice muito pequeno se comparado aos 85% da Holanda.
Médias globais de Pegada Hídrica:
1 taça de vinho - 120 litros de água
1 xícara de café - 140 litros de água
1 Kg de açúcar refinado - 1.500 litros de água
100 gramas de chocolate - 2.400 litros de água
1 hambúrger - 2.400 litros de água
1 camiseta de algodão - 2.700 litros de água
1 Kg de carne bovina - 15.500 litros de água
Acesse o Manual Técnico de Pegada Hídrica em www.waterfootprint.org.
Fonte: EcoDebate.
terça-feira, 29 de março de 2011
Oficina de Educação Ambiental do Livro Águas e Paisagens Educativas da Bacia Tietê-Jacaré
Aconteceu ontem, a partir das 17:30 h na Diretoria de Educação, mais uma oficina de educação ambiental voltada aos educadores. O Instituto Pró-Terra de Jaú conduziu a oficina, utilizando o material educativo Águas e Paisagens Educativas da Bacia Tietê-Jacaré, lançado no dia 22/03, Dia Mundial da Água. As oficinas vêm acontecendo nos municípios da Bacia Tietê-Jacaré com o intuito de ensinar a utilizar o material educativo para que este possa ser utilizado nas comunidades, escolas e instituições.
O encontro contou com a presença de 23 inscritos, a maioria representando escolas da cidade. Também participaram o vereador Edcarlos Pereira dos Santos, representando a Câmara Municipal, Osvaldo Mario Giglio do Lions Clube, Luana Zago do Grupo Pescadores de Jovens do Centro Catequético Santa Luzia, Priscila do Setor de Meio Ambiente e Fábio da Usina Della Coletta.
Após a apresentação do material, foram formados grupos de 4 ou 5 pessoas. Cada grupo recebeu papel e canetas coloridas para fazer o desenho do município e inserir os principais problemas socioambientais existentes. Em seguida, usando o material educativo, os grupos desenvolveram atividades que podem ser realizadas para solucionar os problemas apontados.
No final da oficina, foram sorteados 8 exemplares do livro entre as escolas/entidades presentes. O livro poderá ser baixado gratuitamente no site do Instituto Pró-Terra.
Obs: Esta postagem foi atualizada pois eu havia perdido as imagens do blog.
O encontro contou com a presença de 23 inscritos, a maioria representando escolas da cidade. Também participaram o vereador Edcarlos Pereira dos Santos, representando a Câmara Municipal, Osvaldo Mario Giglio do Lions Clube, Luana Zago do Grupo Pescadores de Jovens do Centro Catequético Santa Luzia, Priscila do Setor de Meio Ambiente e Fábio da Usina Della Coletta.
Após a apresentação do material, foram formados grupos de 4 ou 5 pessoas. Cada grupo recebeu papel e canetas coloridas para fazer o desenho do município e inserir os principais problemas socioambientais existentes. Em seguida, usando o material educativo, os grupos desenvolveram atividades que podem ser realizadas para solucionar os problemas apontados.
No final da oficina, foram sorteados 8 exemplares do livro entre as escolas/entidades presentes. O livro poderá ser baixado gratuitamente no site do Instituto Pró-Terra.
Obs: Esta postagem foi atualizada pois eu havia perdido as imagens do blog.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Desastres naturais mudam percepção sobre ambiente
Quem já sofreu com eventos climáticos extremos tem maior tendência a se preocupar com o aquecimento global e a poupar energia. Foi o que concluiu uma pesquisa feita com 1.822 pessoas em várias partes do Reino Unido, publicada esta semana na revista “Nature Climate Change”.
Segundo ela, as pessoas que enfrentaram enchentes e outros desastres naturais comumente associados ao aquecimento global ficam mais inclinadas a tentar evitá-lo, tomando medidas ativas, como a redução do uso de energia.
De acordo com vários cientistas sociais, a visão das consequências do aquecimento global como algo que acontece em locais muito distantes, ou mesmo daqui a muitos anos, acaba não motivando as pessoas a agir.
“Viver eventos climáticos extremos tem o potencial de mudar a maneira como as pessoas veem as mudanças climáticas, tornando-as mais reais e tangíveis e, finalmente, motivando-as a agir de forma mais sustentável”, diz Alexa Spence, da Universidade de Nottingham, chefe do trabalho.
O estudo revela que quem teve contato direto com enchentes percebe o aquecimento global de forma significativamente diferente daqueles que nunca viveram essa realidade.
Em um resultado quase inesperado, essas pessoas também se mostraram mais confiantes em relação ao impacto de suas atitudes para evitar futuros desastres.
Assim, elas se disseram mais dispostas a realizar ações como diminuir a temperatura do termostato e evitar deixar aparelhos eletrônicos ligados quando não estivessem sendo usados.
Fonte: Folha.com
Segundo ela, as pessoas que enfrentaram enchentes e outros desastres naturais comumente associados ao aquecimento global ficam mais inclinadas a tentar evitá-lo, tomando medidas ativas, como a redução do uso de energia.
De acordo com vários cientistas sociais, a visão das consequências do aquecimento global como algo que acontece em locais muito distantes, ou mesmo daqui a muitos anos, acaba não motivando as pessoas a agir.
“Viver eventos climáticos extremos tem o potencial de mudar a maneira como as pessoas veem as mudanças climáticas, tornando-as mais reais e tangíveis e, finalmente, motivando-as a agir de forma mais sustentável”, diz Alexa Spence, da Universidade de Nottingham, chefe do trabalho.
O estudo revela que quem teve contato direto com enchentes percebe o aquecimento global de forma significativamente diferente daqueles que nunca viveram essa realidade.
Em um resultado quase inesperado, essas pessoas também se mostraram mais confiantes em relação ao impacto de suas atitudes para evitar futuros desastres.
Assim, elas se disseram mais dispostas a realizar ações como diminuir a temperatura do termostato e evitar deixar aparelhos eletrônicos ligados quando não estivessem sendo usados.
Fonte: Folha.com
sexta-feira, 25 de março de 2011
Como fazer uma Sacola Ecológica
Iniciando uma nova fase no Blog, serão postadas dicas semanalmente, dentro da versão ecológica do DIY - Do it Yourself (faça você mesmo).
Hoje vocês vão aprender a fazer uma sacola ecológica bastante estilosa e prática, pois é dobrável e cabe dentro da bolsa. Os tecidos podem ser coloridos ou mais sóbrios, de acordo com o gosto pessoal.
Material
1 pedaço de tecido com estampa grande de 50 cm x 1,40 m
25 cm de tecido liso que combine com a estampa escolhida
2 tiras de cadarço para alça (3 cm x 45 cm)
15 cm x 30 cm de algodão cru
15 cm x 30 cm de manta acrílica
1 botão grande
Material de costura: tesoura, linha, agulha, alfinete e máquina.
Corte dois quadrados de 50 cm x 50 cm do tecido estampado, centralize as alças uma em cada quadrado, e costure fazendo movimentos de ida e volta para deixá-las bem firmes.
Corte duas tiras de 6 cm x 50 cm e as costure na parte superior sobre as alças. Vire esta tira para o lado de dentro e rebata a costura para arrematá-la.
Corte um retângulo de 30 cm x 15 cm do teciso liso, um retângulo de 30 cm x 15 cm da manta acrílica e um retângulo de 30 cm x 15 cm do tecido de algodão cru. Faça um "sanduíche" colocando o tecido liso, o algodão cru e a manta acrílica.
Costure deixando um espaço aberto para desvirar.
Costure esse "sanduíche" em um dos quadrados grandes. Pode ser costurado à mão ou à máquina.
Os quadrados maiores (a bolsa em si) devem ser costurados pelo lado certo do tecido. Para fazer o arremate, vire a bolsa ao avesso e costure com a agulha da máquina deslocada para a esquerda.
Pregue o botão e a argola de tecido uma em cada extremidade do "sanduíche" pregado na bolsa.
Dobre as alças e as laterais da sacola na altura do retângulo central e feche com o botão. Dessa forma, a sacola ficará dobrada e você poderá carregá-la na bolsa para fazer compras.
Essa matéria foi publicada originalmente pela Revista da Hora do Jornal Agita São Paulo, em 02/12/2007.
Agradecimentos à Márcia Palumbo Martins, artesã.
Obs: Esta postagem foi atualizada pois eu havia perdido as imagens do blog.
Hoje vocês vão aprender a fazer uma sacola ecológica bastante estilosa e prática, pois é dobrável e cabe dentro da bolsa. Os tecidos podem ser coloridos ou mais sóbrios, de acordo com o gosto pessoal.
Material
1 pedaço de tecido com estampa grande de 50 cm x 1,40 m
25 cm de tecido liso que combine com a estampa escolhida
2 tiras de cadarço para alça (3 cm x 45 cm)
15 cm x 30 cm de algodão cru
15 cm x 30 cm de manta acrílica
1 botão grande
Material de costura: tesoura, linha, agulha, alfinete e máquina.
Corte dois quadrados de 50 cm x 50 cm do tecido estampado, centralize as alças uma em cada quadrado, e costure fazendo movimentos de ida e volta para deixá-las bem firmes.
Corte um retângulo de 30 cm x 15 cm do teciso liso, um retângulo de 30 cm x 15 cm da manta acrílica e um retângulo de 30 cm x 15 cm do tecido de algodão cru. Faça um "sanduíche" colocando o tecido liso, o algodão cru e a manta acrílica.
Costure deixando um espaço aberto para desvirar.
Costure esse "sanduíche" em um dos quadrados grandes. Pode ser costurado à mão ou à máquina.
Os quadrados maiores (a bolsa em si) devem ser costurados pelo lado certo do tecido. Para fazer o arremate, vire a bolsa ao avesso e costure com a agulha da máquina deslocada para a esquerda.
Pregue o botão e a argola de tecido uma em cada extremidade do "sanduíche" pregado na bolsa.
Dobre as alças e as laterais da sacola na altura do retângulo central e feche com o botão. Dessa forma, a sacola ficará dobrada e você poderá carregá-la na bolsa para fazer compras.
Essa matéria foi publicada originalmente pela Revista da Hora do Jornal Agita São Paulo, em 02/12/2007.
Agradecimentos à Márcia Palumbo Martins, artesã.
Obs: Esta postagem foi atualizada pois eu havia perdido as imagens do blog.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Programa Olhar Verde - Hábitos para uma vida sustentável
O Olhar Verde é um programa de educação ambiental concebido com a finalidade de incentivar a adoção de hábitos de vida sustentável pela comunidade bauruense e da região. Para atingir os objetivos realizam palestras e publicam conteúdo no site sobre temáticas ambientais levando informações relevantes para que as pessoas sintam-se impelidas a adotar novos hábitos de vida. Em seu quarto ano o programa Olhar Verde é um sucesso e esse ano com muitas novidades.
Para conhecer mais sobre o programa clique aqui.
Esse ano se iniciou uma nova etapa do programa de educação ambiental, será feita a transmissão ao vivo pela internet das palestras. As empresas e instituições poderão montar salas de conferência a distância e não só acompanhar as palestras ao vivo, mas também interagir enviando perguntas aos palestrantes por chat. veja quais são as instituições que já fazem parte do Olhar Verde e acesse o manual do participante online aqui.
A participação, tanto presencial quanto a distância é totalmente gratuita e são emitidos certificados de participação individual para funcionários e também para a empresa. Vincular a sua empresa a ações ambientais hoje gera grande empatia para os clientes e também para os funcionários. Caso queira participar, enviando um representante para o evento presencial ou montando uma sala para assistir ai mesmo basta se cadastrar.
E-mail para contato: jorgesouza@bauru.sp.gov.br
Site: www.olharverde.com.br
Veja abaixo a programação de conferências e oficinas para o ano de 2011.
Para conhecer mais sobre o programa clique aqui.
Esse ano se iniciou uma nova etapa do programa de educação ambiental, será feita a transmissão ao vivo pela internet das palestras. As empresas e instituições poderão montar salas de conferência a distância e não só acompanhar as palestras ao vivo, mas também interagir enviando perguntas aos palestrantes por chat. veja quais são as instituições que já fazem parte do Olhar Verde e acesse o manual do participante online aqui.
A participação, tanto presencial quanto a distância é totalmente gratuita e são emitidos certificados de participação individual para funcionários e também para a empresa. Vincular a sua empresa a ações ambientais hoje gera grande empatia para os clientes e também para os funcionários. Caso queira participar, enviando um representante para o evento presencial ou montando uma sala para assistir ai mesmo basta se cadastrar.
E-mail para contato: jorgesouza@bauru.sp.gov.br
Site: www.olharverde.com.br
Veja abaixo a programação de conferências e oficinas para o ano de 2011.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Lançamento de DVD marca Dia Mundial da Água
Estiveram presentes o prefeito Rubens Pereira dos Santos; o superintendente do Saemba, Antonio Sergio Gallo, e o diretor financeiro da autarquia, Raul Bollini; o vereador Edcarlos dos Santos; o diretor de Administração Tiago Pultrini; os chefes dos setores de Meio Ambiente, Priscila Fabiana Lara Giglio, e de Cultura, Renato Dias dos Passos; a acadêmica da ABLA Zuleika Pulpa de Mello; toda a equipe da Diretoria de Educação e Cultura e representantes das escolas municipais.
A diretora de Educação e Cultura, Rosângela Xavier de Oliveira Rodrigues, explica que os vídeos são fruto do Projeto Meio Ambiente, desenvolvido pela rede municipal no ano passado. “O objetivo central do projeto foi explicar a complexidade das questões ambientais com linguagem simples, ensinar atitudes práticas sobre como colaborar com a preservação do meio ambiente, provocar mudanças de comportamento e promover reflexões para que os alunos se tornem multiplicadores ambientais e cidadãos comprometidos com o desenvolvimento sustentável”, diz. O projeto, que trabalha temas transversais, continua este ano com a discussão de questões éticas.
O DVD é composto por oito vídeos que abordam os seguintes temas: Uso racional da água e Óleo de cozinha, com a participação de alunos da escola Euclydes; Aquecimento global e Consumo consciente, que traz alunos da Rosa Benatti; Coleta seletiva – tipos de lixo e Desenvolvimento sustentável; com alunos da Julieta; Energia elétrica, com alunos da Joseane Bianco e Saneamento básico, com estudantes da Eurico. No lançamento, foram apresentados três vídeos aos presentes, que ficaram impressionados com a qualidade.
Rosângela explica que os vídeos serão utilizados pelos professores para discutirem as questões ambientais. “Eles despertam a atenção por contarem com a participação dos próprios alunos e mostrarem os locais e realidades de Bariri”. Diz, ainda, que a intenção é que as escolas criem uma videoteca para que os alunos emprestem os vídeos e os levem para casa, e que as escolas estaduais e particulares também receberão os DVDs.
Kleber dos Santos, da Oficina da Educação, empresa responsável pela produção dos vídeos, explica que o objetivo é "pensar globalmente e agir localmente", apresentar temas globais contextualizados no município. "Bariri saiu na frente de outras cidades. Foi inovadora ao colocar os alunos protagonizando os vídeos, ao invés de atores, como geralmente acontece", diz.
Texto e foto: Janaína de Castro
Fonte: www.bariri.sp.gov.br
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terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Setor de Meio Ambiente dá palesta a grupo de jovens
No domingo, dia 20, a chefe de setor de Meio Ambiente Priscila Giglio participou do encontro do grupo Pescadores de Jovens, no Centro Catequético da Paróquia Santa Luzia. O encontro se iniciou com apresentações musicais, seguidas de oração. Em seguida, Priscila ministrou uma palestra com o tema Meio Ambiente.
Como o tema da Campanha da Fraternidade este ano é voltada ao meio ambiente e ao consumismo (veja aqui), a Paróquia Santa Luzia está desenvolvendo diversas ações ambientais como palestras, coleta de óleo usado e outros materiais recicláveis, plantio de árvores, entre outras.
Na palestra foram abordadas as ações e projetos desenvolvidos pela Prefeitura e parceiros, bem como as ações que cada um pode fazer em casa, no trabalho, na escola e na rua para diminuir o consumo e geração de lixo, gastos de energia elétrica e água e a poluição.
O setor de meio ambiente está à disposição para ministrar palestras e contribuir em ações ambientais de empresas e entidades. Qualquer dúvida ligue 3662-8228 ou mande e-mail: ambientebariri@hotmail.com.
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Como o tema da Campanha da Fraternidade este ano é voltada ao meio ambiente e ao consumismo (veja aqui), a Paróquia Santa Luzia está desenvolvendo diversas ações ambientais como palestras, coleta de óleo usado e outros materiais recicláveis, plantio de árvores, entre outras.
Na palestra foram abordadas as ações e projetos desenvolvidos pela Prefeitura e parceiros, bem como as ações que cada um pode fazer em casa, no trabalho, na escola e na rua para diminuir o consumo e geração de lixo, gastos de energia elétrica e água e a poluição.
O setor de meio ambiente está à disposição para ministrar palestras e contribuir em ações ambientais de empresas e entidades. Qualquer dúvida ligue 3662-8228 ou mande e-mail: ambientebariri@hotmail.com.
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quarta-feira, 16 de março de 2011
Último Encontro do Curso de Formação de Educadores Ambientais
No último dia 12 ocorreu a última etapa do Curso de Formação de Educadores Ambientais do Coletivo Educador TJ. Apesar de ser o último encontro do curso, o Coletivo vai continuar com as atividades de educação ambiental na Bacia Tietê-Jacaré, já que a intenção é que essas atividades cresçam e possam gerar frutos em cada município participante.
A primeira atividade foi a elaboração de poemas em grupo, de onde foi retirada a frase que representará o Coletivo Educador: "Cuidado sustentável". Em seguida os participantes firmaram compromissos pessoais que serão arquivados e revistos no próximo ano.
Depois os participantes, previamente divididos em grupos de acordo com as suas cidades, apresentaram as principais questões socioambientais existentes em seus municípios, as possíveis soluções, os procedimentos e informações necessárias e como o Coletivo Educador pode contribuir para sanar os problemas. A partir daí foram levantados os temas recorrentes que serão abordados em oficinas nas próximas reuniões ao longo do ano.
Ao longo do curso os participantes receberam capacitação para trabalhar com a educação ambiental em diversos setores e públicos diferentes. Hoje é possível verificar que novas palavras passaram a fazer parte do vocabulário dos educadores e outras ganharam novo significado, como PERCEPÇÃO, EXPERIÊNCIAS, CAPACITAÇÃO, COMPLEXIDADE, HABILIDADES, PROJETOS, SABERES, MULTIPLICADORES, SOCIOAMBIENTAL, PARTICIPAÇÃO, COLETIVO, AÇÃO, SUSTENTÁVEL, OLHARES.
Confira a agenda das oficinas e os locais onde serão realizadas:
Junho - Igaraçu do Tietê = Tratamento de Esgoto
Julho - Bariri = Sacolas Plásticas
Agosto - Bauru = Coleta Seletiva
Setembro - Pederneiras = Epidemias
Outubro - Lençóis Paulista = Crescimento Populacional e Ocupação Irregular
Novembro - Torrinha = Resíduos Sólidos
Dezembro - Bocaina = Conservação de Córregos e Rios
As datas e endereços ainda serão confirmados e postados aqui no Blog.
A primeira atividade foi a elaboração de poemas em grupo, de onde foi retirada a frase que representará o Coletivo Educador: "Cuidado sustentável". Em seguida os participantes firmaram compromissos pessoais que serão arquivados e revistos no próximo ano.
Depois os participantes, previamente divididos em grupos de acordo com as suas cidades, apresentaram as principais questões socioambientais existentes em seus municípios, as possíveis soluções, os procedimentos e informações necessárias e como o Coletivo Educador pode contribuir para sanar os problemas. A partir daí foram levantados os temas recorrentes que serão abordados em oficinas nas próximas reuniões ao longo do ano.
Ao longo do curso os participantes receberam capacitação para trabalhar com a educação ambiental em diversos setores e públicos diferentes. Hoje é possível verificar que novas palavras passaram a fazer parte do vocabulário dos educadores e outras ganharam novo significado, como PERCEPÇÃO, EXPERIÊNCIAS, CAPACITAÇÃO, COMPLEXIDADE, HABILIDADES, PROJETOS, SABERES, MULTIPLICADORES, SOCIOAMBIENTAL, PARTICIPAÇÃO, COLETIVO, AÇÃO, SUSTENTÁVEL, OLHARES.
Confira a agenda das oficinas e os locais onde serão realizadas:
Junho - Igaraçu do Tietê = Tratamento de Esgoto
Julho - Bariri = Sacolas Plásticas
Agosto - Bauru = Coleta Seletiva
Setembro - Pederneiras = Epidemias
Outubro - Lençóis Paulista = Crescimento Populacional e Ocupação Irregular
Novembro - Torrinha = Resíduos Sólidos
Dezembro - Bocaina = Conservação de Córregos e Rios
As datas e endereços ainda serão confirmados e postados aqui no Blog.
terça-feira, 15 de março de 2011
15 de Março - Dia do Consumidor
Na sociedade atual, cada vez mais permeada pelo consumo, todos nós, cidadãos, somos consumidores, independentemente de classe social ou escolaridade. Alguns especialistas ressaltam que consumir tem se consolidado como uma das atividades mais importantes no nosso cotidiano.
Os impactos do consumo desenfreado e pouco responsável, feito ao longo de muitos anos, evidenciam a urgência de mudanças de hábitos da sociedade. Nesse contexto, centenas de organizações no mundo estão voltadas para informar o consumidor não só sobre os direitos, mas também sobre os deveres que estão vinculados ao ato de consumir.
Esse movimento é cada vez mais comum porque há um consenso que o consumidor bem informado é capaz de mudar as relações de consumo. É importante repensar as decisões de compra, visando o equilíbrio nas relações de consumo, para a diminuição de riscos ambientais e para o fortalecimento da cidadania.
Nesta terça-feira (15/3), Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, o Ministério do Meio Ambiente lançou, em São Paulo (SP), três cartilhas para orientar gestores, consumidores, instituições públicas e empresas privadas a atingirem metas de redução no uso de sacolas plásticas através do Programa Saco é um Saco.
As sacolas plásticas causam grandes impactos no meio ambiente, poluindo mares, rios e se acumulando nas cidades e na natureza. Uns dos mais graves danos são causados aos animais que habitam os oceanos: eles as ingerem, confundido-as com algas. Assim, acabam sufocados ou deixam de se alimentar devido à sensação de estômago cheio que o material causa.
O primeiro volume traz orientações para municípios; são apresentadas ideias, sugestões e ferramentas úteis que possibilitam a municipalização da campanha Saco é um Saco, estimulando gestores públicos municipais a tornarem-se os catalisadores desse processo. São orientações sobre a importância de estabelecer parcerias relevantes, de envolver os segmentos afins, como cooperativas de catadores e associações de consumidores, e do uso de diferentes mídias para favorecer a divulgação da campanha municipal.
No segundo volume, há orientações para instituições públicas ou privadas, apresentamos a experiência da campanha em promover articulações entre os setores envolvidos, de maneira a viabilizar sua realização.
No terceiro volume, são expostas orientações para consumidores. A intenção é mostrar ao cidadão-consumidor que está em suas mãos o poder de mudar a atual realidade e, de fato, reduzir a quantidade de sacolas plásticas circulando em seu município, no Brasil e no mundo. A cartilha oferece dicas para facilitar a mudança de hábitos do consumidor, apresentando alternativas para o acondicionamento de compras e de lixo. Também propõe formas de envolver a família e a comunidade neste movimento.
Em todas as cartilhas são encontrados exemplos de experiências internacionais e nacionais, assim como fatos e impactos ambientais que justificam a ação do Governo e da sociedade para reduzir a quantidade de sacolas plásticas consumidas no Brasil.
No MMA, as cartilhas serão distribuídas pela Coordenação de Consumo Sustentável com apoio do CID Ambiental, podendo ser solicitadas pelo email: consumosustentável@mma.gov.br.
As cartilhas estão disponíveis aqui.
Fontes: http://portaldoconsumidor.wordpress.com/ e www.mma.gov.br.
Campanha da Fraternidade 2011
O cartaz possui dois planos. Ao fundo observa-se uma fábrica que solta fumaça, poluindo e degradando o ambiente, deixando o céu plúmbeo, intoxicado e acinzentado.
A figura do rio com a água escurecida e suja representa também a parte natural sendo devastada, influenciando no aparecimento das enchentes e no aumento do nível do mar, ações estas provocadas pelo ato errado do homem.
Em contraste a isso, vemos em primeiro plano uma mureta, onde em meio à devastação ainda existe vida. Nela, um pequeno broto e um cipreste (hera), com suas raízes incrustadas, criando um microecossistema, ainda insistem em viver mesmo diante de um cenário áspero. Sendo, portanto, referência ao lema: "A criação geme em dores de parto" (Rm 8,22).
Apesar de todo o sofrimento que a criação enfrenta ao longo dos tempos, de todos os seus 'gritos de dor' - a vida rompe barreiras e nos mostra que ainda existe esperança, representada pela borboleta, que mesmo com uma vida curta, cumpre o seu importante papel no ciclo natural do planeta.
Fonte: www.cnbb.org.br
sexta-feira, 11 de março de 2011
Ecofolião - Carnaval Consciente
O Carnaval é um período de muita alegria e diversão, mas também de consumo exagerado. Na quarta-feira de cinzas foi possível encontrar muito mais que saudade: montes de resíduos e uma conta ambiental alta a ser paga pelo planeta.
O Instituto Akatu para o Consumo Consciente elaborou 10 dicas ambientais. Veja abaixo se o seu carnaval foi sustentável e o que você precisa mudar para curtir os próximos sem descuidar da consciência ambiental e social.
1. Produza menos lixo
Para você ter uma idéia de como o carnaval produz lixo adicional ao usual, só na cidade de Salvador são recolhidas 1.500 toneladas a mais de lixo nos dias 6 dias de festas. Isto gera um alto custo extra de coleta para as prefeituras, pago com recursos públicos que poderiam ser investidos, por exemplo, para maior segurança no próximo carnaval.
2. Jogue o lixo no lixo
No carnaval, o lixo acumulado nas ruas entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Portanto, no carnaval, mais do que nunca, jogue o lixo exclusivamente no lixo.
3. Reutilize as fantasias
As fantasias de carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Portanto, para evitar o desperdício, nada melhor do que reutilizá-las, trocá-las com amigos, reciclá-las.
4. Cuidado com os excessos
O consumo excessivo de bebidas é responsável pela maioria dos acidentes e pelos altos níveis de violência no carnaval. Não passe da conta no carnaval, consuma bebidas e alimentos com moderação, protegendo a sua saúde e a integridade física de todos.
5. Seja um turista consciente
Se você for viajar no carnaval, procure minimizar os impactos ambientais de sua viagem, respeite os costumes dos lugares visitados, prestigie a cultura e a economia locais.
6. Gaste menos combustível
Prefira transportes com menor consumo de combustível fóssil, o principal responsável pelo aquecimento global. Entre o avião e o carro, prefira o carro. Entre o carro e o ônibus, fique com o último. E aproveite os dias livres para andar de bicicleta e a pé.
7. Tire os equipamentos da tomada
Antes de viajar, não se esqueça de tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como TV, DVD, microondas e carregador de bateria. O modo stand-by, que fica acionado quando o aparelho está desligado, mas conectado à rede elétrica pela tomada, é responsável por até 25% da energia consumida por esses equipamentos.
8. Não desperdice água
O carnaval é a época em que muitas cidades, em especial as turísticas, enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do aumento excessivo de consumo. Portanto, se você já é um consumidor consciente de água, redobre os cuidados no carnaval. Evite as brincadeiras que implicam em desperdício, tome banhos mais curtos, desligue o chuveiro na hora de se ensaboar.
9. Aproveite a cidade vazia
Se sua cidade não for destino de foliões, e se você não for viajar, aproveite a tranqüilidade e o tempo livre em atividades que não custam dinheiro e não consomem recursos naturais: caminhadas, visitas a parques, museus e centros culturais, maior convívio com a família.
10 . Divulgue o consumo consciente
Durante o carnaval, se você presenciar casos de desrespeito aos preceitos que orientam essas dicas do Akatu, não hesite em orientar as pessoas. Sempre que tiver oportunidade, divulgue os princípios do consumo consciente. Contribua para que o carnaval seja cada vez mais uma época de alegria e paz e não de violência e ameaça ao equilíbrio do planeta.
Reportagem na íntegra em www.akatu.org.br
O Instituto Akatu para o Consumo Consciente elaborou 10 dicas ambientais. Veja abaixo se o seu carnaval foi sustentável e o que você precisa mudar para curtir os próximos sem descuidar da consciência ambiental e social.
1. Produza menos lixo
Para você ter uma idéia de como o carnaval produz lixo adicional ao usual, só na cidade de Salvador são recolhidas 1.500 toneladas a mais de lixo nos dias 6 dias de festas. Isto gera um alto custo extra de coleta para as prefeituras, pago com recursos públicos que poderiam ser investidos, por exemplo, para maior segurança no próximo carnaval.
2. Jogue o lixo no lixo
No carnaval, o lixo acumulado nas ruas entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Portanto, no carnaval, mais do que nunca, jogue o lixo exclusivamente no lixo.
3. Reutilize as fantasias
As fantasias de carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Portanto, para evitar o desperdício, nada melhor do que reutilizá-las, trocá-las com amigos, reciclá-las.
4. Cuidado com os excessos
O consumo excessivo de bebidas é responsável pela maioria dos acidentes e pelos altos níveis de violência no carnaval. Não passe da conta no carnaval, consuma bebidas e alimentos com moderação, protegendo a sua saúde e a integridade física de todos.
5. Seja um turista consciente
Se você for viajar no carnaval, procure minimizar os impactos ambientais de sua viagem, respeite os costumes dos lugares visitados, prestigie a cultura e a economia locais.
6. Gaste menos combustível
Prefira transportes com menor consumo de combustível fóssil, o principal responsável pelo aquecimento global. Entre o avião e o carro, prefira o carro. Entre o carro e o ônibus, fique com o último. E aproveite os dias livres para andar de bicicleta e a pé.
7. Tire os equipamentos da tomada
Antes de viajar, não se esqueça de tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como TV, DVD, microondas e carregador de bateria. O modo stand-by, que fica acionado quando o aparelho está desligado, mas conectado à rede elétrica pela tomada, é responsável por até 25% da energia consumida por esses equipamentos.
8. Não desperdice água
O carnaval é a época em que muitas cidades, em especial as turísticas, enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do aumento excessivo de consumo. Portanto, se você já é um consumidor consciente de água, redobre os cuidados no carnaval. Evite as brincadeiras que implicam em desperdício, tome banhos mais curtos, desligue o chuveiro na hora de se ensaboar.
9. Aproveite a cidade vazia
Se sua cidade não for destino de foliões, e se você não for viajar, aproveite a tranqüilidade e o tempo livre em atividades que não custam dinheiro e não consomem recursos naturais: caminhadas, visitas a parques, museus e centros culturais, maior convívio com a família.
10 . Divulgue o consumo consciente
Durante o carnaval, se você presenciar casos de desrespeito aos preceitos que orientam essas dicas do Akatu, não hesite em orientar as pessoas. Sempre que tiver oportunidade, divulgue os princípios do consumo consciente. Contribua para que o carnaval seja cada vez mais uma época de alegria e paz e não de violência e ameaça ao equilíbrio do planeta.
Reportagem na íntegra em www.akatu.org.br
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Os 10 Mandamentos do Amigo do Planeta
1 - Só Jogue Lixo no Lugar Certo
É horrível quando a gente vê alguém jogando lixo no chão. As ruas, praças e qualquer logradouro público não são terra de ninguém, mas pertencem a todos. Você não jogaria lixo na casa de alguém, jogaria? Pois é, a rua pertence a todos, tem muitos donos. O lixo espalhado, além de atrair ratos, moscas, mosquitos, cria um aspecto horrível de poluição em sua cidade. E, depois, custa muito dinheiro de impostos para limpar, dinheiro que podia estar sendo usado para outras obras. Um Amigo do Planeta só joga seu lixo nos locais apropriados, ou guarda no bolso e traz para colocar na lixeira da própria casa.
2 - Poupe Água e Energia
A água que você usa não sai da parede. Ela vem de algum rio ou manancial. Os rios estão sendo agredidos pela poluição e pelo desmatamento, o que torna a água potável cada vez menos disponível, o que eleva o custo de seu tratamento. Quanto à energia, existe a elétrica ou então vem de fontes como gás, petróleo, lenha e carvão. Elas vão escassear cada vez mais e algumas não são renováveis, como o petróleo, por exemplo.
3 - Não Desperdice
Evite consumir além do necessário. Adquira o indispensável em alimentos, objetos, roupas, brinquedos etc. As lojas e supermercados estão cheios de inutilidades que só fazem gastar mais e mais recursos naturais na fabricação. Reflita antes de comprar. Rejeite produtos descartáveis, como copos, garrafas etc. Além de poluírem e aumentarem o volume de lixo, também apressam o esgotamento dos recursos naturais. Reutilize as sacolas de compra. Prefira alimentos naturais, evitando enlatados, empacotados, refrigerantes, os alimentos industrializados, além de mais caros, podem causar alergias e outros males e, às vezes, nem têm grandes funções nutritivas.
4 - Proteja os Animais e as Plantas
Cada animal ou planta é um ser vivo como você e tem tanto direito à vida, à liberdade e ao bem estar quanto nós. Embora você não perceba, sua vida está interligada com a de todos os outros seres. É essa interligação que forma a 'teia da vida' que garante a sobrevivência de todos. Por ter perdido esta noção, nossa espécie vem causando tanto prejuízo e poluição à natureza, com conseqüências cada vez mais graves para a nossa qualidade de vida. Os seres humanos são os únicos com capacidade de modificar em profundidade seu meio ambiente. Nós temos usado essa capacidade para piorar as coisas. Agora precisamos fazer o contrário, para nossa própria sobrevivência.
5 - Proteja as Árvores
Para fabricar papel é preciso cortar árvores, logo, poupar papel é uma forma de defender as árvores. Utilize os dois lados da folha de papel. Leve sua sacola de compras ao supermercado. Faça coleta seletiva em sua casa. Recicle o papel, fabricando novo papel a partir do papel usado. A outra forma de ajudar é defendendo as árvores existentes e plantando novas árvores. Adote uma árvore. Cuide dela com carinho e respeito.
6 - Evite Poluir Seu Meio Ambiente
Use o menos possível o automóvel, programando suas saídas. Ele provoca poluição do ar. Acostume-se a ouvir música sem aumentar muito o volume do som. Som alto provoca poluição sonora. Enfim, reveja seu dia-a-dia e tome as atitudes ecológicas que julgar mais corretas e adequadas para você. Não espere que alguém venha fazer isso por você. Faça você mesmo.
7 - Faça Coleta Seletiva do Lixo
É fácil separar o lixo seco (inorgânico: papel, plástico, metal, vidro) do lixo molhado (orgânico: restos de comida, cascas de frutas etc). Você estará contribuindo para poupar os recursos naturais, aumentar a vida útil dos depósitos públicos de lixo, diminuir a poluição. É só ter duas vasilhas diferentes a lado da pia da cozinha e um lugar para depositar o lixo seco até alcançar um volume que permita sua venda ou doação - e boa vontade.
8 - Só Use Biodegradáveis
Existem certos produtos de limpeza que não se degradam na natureza, como sabões, detergentes etc. Procure certificar-se, ao comprar estes produtos, de que são biodegradáveis. Evite o uso de venenos e inseticidas. Uma casa limpa é suficiente para afastar insetos e ratos. Os inseticidas são altamente nocivos para o meio ambiente e para a saúde das pessoas.
9 - Conheça Mais a Natureza
Estude e leia mais sobre a natureza, mesmo que não seja tarefa da escola. Tenha em casa livros, revistas que falem sobre a natureza. Faça um álbum de recortes com figuras de animais e plantas. Procure no dicionário palavras como saúde do trabalhador, reciclagem, reaproveitamento, habitat, biodegradáveis etc. Quanto mais você souber, melhor poderá agir em defesa da natureza.
10 - Participe Dessa Luta
Não adianta você ficar só estudando e conhecendo mais sobre a natureza. É preciso combinar estudo e reflexão com ação. Você pode agir sozinho, procurando políticos ou a imprensa, por exemplo, para denunciar ou protestar contra os abusos, poluições, depredações. Também pode agir em grupo. Quando estamos unidos, somos mais fortes e capazes de encontrar soluções para enfrentar os problemas ambientais.
Sucesso! E Boa caminhada ecológica.
Fonte: http://www.jornaldomeioambiente.com.br/JMA-Educacao.asp
É horrível quando a gente vê alguém jogando lixo no chão. As ruas, praças e qualquer logradouro público não são terra de ninguém, mas pertencem a todos. Você não jogaria lixo na casa de alguém, jogaria? Pois é, a rua pertence a todos, tem muitos donos. O lixo espalhado, além de atrair ratos, moscas, mosquitos, cria um aspecto horrível de poluição em sua cidade. E, depois, custa muito dinheiro de impostos para limpar, dinheiro que podia estar sendo usado para outras obras. Um Amigo do Planeta só joga seu lixo nos locais apropriados, ou guarda no bolso e traz para colocar na lixeira da própria casa.
2 - Poupe Água e Energia
A água que você usa não sai da parede. Ela vem de algum rio ou manancial. Os rios estão sendo agredidos pela poluição e pelo desmatamento, o que torna a água potável cada vez menos disponível, o que eleva o custo de seu tratamento. Quanto à energia, existe a elétrica ou então vem de fontes como gás, petróleo, lenha e carvão. Elas vão escassear cada vez mais e algumas não são renováveis, como o petróleo, por exemplo.
3 - Não Desperdice
Evite consumir além do necessário. Adquira o indispensável em alimentos, objetos, roupas, brinquedos etc. As lojas e supermercados estão cheios de inutilidades que só fazem gastar mais e mais recursos naturais na fabricação. Reflita antes de comprar. Rejeite produtos descartáveis, como copos, garrafas etc. Além de poluírem e aumentarem o volume de lixo, também apressam o esgotamento dos recursos naturais. Reutilize as sacolas de compra. Prefira alimentos naturais, evitando enlatados, empacotados, refrigerantes, os alimentos industrializados, além de mais caros, podem causar alergias e outros males e, às vezes, nem têm grandes funções nutritivas.
4 - Proteja os Animais e as Plantas
Cada animal ou planta é um ser vivo como você e tem tanto direito à vida, à liberdade e ao bem estar quanto nós. Embora você não perceba, sua vida está interligada com a de todos os outros seres. É essa interligação que forma a 'teia da vida' que garante a sobrevivência de todos. Por ter perdido esta noção, nossa espécie vem causando tanto prejuízo e poluição à natureza, com conseqüências cada vez mais graves para a nossa qualidade de vida. Os seres humanos são os únicos com capacidade de modificar em profundidade seu meio ambiente. Nós temos usado essa capacidade para piorar as coisas. Agora precisamos fazer o contrário, para nossa própria sobrevivência.
5 - Proteja as Árvores
Para fabricar papel é preciso cortar árvores, logo, poupar papel é uma forma de defender as árvores. Utilize os dois lados da folha de papel. Leve sua sacola de compras ao supermercado. Faça coleta seletiva em sua casa. Recicle o papel, fabricando novo papel a partir do papel usado. A outra forma de ajudar é defendendo as árvores existentes e plantando novas árvores. Adote uma árvore. Cuide dela com carinho e respeito.
6 - Evite Poluir Seu Meio Ambiente
Use o menos possível o automóvel, programando suas saídas. Ele provoca poluição do ar. Acostume-se a ouvir música sem aumentar muito o volume do som. Som alto provoca poluição sonora. Enfim, reveja seu dia-a-dia e tome as atitudes ecológicas que julgar mais corretas e adequadas para você. Não espere que alguém venha fazer isso por você. Faça você mesmo.
7 - Faça Coleta Seletiva do Lixo
É fácil separar o lixo seco (inorgânico: papel, plástico, metal, vidro) do lixo molhado (orgânico: restos de comida, cascas de frutas etc). Você estará contribuindo para poupar os recursos naturais, aumentar a vida útil dos depósitos públicos de lixo, diminuir a poluição. É só ter duas vasilhas diferentes a lado da pia da cozinha e um lugar para depositar o lixo seco até alcançar um volume que permita sua venda ou doação - e boa vontade.
8 - Só Use Biodegradáveis
Existem certos produtos de limpeza que não se degradam na natureza, como sabões, detergentes etc. Procure certificar-se, ao comprar estes produtos, de que são biodegradáveis. Evite o uso de venenos e inseticidas. Uma casa limpa é suficiente para afastar insetos e ratos. Os inseticidas são altamente nocivos para o meio ambiente e para a saúde das pessoas.
9 - Conheça Mais a Natureza
Estude e leia mais sobre a natureza, mesmo que não seja tarefa da escola. Tenha em casa livros, revistas que falem sobre a natureza. Faça um álbum de recortes com figuras de animais e plantas. Procure no dicionário palavras como saúde do trabalhador, reciclagem, reaproveitamento, habitat, biodegradáveis etc. Quanto mais você souber, melhor poderá agir em defesa da natureza.
10 - Participe Dessa Luta
Não adianta você ficar só estudando e conhecendo mais sobre a natureza. É preciso combinar estudo e reflexão com ação. Você pode agir sozinho, procurando políticos ou a imprensa, por exemplo, para denunciar ou protestar contra os abusos, poluições, depredações. Também pode agir em grupo. Quando estamos unidos, somos mais fortes e capazes de encontrar soluções para enfrentar os problemas ambientais.
Sucesso! E Boa caminhada ecológica.
Fonte: http://www.jornaldomeioambiente.com.br/JMA-Educacao.asp
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