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terça-feira, 2 de junho de 2015

Como organizo meu guarda-roupas no inverno

Imagem ilustrativa [Fonte]
Todo ano, quando mudam as estações, eu organizo meu guarda-roupas de acordo com a temperatura. Na primavera, lavo e guardo edredons, casacos e roupas de linha/lã sintética. Casacos que não são de lavar (couro, lã, pena de ganso) coloco para tomar sol, deixo esfriar e depois guardo em sacos plásticos com zíper. O ideal seria saco de TNT, para que a peça de roupa possa transpirar. Para não ter problema com umidade (já vi casaco de couro embolorar por ficar guardado assim), coloco aqueles saquinhos de sílica que vem em embalagens de produtos diversos.

No outono vou retirando essas roupas de acordo com a necessidade ou temperatura. Por exemplo, esse ano ainda não tirei as roupas mais pesadas, já que o frio está demorando a vir. Os casacos mais grossos coloco ao sol, já os edredons e roupas de linha, lã sintética, moletom, etc, preciso lavar, porque tenho alergia. Já tentei apenas colocar ao sol, usar sachês perfumados, mas nada funciona, mesmo guardando tudo limpinho preciso lavar antes de usar.

Faço esse rodízio de peças por falta espaço no guarda-roupas. Nesta semana vou guardar uma parte das roupas de calor (não tudo porque ainda não esfriou muito) para poder acomodar as roupas de frio, que por sinal ocupam muito mais espaço.

Durante essa mudança, tiro tudo do armário, limpo por dentro e deixo tomar um ar enquanto aproveito para separar peças que não uso mais para doação, peças necessitando reparos (minha mãe conserta para mim), peças que podem ser reformadas/customizadas, etc. O que não será usado na próxima estação é separado e guardado em sacos a vácuo (space bags). Depois acomodo as roupas que serão usadas em cabides e gavetas, separando por tipo (casacos, camisas, vestidos e saias ficam pendurados, blusas, leggings e cachecóis nas gavetas e as calças no calceiro). Não separo por cor ou outra característica porque não vejo necessidade.

Também pretendo olhar as caixas de sapato e separar os que não uso. Da última vez que fiz essa arrumação, acabei segurando vários pares que não consigo usar.

Todas as peças que separo para doação são novamente separadas em duas categorias: o que pode servir para as pessoas mais próximas (amigos e parentes) e o que vai para alguma entidade.

Também tenho vontade de trocar todos os cabides do guarda-roupas... infelizmente meus cabides são de vários modelos diferentes, mas não quero gastar com isso agora e também não pretendo descartar os cabides que ainda estão bons. Vou separar os de madeira mais antigos para dar uma repaginada (mas isso é assunto para outro post).

Não sou especialista em organização. Já vi muitas dicas bacanas pela blogsfera sobre o assunto, mas para mim são pouco aplicáveis. Essa é a maneira que eu considero mais prática e cada caso é um caso. Gostaria de aos poucos diminuir ainda mais meu consumo, investindo em peças duráveis e poucos modismos. Aí quem sabe minhas roupas não precisarão sofrer esse rodízio sazonal kkkk

Beijos

segunda-feira, 23 de março de 2015

Lenços umedecidos caseiros



Quem é mãe e lê rótulos sabe que os lenços umedecidos que encontram-se à venda contém um monte de substâncias químicas e que a maioria tem insumos de origem animal como glicerina e lanolina.


Esta receita destina-se principalmente aos vegans e a todas as pessoas que se preocupam com o excesso de lixo que produzimos. Quem não tem bebê em casa, pode usar os lencinhos para tirar a maquiagem.



Você vai precisar de:




1 rolo de papel toalha

1 colher de sopa de shampoo para bebês
1 colher de sopa de óleo vegetal puro (azeite, óleo de amêndoas, óleo de damasco)
1 colher de sopa de óleo de coco (usar 2 colheres de sopa de óleo de coco se não quiser colocar outro óleo vegetal)
1 copo americano de água
1 faca de serra bem afiada
1 recipiente com tampa
1 vasilha
1 colher

Como fazer:
Pegue a faca e corte o rolo de papel toalha no meio. Ficarão 2 rolos do tamanho de rolos de papel higiênico. Essa receita é para meio rolo de papel toalha, se quiser fazer com os 2, dobre as quantidades.
Coloque meio rolo no recipiente com tampa. Na vasilha despeje os óleos vegetais, o shampoo para bebês e a água. Misture bem com uma colher.
Retire o rolo de papelão que vem no interior da toalha de papel. Despeje essa mistura uniformemente por cima do rolo que você colocou no recipiente. Puxe o papel do centro do rolo e use como desejar. Após o uso, tampe o recipiente para que o lencinho não seque.
Se quiser o lenço umedecido um pouco mais sequinho é só deixar o recipiente aberto por alguns minutos.

Observações: 
O óleo de coco é bactericida, se não tiver óleo de coco, pode usar vinagre. Porém o óleo de coco, além de bactericida, hidrata a pele do bebê e tem um cheirinho mil vezes melhor. Usando o óleo de coco, os lencinhos ficarão com um cheiro suave de coco.

Não utilize óleos vegetais desses vendidos em farmácia, eles não são puros, contém óleo mineral.

Mesmo molhado, o papel toalha não fica despedaçando.





Outra versão aqui.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

quinta-feira, 21 de março de 2013

Você sabia que 2013 é o Ano Internacional para a Cooperação pela Água?


Em dezembro de 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas indicou 2013 como o Ano Internacional para a Cooperação pela Água. Será que isso tem a ver também com cada indivíduo?
Para atingir o bem-estar de toda a sociedade é necessário que se construa um caminho que valorize a cooperação mais do que a competição nos itens relacionados à sustentabilidade. A razão básica para isso é o fato do movimento de sustentabilidade ser recente e o problema da insustentabilidade ter uma enorme urgência. Em algo novo para a sociedade, que deve mudar significativamente a forma de fazer as coisas, como é o caso da sustentabilidade, quanto mais se puder cooperar mais rapidamente serão identificadas e disseminadas soluções que ajudarão a caminhar na direção desejada.

Enquanto no cenário político internacional o termo cooperação pela água está relacionado à gestão do recurso dentro de uma cultura de paz, para o indivíduo significa reconhecer o impacto que seus atos de consumo podem ter sobre a sociedade e o planeta e rever seus hábitos levando em consideração o bem-estar coletivo. É também tomar consciência de que pequenas mudanças em hábitos de consumo (ainda que promovidas por um pequeno grupo de pessoas), quando consolidadas e mantidas por um longo período de tempo, causam muito impacto. Ou seja: cooperar, para o indivíduo, é investir nessas pequenas mudanças, apostar na transformação que elas podem causar quando somadas às de outras pessoas, e mobilizar os amigos e familiares a adotar as mesmas mudanças em seus hábitos de consumo.

E cada indivíduo contribui quando:

•    Economiza água nas atividades domésticas;
•    Opta por produtos que usam menos água em toda cadeia produtiva;
•    Incentiva a indústria e, sobretudo, a agropecuária a inovar para a redução do uso de água, para o desperdício zero e para a não poluição;
•    Demanda de governos e empresas fornecedoras de água que reduzam as chamadas perdas na rede;
•    Incentiva amigos e familiares a também contribuir na mesma direção.

Fonte: Akatu

segunda-feira, 4 de março de 2013

Fogão à lenha Ecoeficiente

Imagem ilustrativa
O fogão sustentável reduz em até 40% a quantidade de lenha necessária para o seu funcionamento e sua estrutura impede que a fumaça gerada pela queima da madeira invada as casas.


Veja aqui o Manual de Construção Fogão EcoEficiente
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Veja aqui o Manual do Fogão à Lenha sem Fumaça.

Fonte: Novos Rurais


Observação: Esta postagem foi atualizada pois eu havia perdido as imagens do blog.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Material de construção ecológico economiza água e reduz entulho

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 O produto sustentável é mais eficiente do que a argamassa convencional e pode ser vendido pela metade do preço da opção comum. | Foto: <a href='http://www.massadundun.com.br/admin/dados/down/foto%20folheto%20massa%20DunDun%2009.jpg' target='_blank'>Divulgação</a></p>
O produto sustentável é mais eficiente do que a argamassa convencional e pode ser vendido pela metade do preço da opção comum. | Foto: Divulgação
Um material de construção criado no Brasil promete minimizar os impactos gerados pela construção civil no mundo inteiro. A alternativa é equivalente à argamassa e reduz a produção de entulho, o uso de água, cal e areia para levantar paredes.

Trata-se de uma cola utilizada para fixar os tijolos e sua aplicação é mais sustentável do que a argamassa, já que o produto não gera resíduos, mantém as obras limpas e combate o desperdício de muitos recursos que se transformariam em entulhos.

Indicado para vedar paredes erguidas com vários materiais – como concreto, tijolo convencional, cerâmica e tijolo ecológico, o produto é um fluido que também promete reduzir os esforços físicos dos operários e aposentar as betoneiras.

A criação ganhou o “Prêmio Inovação e Sustentabilidade”, realizado pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). De acordo com uma pesquisa elaborada nos EUA, até 50% dos recursos naturais do planeta são consumidos pela construção civil, uma das atividades de desenvolvimento mais predatórias do mundo.

Segundo os criadores, o produto sustentável é mais eficiente do que a argamassa convencional e pode ser vendido pela metade do preço da opção comum. Como a aplicação também demanda menos esforços dos trabalhadores, a obra pode ficar pronta até três vezes mais rápido do que se estivesse sendo usada a argamassa.

No site do fabricante, estão detalhadas mais informações sobre o produto.

Fonte: CicloVivo

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Economize energia nesse verão com dicas simples, mas eficazes

energia

No verão, os ventiladores, ar-condicionados e freezers são acionados para ajudar a aliviar o calor comum desta estação. O problema é que a utilização excessiva de todos eles podem ampliar significativamente o aumento de energia.
No intuito de ajudar a economizar e ao mesmo tempo não sofrer com o calor, veja algumas dicas simples listadas pelo Procel, que podem auxiliar na redução.
  • Tome banho frio: aproveite para tomar banhos frios. Além de aliviar o calor, isso reduz o gasto comum de um chuveiro elétrico.
  • Desligue o ar-condicionado quando possível: uma boa hora é meia hora antes do fim do expediente e na hora do almoço. E quando ele estiver ligado, evite deixar portas abertas e a penetração do sol no ambiente, fechando cortinas e persianas.
  • Abra as janelas: aproveite a iluminação e ventilação natural.
  • Evite abrir a geladeira toda hora: retire de uma só vez tudo o que precisa. Além disso, ela não deve ficar próxima de lugares quentes, como fogão ou janelas que batem sol.
  • Nunca deixe seu aparelho "dormir" carregando: dê a carga necessária e retire-o da tomada. Para câmeras digitais que não usam pilhas, aplica-se a mesma regra do celular. Só carregue o tempo necessário especificado no manual.
  • Quando não estiver usando, mantenha o computador desligado: dê preferência aos notebooks que consomem menos energia. Não deixe os acessórios do computador (impressora, scanners, etc.) ligados sem necessidade.
  • Opte por equipamentos mais eficientes:  escolha aparelhos com classificação "A" no Programa Brasileiro de Etiquetagem do Inmetro, quando for o caso, ou identificados com o Selo Procel, da Eletrobrás.
  • Se possível, não use aparelhos elétricos durante o horário de pico: evite o horário de maior consumo de energia, entre 18h e 21h.
Fonte: Eco4planet

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

6 passos para uma casa sustentável

Ter um estilo de vida que respeita o meio ambiente é fácil. Veja dicas simples para tornar o seu lar mais "verde".

De uns tempos para cá, a sustentabilidade virou assunto constante nos meios de comunicação e até mesmo no comércio. Mas, longe de ser mais um modismo, o movimento – que concilia crescimento econômico, preservação do meio ambiente e melhoria das condições sociais – veio para ficar. 

Veja abaixo seis passos para tornar sua casa "verde". Você vai perceber que, no final, não só ganham o planeta e a sociedade, mas você também!

1. Atitudes ecológicas - Hábitos simples, como manter a luz apagada nos ambientes vazios, tomar banhos rápidos e reciclar o lixo, são passos que fazem toda a diferença. Uma casa sustentável é uma casa eficiente, que racionaliza e induz ao uso adequado de energia e água.

2. Telhado branco - A ONG Green Building Council lançou campanha mundial para que os telhados sejam pintados de branco. Estudos demonstraram que as cores escuras refletem apenas 20% da luz solar. Com isso, as superfícies esquentam muito, contribuindo para a formação de ilhas de calor. Participe dessa campanha e use tintas ecológicas, à base água, que costumam ter, entre outras propriedades, baixa emissão de compostos voláteis, substâncias que prejudicam a qualidade do ar.

3. Jardim sustentável - É importante privilegiar o uso de plantas regionais. Elas atraem pássaros e até mesmo pequenos animais que estão ficando sem habitat. Um exemplo disso são os severos ataques de lagartas que as plantas sofrem atualmente. Isso poderia ser evitado se houvesse predadores naturais. Sugere-se plantar árvores frutíferas até mesmo em vasos.

4. Pé na grama - Devemos evitar a pavimentação de todo o jardim. A água deve conseguir infiltrar-se no solo e voltar para os lençóis freáticos. Por falar em água, a irrigação automatizada, quem diria, é a melhor maneira de economizar este recurso natural para grandes extensões verdes. Os custos envolvidos serão compensados, ainda mais quando pensamos no preço dos recursos naturais no futuro.

5. Reuso e criatividade - A limitação de recursos faz a criatividade e o respeito serem os grandes aliados da sustentabilidade. Antes de comprar, o morador deve fazer uma análise de tudo o que existe na casa e de tudo o que pode ser consertado ou transformado. Hoje há uma gama de acessórios e materiais que permitem o restauro, ou até mudanças de aspecto e funções nos móveis e objetos de uma casa.

6. Consumo consciente - É importante observar os rótulos dos produtos antes de comprar. Produtos sustentáveis são sempre marcados com "selos ecológicos". Prefira os biodegradáveis, que são decompostos pelo próprio meio ambiente, e evite os altamente tóxicos. Confira também a responsabilidade do fabricante em relação a seus empregados e região onde está estabelecido. 

Fonte: Leroy Merlin

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Usar copos descartáveis é gerar lixo sem necessidade


Algumas pessoas ainda acham que usar copo descartável é comodidade. Você vai até o bebedouro, saca o copinho, enche de água (ou café, chá…), bebe e… joga no lixo.
O problema, porém, é pegar um novinho em folha cada vez que bate a vontade de beber alguma coisa.  Além da geração desnecessária de resíduos, a fabricação desses copos emite CO2 e outros gases na atmosfera. Só nos EUA, a fabricação, o transporte e a reciclagem desses materiais produzem gases que se equiparam aos de uma frota de 1,3 milhão de carros durante um ano. Sem contar que cada copinho pode levar mais de 100 anos para se decompor na natureza.
Mesmo que o copo jogado fora vá para o lixo reciclável, existem opções melhores, que contribuem para que o volume de lixo gerado desnecessariamente seja menor. Se você usar dois copinhos descartáveis em um dia de trabalho, por exemplo, são 10 por semana, 40 por mês – que foram para o lixo só para você dar alguns goles. As canecas são boas alternativas. Apesar de você precisar lavá-las, a quantidade de água utilizada não chega ao total necessário para fabricar os copinhos.

O que fazer?
 
Para atenuar esse desperdício bastam algumas atitudes simples:
- Deixe uma caneca na mesa onde você trabalha ou estuda e tome água nela toda vez que tiver vontade. Empresas podem estimular a prática entre os funcionários. Se cada um levar a sua, a redução no gasto com copos plásticos já será considerável. Se no local onde você trabalha não há esse incentivo, comece por vontade própria.
- Carregue na bolsa ou mochila uma garrafinha de água. Mesmo que seja de plástico, você pode usar a mesma por muito tempo, sem precisar jogar fora.
- Vai dar uma festinha em casa? Se for pouca gente, prefira usar copos de vidro a oferecer descartáveis para os convidados. Se não tiver jeito, tente lavar e guardar os copos que foram usados para uma próxima comemoração.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

Cartilha sobre compostagem urbana, seleção e reciclagem

O projeto O Q Somos tem como objetivo levar às pessoas informações sobre nossa realidade, constestando visões e métodos ultrapassados e apresentando novas soluções. 

Foi desenvolvida uma cartilha sobre compostagem urbana, seleção e reciclagem, com diversas informações e dicas de como realizar a compostagem e a separação de materiais em casa. Baixe sua cartilha aqui.

quinta-feira, 29 de março de 2012

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

12 lugares no mundo que baniram ou taxaram o uso de sacola plástica

Conheça as experiências de alguns países e cidades que restringiram a distribuição dos polêmicos saquinhos de polietileno no comércio

Cartaz sobre proibição do uso de sacola 
plástica em supermercado na Austrália
Cartaz sobre proibição do uso de sacola plástica em supermercado na Austrália
A discussão sobre proibir ou não o fornecimento de sacolas plásticas por estabelecimentos comerciais pode ser recente no Brasil, mas lá fora é possível encontrar iniciativas com pelo menos uma década de vida. Em alguns casos, para reduzir o consumo das embalagens de polietileno, os governos locais resolveram cobrar uma taxa do consumidor que quiser usar o modelo tradicional.

Confira a seguir 12 países e cidades que baniram ou passaram a cobrar pelo uso das sacolinhas plásticas.

Ruanda
Este pequeno país africano que durante anos estampou negativamente o noticiário internacional, devido ao genocídio perpetrado por extremistas em 1994, agora chama atenção por outros motivos. Ruanda já está em seu quarto ano com uma lei de abrangência nacional que proíbe todos os tipos de saco plástico. Além de resolver a crise humanitária, o país pôs fim à poluição causada por sacolas plásticas, que sujavam as ruas e os cursos de água, prejudicando a agricultura. Graças à ação, as cidades ruandesas estão hoje entre as mais limpas da África.

Sacola plástica na Itália
A Itália foi o 1° pais europeu a banir a sacola plástica, em 2011
Itália
Em ritmo de preservação, a Itália tornou-se o primeiro país da Europa a banir as sacolas de polietileno. A proibição nacional começou a valer em janeiro de 2011. Desde então, as lojas italianas, que utilizavam 20 bilhões de sacolas por ano (o maior índice europeu), só podem oferecer sacos de papel, pano ou de materiais biodegradáveis.

Cidade do México
Desde agosto de 2010, a capital do México conta com leis que proíbem o fornecimento de sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais. As multas para os lojistas que burlam as regras podem variar de 4,4 mil a 90 mil dólares. A lei também estabelece que os comerciantes da capital mexicana só poderão vender sacolas plásticas biodegradáveis. A inciativa faz parte do chamado “Plano Verde", que propõe uma série de estratégias para estimular o desenvolvimento sustentável e mitigar os efeitos das mudanças climáticas.

Índia
Nenhum lojista, distribuidor, comerciante, vendedor ou ambulante pode fornecer sacolas plásticas aos consumidores na Índia em algumas regiões, como a cidade de Dharamsala. O banimento total, incluindo produção, armazenagem, uso, venda e distribuição de sacolas de polietileno começou a valer em agosto de 2010. A iniciativa foi adotada para diminuir o impacto no meio ambiente e também impedir a ingestão e morte de vacas (animal sagrado). Além de multas, a violação da lei prevê prisão de até 5 anos.

China
Imagine 1,3 bilhões de habitantes, cerca de um sétimo da população mundial, consumindo e descartando sacolinhas plásticas todos os dias dentro de um só país? Pois era assim na China até 2008, quando as sacolas plásticas foram banidas do país. Antes disso, os chineses consumiam cerca de 3 bilhões de sacolinhas por dia.
Também foi proibida a produção, distribuição e uso de saquinhos menores e mais finos, como os usados para embalar produtos a granel (frutas e vegetais) nos mercados. Segundo reportagem do britânico The Guardian, a iniciativa evitou o uso de 1,6 milhões de toneladas de petróleo no seu primeiro ano.

Bangladesh
Bangladesh foi um dos primeiros países a promulgar, em 2002, uma lei que proíbe a fabricação, distribuição e uso de sacolas plásticas em seu território. Ambientalistas e urbanistas culpavam os sacos plásticos, que se espalhavam pelas ruas, entupindo bueiros, de agravar as inundações mortais que ocorreram no país em 1989 e 1998. Só a capital Dacca descartava 9,3 milhões de sacos plásticos diariamente. Hoje, uma década depois, a região virou um importante polo produtor de eco-bags.

Irlanda
A cobrança pelas sacolas, instituída em 2002, mudou o comportamento do consumidor, que passou a levar sua própria sacola reutilizável para o mercado. Com a criação do imposto conhecido como Plas Tax, que cobra 22 centavos de euro por sacola, a distribuição dos modelos plásticos caiu 97,5%. O valor recolhido com a venda de sacolinhas alternativas, como as de papel, é destinado à um fundo que promove a reciclagem de lixo e iniciativas ambientais.

Austrália
Apesar de na Austrália não vigorar nenhuma lei proibitiva de abrangência nacional, em muitas regiões, os supermercados resolveram se unir para estimular o uso de sacolas alternativas às embalagens plásticas. E não faltam opções, há inclusive ecobags térmicas para carregar artigos quentes ou frios. Na Austrália do Sul, um dos seis estados australianos, as sacolas plásticas estão proibidas desde 2009.

Alemanha
O uso de sacolas reutilizáveis ou caixas de papelão para acondicionar as compras no supermercado já virou hábito na Alemanha. Quem, ao contrário, quiser levar suas compras numa sacola plástica tradicional tem que pagar uma taxa que varia de 5 a 10 centavos de euro.

África do Sul

O governo da África do Sul decidiu proibir em 2003 que lojas distribuam a seu clientes sacolas plásticas para carregar mercadorias. O comerciante que infringe a lei pode receber uma multa de até 50 mil reais ou mesmo ser condenado a dez anos de prisão.

São Francisco

São Francisco, na Califórnia, foi a primeira cidade americana a banir o uso de sacolas. Somente as de papel reciclado ou biodegradáveis (feitas de goma de batata ou de milho) podem ser utilizadas. Quando a lei entrou em vigor, em 2007, a prefeitura local estimou que a iniciativa reduziria o consumo de petróleo em 3 milhões de litros por ano.

Washington D.C.
A capital americana é outra que aboliu os sacos plásticos, passando a cobrar em 2010 uma taxa de 5 centavos de dólar sobre cada sacola utilizada. Após a restrição, Washington viu o uso de sacolas plásticas cair 85% em apenas um mês. O montante arrecadado com a venda vai para um projeto de despoluição do rio Anacostia.


sábado, 18 de fevereiro de 2012

Carnaval Ecológico - parte 2 - Piquenique Sustentável

Se você ainda não sabe o que fazer no feriado de carnaval... aqui vai uma sugestão:

PIQUENIQUE SUSTENTÁVEL


Qual foi a última vez que você fez um piquenique? Você já parou para pensar que é um jeito divertido e simples de, além de curtir a cidade, reunir os familiares e amigos? Traz à lembrança momentos de nossa da infância, de domingos ensolarados, de sentar em volta de uma toalha, de pisar na grama, de brincadeiras simples, da cesta cheia de coisas gostosas que eram sempre uma surpresa?

Toalha estendida na grama acolhe guloseimas, frutas e sucos para serem saboreados enquanto se olha o céu. Mas mesmo este singelo hábito pode estar prejudicando a Natureza a sua volta. Quer saber como? Confira as dicas para um piquenique ecológico, elaboradas pelo Instituto Akatu de Consumo Consciente:

Como organizar um piquenique Sustentável:

O piquenique pode ser a concretização do jeito de pensar e agir de um consumidor consciente, a começar pelo planejamento:
 
1.       Por que fazer um piquenique?
Você pode pensar sozinho ou chamar aqueles que vão compartilhar desse momento, e pensarem juntos.

2.       O que vai na cesta?

Comes
Os alimentos são parte essencial. Os alimentos feitos em casa podem ser muito mais saudáveis e têm um ingrediente que vai nutrir ainda mais as pessoas: seu carinho e amor. Os alimentos orgânicos, além de ótima opção para a saúde, são menos agressivos ao meio ambiente.
Cuidado para não exagerar na quantidade e, para isso, pense no número de pessoas. Você sabia que, quando não planejamos nossas compras, jogamos fora, em média, um terço dos alimentos perecíveis que compramos?
Pense onde comprar seus alimentos. Os estabelecimentos próximos à sua casa são os mais recomendados, já que você tem de se descolocar pouco. Se for a pé, é perfeito, mas se for de carro ou transporte público, quanto mais perto melhor, porque contribui para a diminuição de emissão de gases de efeito estufa.
Você conhece as práticas de responsabilidade socioambiental das marcas de produtos que compra e também dos supermercados onde faz compras? Já perguntou para eles o que estão fazendo nesse sentido? Conhece a cadeia produtiva dos produtos? Sabe se vêm de áreas legalizadas, se não contribuem com o desmatamento da Amazônia ou de outra floresta natural? Se em alguma etapa da produção não há trabalho escravo ou infantil? Se o fornecedor paga impostos, vende com nota fiscal? Você pede nota fiscal? Lê os rótulos?
O interesse do consumidor é muito relevante para as empresas; por isso, tudo o que disser será ouvido – já parou para pensar que você pode influenciar as decisões das empresas?

Bebes
Para beber, água é sempre uma boa escolha, porque hidrata, é natural e não tem contraindicações. Peça que seus colegas levem canecas ou squeezes retornáveis. Assim você não precisará de copinhos descartáveis. Se levar copos e garrafas, prefira os retornáveis.

Pratos e talheres
Se for um lanchinho, não precisa de pratos e talheres, apenas de guardanapo. Mas se for uma refeição, opte por materiais retornáveis. Evite os descartáveis. Tome cuidado com os produtos de vidro, podem quebrar e acabar machucando alguém.

Toalha
Você pode não ter aquela toalha xadrez do nosso imaginário, mas pode criar uma toalha especial para o piquenique. Um pedaço de pano branco pode virar cenário para as artes dos pequeninos de sua casa, do seu prédio, escola ou bairro. Vocês podem pintar juntos o piquenique.

Onde levar tudo isso?
Na cesta do piquenique. Se você já tem uma, ótimo. Se não tem, pense naquela sacola retornável que você ganhou e que anda encostada na cozinha. E a boa e velha sacola de feira? E aquela mochila? Tudo isso pode virar a cesta moderna do seu piquenique.

3.       Como ir?
Escolha um parque ou praça perto de casa, assim dá para ir a pé ou de bicicleta, opções mais saudáveis e sustentáveis. Consulte as opções de transporte público como segunda opção. O carro é a última possibilidade, certo? Mas, se você tiver de ir de carro, dê carona, assim você evita que mais carros saiam pelas ruas emitindo CO2. Você sabia que o escapamento dos carros é o principal emissor de gases de efeito estufa nas nossas cidades?

4.       Como usar o tempo?
Além de compartilhar sabores, pense também em o que quer fazer durante o piquenique. As ideias são inúmeras e você pode se inspirar nas crianças, assim tudo fica mais divertido: modelar argila, jogar amarelinha, empinar pipa, brincar de roda, tocar flauta, violão, pandeiro...
E se faltar tempo ou disposição para pensar antes, um livro ou um simples passeio pode resolver tudo. O segredo é curtir esse tempo de convívio, mesmo se for para silenciar e acalmar a mente. Fazer bom uso do tempo livre é uma habilidade do consumidor consciente, que sabe o valor de seu trabalho e quanto seu lazer não tem preço.

5.       O que fazer com os resíduos?
Se você planejar corretamente a quantidade de alimentos, não haverá muitas sobras. Veja como acaba sua cesta, já é um bom teste para conhecer seu estilo de vida. Se sobraram coisas, não são lixo. Risque a palavra “lixo” de sua vida. Não produzimos lixo, produzimos resíduos, que sempre podem ter outro destino. A comida que ninguém comeu,em condições saudáveis, pode virar uma torta, um doce, uma geleia. Os restos orgânicos (cascas de fruta, restos de comida, guardanapos sujos etc.) vão para o cesto de resíduos orgânicos, que poderão se tornar adubo para as árvores.
Os resíduos secos (embalagens de qualquer tipo) devem ser separados para a coleta seletiva e reciclagem.
Tem uma coisa superimportante nessa história, que não será descartada: as lembranças desse tempo compartilhado. Pode guardar no coração, contar para os amigos, relembrar com a família.

Lembre-se dos clássicos conselhos:
Na natureza, não deixe nada a não ser pegadas.
Não tire nada, a não ser fotos.
Não leve nada, a não ser saudades.

Veja o Guia do Piquenique Sustentável aqui

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Carnaval Ecológico


O Carnaval está chegando e, para os foliões de plantão, um alerta: as serpentinas spray poluem muito mais do que as tradicionais. A espuma condensada em lata representa um risco para o meio ambiente, antes e depois de seu uso. Quando é produzida, a partir de combustíveis fósseis, emite CO2; quando sua válvula é apertada, os solventes usados na composição do spray poluem o ar. Alguns produtos, de marca duvidosa, possuem até CFC (gás nocivo à camada de ozônio) e são difíceis de reciclar, pela quantidade de resíduos químicos que restam na lata. O produto já é proibido em algumas cidades paulistas como Caraguatatuba e Pedreira e também no Rio de Janeiro. Segundo especialistas, vale usar a boa e tradicional serpentina, feita de papel reciclado. (Fonte)


Veja mais dicas de como ser um Ecofolião aqui.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Sete formas de perder peso com consciência ambiental

Se entrar em forma ficou como meta pra 2012, não deixe de conferir estas dicas com base em texto publicado no site TreeHugger. Agora, você vai descobrir como perder peso sem precisar entrar numa academia e sem deixar de lado sua preocupação com o meio ambiente!

1. Dirija menos

Todo mundo sabe que deixar o carro na garagem é ótimo para o meio ambiente. Mas que tal começar a ver isso como um benefício para você mesmo? Comece fazendo pequenos trajetos a pé ou de bicicleta, até se sentir motivado a fazer deslocamentos maiores sem depender do motor do seu veículo. Transforme isso em um hábito e logo você vai ver diferença no seu corpo ao mesmo tempo em que diminui sua pegada de carbono individual, seja para ir à padaria ou para visitar amigos ou parentes. Caminhe mais.

2. Deixe seu prato mais verde

Faça refeições ricas em frutas, legumes e vegetais e substitua a carne por alimentos menos calóricos como o feijão e a soja. Dessa forma, além de manter uma dieta balanceada, você estará reduzindo seus gastos mensais e diminuindo suas emissões de gases do efeito estufa relacionadas à pecuária. Se você acha que essa tarefa vai ser difícil, experimente receitas com novos ingredientes, como lasanhas de berinjela e nhoques de abóbora. E se você é do tipo que não consegue viver sem consumir carne, pelo menos tente diminuir a frequência em que ela aparece no seu prato. A digestão é difícil e seu organismo vai responder bem.

3. Incentive a agricultura local

Uma boa forma de ficar motivado a se alimentar melhor é participar do plantio e colheita de pequenas hortas e jardins na sua cidade. Se você não se vê fazendo isso, procure incentivar os pequenos agricultores locais comprando frutas, legumes e verduras cultivadas próximas a seu bairro, que dispensam o uso de caminhões grandes para o transporte. Além de serem mais frescos, geralmente são mais ricos em nutrientes e menos contaminados com agrotóxicos.

4. Seja voluntário em uma atividade ao ar livre

Fazer atividades ao ar livre é sempre mais agradável e menos poluente. Se você tem um tempinho de folga nos finais de semana, aproveite sua disposição para realizar trabalhos voluntários de preservação da natureza. Em vez de ficar em casa vendo televisão, você estará queimando calorias com atividades que vão contribuir para a sua cidade se tornar um ambiente mais natural e mais preservado.

5. Beba menos calorias

Todos os vegetais do mundo não serão suficientes para reduzir seu peso se você estiver bebendo litros de calorias em sucos com açúcar, refrigerantes e café. Sempre dê preferência a sucos caseiros feitos com a fruta natural. Além disso, as bebidas industrializadas também contribuem para sua pegada de carbono já que consomem energia e diversos recursos naturais na produção, sem falar nas embalagens que viram lixo depois do consumo. Por isso, comprar água de garrafa não faz sentido se você tiver um filtro na sua casa ou no seu trabalho, por exemplo. Mude seus hábitos.

6. Planeje uma horta caseira

Para ter um jardim ou horta caseira você não precisa gastar muito, nem ter muito espaço. Você pode reaproveitar latas e recipientes como vasos e até mesmo usar garrafas pet para construir uma horta vertical. Com essas duas ideias você pode plantar desde plantas frutíferas até temperos para deixar suas refeições mais saborosas.

7. Fique mais em contato com a natureza

Faça tudo o que você puder ao ar livre. Desde praticar yoga até brincar com o seu cachorro. Quando estamos dentro de um ambiente fechado, sempre acabamos consumindo energia elétrica seja para manter ligadas as luzes, a TV ou o ventilador. Se você frequenta uma academia, por que não passa a fazer os exercícios aeróbicos na praia, no parque ou em uma rua tranquila? Além de fazer seus treinos respirando o ar puro, isso vai desenvolver ainda mais o seu amor pela natureza. E provavelmente vai fazer novos amigos.

 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Saiba como neutralizar o carbono do seu evento


Evento Neutro é um programa voluntário de responsabilidade socioambiental para organizações e pessoas conscientes sobre o problema das mudanças climáticas, cujos objetivos principais são: viabilizar economicamente projetos de desenvolvimento sustentável que não existiriam sem os incentivos do mercado de carbono; educar, conscientizar e sensibilizar o público envolvido sobre causas e consequências das mudanças climáticas; melhorar a imagem da empresa.
Baseado no Protocolo de Kyoto, a neutralização de carbono é uma ação prática e legítima de responsabilidade socioambiental.
Saiba como neutralizar o carbono do seu evento aqui.


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Vamos tirar o planeta do sufoco


O Projeto Sacolas Ecológicas existe em Bariri desde o final de 2009. É uma parceria entre a ACIB (Associação Comercial e Industrial de Bariri) e a Prefeitura Municipal. O objetivo do projeto é conscientizar sobre o uso irracional das sacolinhas plásticas.

Com a assinatura do acordo entre a APAS (Associação Paulista de Supermercados) e o Governo do Estado no ano passado, as sacolinhas plásticas serão proibidas a partir de 25 de janeiro de 2012. A APAS lançou a campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco e muitas cidades estão aderindo.


Bariri, através do Projeto Sacolas Ecológicas, realizou uma reunião com os supermercadistas da cidade e a maioria apoiou a proibição das sacolas. Ontem, dia 23, foi realizada a última reunião antes da proibição e na ocasião foram entregues as sacolas ecológicas e as sacolas compostáveis para serem revendidas em cada supermercado.

O consumidor terá diversas opções para carregar suas compras para casa: sacolas ecológicas, caixas de papelão, caixas plásticas, carrinhos de feira e as sacolinhas compostáveis que serão vendidas a R$ 0,19 a unidade. Cada sacola dessa suporta 6 kg de peso. É claro que a intenção não é revender essa sacola, mas ela será muito útil até o consumidor acostumar com a proibição ou quando esquecer de levar sua sacola ecológica.

A pergunta é: Onde eu vou colocar meu lixo doméstico?

O maior problema de utilizar sacolas de plástico para acomodar o lixo é que muitas vezes as sacolinhas acabam sendo amarradas e colocadas dentro de um saco de lixo grande. Dessa forma esse lixo permanecerá intocado no aterro sanitário por muito tempo! Isso impede que os microorganismos presentes no solo possam entrar em contato com o lixo orgânico presente nas sacolas e realizar a decomposição do material. 

Outro problema comum em cidades grandes e que já foi presenciado também em Bariri é que as sacolas plásticas, por não acomodarem grande quantidade de lixo e permanecerem leves, são arrastadas pela enxurrada e podem acabar nos rios. Após as chuvas é possível perceber sacolas de lixo amontoadas próximos aos bueiros. Algumas de menor tamanho com certeza passaram pela abertura.

Hoje existem sacos de lixo compostáveis que poderão ser utilizados em casa. Uma ideia bastante difundida é a utilização de saquinhos de jornal nas lixeiras de banheiro e cozinha. Retira-se o lixo dentro dos saquinhos de jornal e deposita-se dentro de um saco de lixo grande. Quando estiver cheio, coloca-se na rua para ser levado pelos coletores. 

Essa ideia é melhor visualizada quando já se realiza a separação do lixo doméstico, mas mesmo em cidades onde não existe coleta seletiva nós podemos fazer a separação. Vidros, latas de alumínio, garrafas PET e papelão normalmente são levados por catadores informais. Coloque esses materiais separados do lixo úmido. Se algum catador frequentar o seu bairro poderá coletar esses materiais sem abrir o restante do lixo. Se você conhecer algum catador que passe pela sua rua, combine um horário ou dia da semana em que ele possa recolher esse material na sua casa.

A sacolinha plástica não é a vilã do problema. O consumismo tem aumentado juntamente com a facilidade que o plástico trouxe à nossa vida. Mas há alguns anos atrás as pessoas "sobreviviam" sem ele. O plástico está presente em todo tipo de embalagem de produtos que nós consumimos, até no isopor, que é um tipo de plástico. Além das sacolinhas plásticas, você pode evitar o plástico em muitas ocasiões. Veja aqui algumas dicas de como "desembalar" a sua vida!

Mudar hábitos não é fácil, mas muitas vezes é necessário. 

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O que podemos fazer para deter o Aquecimento Global

O QUE PODEMOS FAZER EM CASA

A responsabilidade não é só política e empresarial, mas também da postura de cada habitante da Terra diante do fenômeno é a chave para salvar o Planeta, nossas vidas e as futuras gerações.

Não mais protestos inúteis, pois AÇÃO e INFORMAÇÃO farão a diferença.

1 - A ÁGUA

Consuma o justo. Evite gasto desnecessário.
- Não esvazie a CISTERNA desnecessariamente e ao fazê-lo, utilize a água armazenada.
- Repare imediatamente os VAZAMENTOS: 10 gotas de água por minuto desperdiçam 2 mil litros de água por ano.

BANHEIRO

- Não jogue no VASO SANITÁRIO cotonetes, papéis, pontas de cigarro, compressas, OB ou preservativos, utilize a lata do lixo.
- Gel, xampu e detergentes são contaminadores. Usá-los moderadamente e se possível optar por produtos ecológicos.

BANHO

- Prefira DUCHA à imersão (banheira). Economiza 7 mil litros p/ ano.
- Mantenha a ducha aberta só o tempo indispensável, fechando-a enquanto você se ensaboa.
- Não deixe a torneira aberta enquanto escovar os dentes ou se barbear.

COZINHA

- Não lave os alimentos com a TORNEIRA aberta, utilize um recipiente. Ao terminar, esta água pode ser aproveitada para regar as plantas.
- Utilize a máquina de lavar louças na sua capacidade máxima.
- Não despeje óleo usado na pia ou vaso sanitário, ele flutuará sobre a água e é muito difícil de eliminar.

LAVANDERIA

- Utilize a MÁQUINA DE LAVAR somente quando estiver cheia totalmente.
- Reutilize totalmente ou parte da água da máquina: limpar pisos, calçadas.

JARDIM

- O melhor momento para regar é à tardinha, menor evaporação.
- Utilizar água não potável para regar jardins e calçadas; de cozimento de alimentos para regar as plantas.
- Prefira plantas nativas, que requerem menos cuidados e menos água.
- Não esquecer de plantar uma ÁRVORE, ao menos uma vez na vida.

2 - LIXO

- Mais da metade da produção industrial é reciclável.
- Por que não RECICLAR e ECONOMIZAR?
- Não jogue nenhum tipo de lixo no MAR, RIOS e LAGOS.

LEI DOS 3 ERRES
 
- REDUZIR - o consumo desnecessário e irresponsável.
- REUTILIZAR - encontrar um novo uso.
- RECICLAR - transformar em novas propostas de utilização.

- Reutilizar 100kg de papel salva a vida de, pelo menos, 7 árvores.
- Selecione o lixo que você produz. Informe-se sobre a possibilidade de um SISTEMA SELETIVO DO LIXO.
- Use sempre vasilhas RETORNÁVEIS.
- Use vasilhas de VIDRO no lugar de plástico, 'tetrapack' e alumínio.
- Não desperdice guardanapos, lencinhos, papel higiênico etc.
- Existem cooperativas e empresas que coletam materiais recicláveis como: jornais, livros velhos, garrafas, metais, etc.

3 - ALIMENTAÇÃO

- Diminua o consumo de carnes vermelhas. Consuma mais frutas, verduras e legumes.
- A criação de animais para o consumo contribui com a devastação de árvores e ecossistemas.
- Produzir 1 kilo de carne gasta mais água do que 365 duchas.
- Prefira alimentos orgânicos.

4 - ENERGIA

- Não consuma em excesso, diminua o seu consumo diário.
- No verão, use banho com água na temperatura ambiente, que é mais saudável.
- Use conscientemente o FERRO, AQUECEDOR e MÁQUINA DE LAVAR.
- O PETRÓLEO, CARVÃO e GÁS são combustíveis geradores de 'CO2' que aumenta a temperatura global.
- Melhor cozinhar com gás do que com energia elétrica.
- Desligue a TV, rádio, luzes, computador (monitor) se não estiver usando.
- Apague as luzes de que não estão sendo utilizadas.
- Utilize lâmpadas de baixo consumo de energia.
- Modere o consumo de latas de alumínio.
- Não compre ou use produtos de PVC em nada, contamina muitíssimo e não é reciclável.

5 - TRANSPORTE

- Diminua o uso do veículo particular, faça-o de forma eficiente.
- Não viaje só, organize traslados em grupos ou em transporte coletivo.
- Calibre os pneus, isso economizará gasolina.
- Revise a emissão de gases do seu veículo.
- Reduza o uso do ar-condicionado, pois reduz a potência e eleva o consumo de gasolina.
- Nunca sobrecarregue o veículo: mais peso, maior consumo de combustível.
- Utilizar a bicicleta na medida do possível.

6 - PAPEL

- Reduza o consumo de papel.
- Use habitualmente papel reciclado utilizando os dois lados.
- Incentive o uso de produtos feitos a partir de papel reciclado.
- Faça somente as fotocópias imprescindíveis.
- Reutilize as embalagens, caixas, etc.

REJEITE PRODUTOS DESCARTÁVEIS (de um só uso).

7 - EDUCAÇÃO

- Eduque os jovens e a todos a quem conheça com relação à natureza.
- Divulge essa lista aos seus contatos.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Tomar banho em 5 minutos: bom para a pele e para o planeta

Quantas vezes você costuma tomar banho durante a semana?

Uma pesquisa realizada em dez países indicou que os brasileiros são recordistas mundiais no tempo usado para tomar banho, ligando o chuveiro em média 20 vezes por semana!

Para quem está acostumado a tomar mais de dois banhos longos por dia, um alerta: essa prática apesar de parecer saudável pode colocar em risco a saúde da sua pele.


Cinco minutos debaixo d’água são suficientes, pois quando tomamos banho, retiramos a camada de gordura fundamental para a lubrificação da pele, tornando-a ressecada e propícia à contaminação por fungos e bactérias.

Além disso, tomar banho muito quente também contribui para retirar a oleosidade natural da pele. Mas o banho frio também não é indicado, já que muda drasticamente a temperatura do corpo, que é de cerca de 36 graus Celsius. O ideal é que o banho seja morno, em temperatura parecida com a do corpo.

Os dermatologistas indicam de um a dois banhos por dia, em períodos que variam de três a oito minutos. E a utilização do sabonete deve se concentrar mais nas áreas de maior proliferação de micro-organismos, como orelhas, axilas, região genital, umbigo, atrás dos joelhos, pés e entre os dedos. Nas partes mais ressecadas, o ideal é passar pouco sabonete, já que ele é um dos grandes vilões na eliminação de gordura da pele.

Outras dicas são: evitar as buchas, trocar a touca uma vez por mês, lavar o cabelo com frequência, passar creme hidrante após o banho e trocar as toalhas a cada dois dias para não criar fungos.

Diminuir o tempo no banho, além de proporcionar uma pele mais saudável, também vai permitir uma maior economia de água. Um banho de dez minutos gasta em média 160 litros de água. Se todo mundo pelo menos desligasse o chuveiro na hora de se ensaboar, o consumo de água já diminuiria drasticamente.

Também existem dispositivos economizadores que permitem reduzir o seu consumo de água ainda mais. Outra dica é da Fundação SOS Mata Atlântica: fazer xixi na hora da ducha economiza 20 litros de água por vez!

Depois de ler essas dicas, você consegue diminuir o tempo que fica debaixo do chuveiro?

Fonte: Greenvana
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