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terça-feira, 30 de abril de 2013

Limpeza Ecológica

Aprenda a usar produtos como limão e vinagre na limpeza doméstica

Para deixar a cozinha brilhando e as janelas um “brinco”, nem sempre é preciso apelar para os limpadores químicos milagrosos que estão na dispensa da maioria das casas brasileiras. Com soluções simples (e que usam produtos fáceis, que fazem parte do dia-a-dia), é possível limpar fogão, piso, panelas, banheiro e até grelha de churrasco.
A troca de produtos que estão nas prateleiras de limpeza dos supermercados por outros “caseiros”, menos agressivos ao meio ambiente, ajuda também a economizar dinheiro nas compras domésticas. Conheça algumas soluções e veja como é fácil colocá-las em prática. Conhece mais alguma? Compartilhe com a gente!

Limão, o removedor

Adotar a fruta como material de limpeza evita o uso de produtos com cloro e solvente. Como o limão é ácido, é fácil remover sujeira e manchas. Para tirar gorduras de louças, dilua a fruta em água e coloque a mistura no que está sujo. Para tirar ferrugem de objetos como grelhas, esfregue suco de limão com palha de aço. No caso de bocas de fogão, junte uma colher de sopa de sal ou bicarbonato de sódio ao extrato de uma unidade da fruta.

Vinagre, o potente

O vinagre branco é considerado o “campeão” entre os limpadores naturais, em função da capacidade de combater mofo, gordura e odores fortes. Pode substituir detergentes, amaciantes e outros limpadores – e com ele, você deixa de usar químicos como cloro, amoníaco e soda cáustica.
Uma esponja com vinagre branco é ótima alternativa para limpar o box do banheiro. Depois de limpar, passe um pano macio por cima. É bom também para eliminar cheiro de mofo do armário: esvazie-o e deixe uma bacia com o produto dentro do móvel durante uma noite inteira. Também serve para eliminar odores de fezes e urina de animais de estimação.
Fritou um bife e sujou todo o fogão? Coloque um pouco de vinagre e deixe agir por alguns minutos antes de começar a limpar. O produto também é bom para limpar azulejos, vaso sanitário, janelas e espelhos.

Óleo, o brilhante

Óleos vegetais (como oliva, girassol e linhaça) são ótimos para substituir os lustra-móveis. Para limpar janelas, por exemplo, misture óleo e álcool em partes iguais. Em móveis de madeira, a mistura deve ser com suco de limão (duas xícaras de óleo e suco de um limão).

Outras dicas:

- Na hora de usar um produto químico, leia o rótulo e veja qual a quantidade necessária para fazer a limpeza. Assim, você evita desperdiçar o produto.
- Dê tempo para o produto agir. Deixar de molho, nem que seja por pouco tempo, normalmente é mais eficiente do que lavar e esfregar muito.

terça-feira, 26 de março de 2013

Faça-você-mesmo: lembranças de Páscoa com reaproveitamento de materiais

Ainda dá tempo de preparar as lembrancinhas de Páscoa sem gastar muito e aproveitando materiais que você já tem em casa. Use a imaginação ou aproveite as dicas abaixo. Chame as crianças e mãos ao chocolate à massa!

Passo-a-passo aqui

Passo-a-passo aqui

Passo-a-passo aqui

Passo-a-passo aqui

Passo-a-passo aqui

Observação: Esta postagem foi atualizada pois eu havia perdido as imagens do blog.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Você sabia que 2013 é o Ano Internacional para a Cooperação pela Água?


Em dezembro de 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas indicou 2013 como o Ano Internacional para a Cooperação pela Água. Será que isso tem a ver também com cada indivíduo?
Para atingir o bem-estar de toda a sociedade é necessário que se construa um caminho que valorize a cooperação mais do que a competição nos itens relacionados à sustentabilidade. A razão básica para isso é o fato do movimento de sustentabilidade ser recente e o problema da insustentabilidade ter uma enorme urgência. Em algo novo para a sociedade, que deve mudar significativamente a forma de fazer as coisas, como é o caso da sustentabilidade, quanto mais se puder cooperar mais rapidamente serão identificadas e disseminadas soluções que ajudarão a caminhar na direção desejada.

Enquanto no cenário político internacional o termo cooperação pela água está relacionado à gestão do recurso dentro de uma cultura de paz, para o indivíduo significa reconhecer o impacto que seus atos de consumo podem ter sobre a sociedade e o planeta e rever seus hábitos levando em consideração o bem-estar coletivo. É também tomar consciência de que pequenas mudanças em hábitos de consumo (ainda que promovidas por um pequeno grupo de pessoas), quando consolidadas e mantidas por um longo período de tempo, causam muito impacto. Ou seja: cooperar, para o indivíduo, é investir nessas pequenas mudanças, apostar na transformação que elas podem causar quando somadas às de outras pessoas, e mobilizar os amigos e familiares a adotar as mesmas mudanças em seus hábitos de consumo.

E cada indivíduo contribui quando:

•    Economiza água nas atividades domésticas;
•    Opta por produtos que usam menos água em toda cadeia produtiva;
•    Incentiva a indústria e, sobretudo, a agropecuária a inovar para a redução do uso de água, para o desperdício zero e para a não poluição;
•    Demanda de governos e empresas fornecedoras de água que reduzam as chamadas perdas na rede;
•    Incentiva amigos e familiares a também contribuir na mesma direção.

Fonte: Akatu

segunda-feira, 4 de março de 2013

Fogão à lenha Ecoeficiente

Imagem ilustrativa
O fogão sustentável reduz em até 40% a quantidade de lenha necessária para o seu funcionamento e sua estrutura impede que a fumaça gerada pela queima da madeira invada as casas.


Veja aqui o Manual de Construção Fogão EcoEficiente
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Veja aqui o Manual do Fogão à Lenha sem Fumaça.

Fonte: Novos Rurais


Observação: Esta postagem foi atualizada pois eu havia perdido as imagens do blog.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Material de construção ecológico economiza água e reduz entulho

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 O produto sustentável é mais eficiente do que a argamassa convencional e pode ser vendido pela metade do preço da opção comum. | Foto: <a href='http://www.massadundun.com.br/admin/dados/down/foto%20folheto%20massa%20DunDun%2009.jpg' target='_blank'>Divulgação</a></p>
O produto sustentável é mais eficiente do que a argamassa convencional e pode ser vendido pela metade do preço da opção comum. | Foto: Divulgação
Um material de construção criado no Brasil promete minimizar os impactos gerados pela construção civil no mundo inteiro. A alternativa é equivalente à argamassa e reduz a produção de entulho, o uso de água, cal e areia para levantar paredes.

Trata-se de uma cola utilizada para fixar os tijolos e sua aplicação é mais sustentável do que a argamassa, já que o produto não gera resíduos, mantém as obras limpas e combate o desperdício de muitos recursos que se transformariam em entulhos.

Indicado para vedar paredes erguidas com vários materiais – como concreto, tijolo convencional, cerâmica e tijolo ecológico, o produto é um fluido que também promete reduzir os esforços físicos dos operários e aposentar as betoneiras.

A criação ganhou o “Prêmio Inovação e Sustentabilidade”, realizado pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). De acordo com uma pesquisa elaborada nos EUA, até 50% dos recursos naturais do planeta são consumidos pela construção civil, uma das atividades de desenvolvimento mais predatórias do mundo.

Segundo os criadores, o produto sustentável é mais eficiente do que a argamassa convencional e pode ser vendido pela metade do preço da opção comum. Como a aplicação também demanda menos esforços dos trabalhadores, a obra pode ficar pronta até três vezes mais rápido do que se estivesse sendo usada a argamassa.

No site do fabricante, estão detalhadas mais informações sobre o produto.

Fonte: CicloVivo

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Economize energia nesse verão com dicas simples, mas eficazes

energia

No verão, os ventiladores, ar-condicionados e freezers são acionados para ajudar a aliviar o calor comum desta estação. O problema é que a utilização excessiva de todos eles podem ampliar significativamente o aumento de energia.
No intuito de ajudar a economizar e ao mesmo tempo não sofrer com o calor, veja algumas dicas simples listadas pelo Procel, que podem auxiliar na redução.
  • Tome banho frio: aproveite para tomar banhos frios. Além de aliviar o calor, isso reduz o gasto comum de um chuveiro elétrico.
  • Desligue o ar-condicionado quando possível: uma boa hora é meia hora antes do fim do expediente e na hora do almoço. E quando ele estiver ligado, evite deixar portas abertas e a penetração do sol no ambiente, fechando cortinas e persianas.
  • Abra as janelas: aproveite a iluminação e ventilação natural.
  • Evite abrir a geladeira toda hora: retire de uma só vez tudo o que precisa. Além disso, ela não deve ficar próxima de lugares quentes, como fogão ou janelas que batem sol.
  • Nunca deixe seu aparelho "dormir" carregando: dê a carga necessária e retire-o da tomada. Para câmeras digitais que não usam pilhas, aplica-se a mesma regra do celular. Só carregue o tempo necessário especificado no manual.
  • Quando não estiver usando, mantenha o computador desligado: dê preferência aos notebooks que consomem menos energia. Não deixe os acessórios do computador (impressora, scanners, etc.) ligados sem necessidade.
  • Opte por equipamentos mais eficientes:  escolha aparelhos com classificação "A" no Programa Brasileiro de Etiquetagem do Inmetro, quando for o caso, ou identificados com o Selo Procel, da Eletrobrás.
  • Se possível, não use aparelhos elétricos durante o horário de pico: evite o horário de maior consumo de energia, entre 18h e 21h.
Fonte: Eco4planet

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Carnaval e consumo consciente combinam! Quer ver?

O Carnaval está chegando! Para os foliões, diversão garantida nos blocos de rua, desfiles e bailes. Para quem gosta de sossego, um feriadão para descansar ou passear. Mas será que é possível aproveitar a festa e contribuir para um mundo mais sustentável ao mesmo tempo? Conheça dez dicas de consumo consciente, que valem para os foliões de carteirinha e para quem vai curtir outra programação nesse período. São dicas simples e práticas para festejar a data sem culpa. Confira!
1. Mais luxo que lixo
O aumento do turismo e o consumo de bebida e comida no Carnaval geram mais lixo que o normal. O aumento do lixo gera impactos na coleta (que fica sobrecarregada) e no armazenamento nos aterros. Mas o consumidor consciente sabe que um Carnaval bom mesmo tem menos desperdício de comida e de bebida, e tem uso de embalagens retornáveis... Enfim, tem mais luxo que lixo!

2. E viva o lixo no lixo!
Os blocos e desfiles aumentam a concentração de pessoas nas ruas das cidades. Já imaginou o que acontece quando elas jogam seus papéis, copos, embalagens e tudo o mais na própria rua? O lixo acumulado entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Nas praias, o lixo se espalha pela orla, vai parar no fundo do mar e, além de contaminar a água e consequentemente fauna e flora que nela vivem, seu recolhimento é muito trabalhoso. O consumidor consciente pode evitar estes impactos se levar consigo um saquinho para guardar as sobras do que consumiu até encontrar uma lata de lixo.

3. Re-fantasie-se
As fantasias de Carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Para chegar até o consumidor, uma fantasia utiliza matérias primas, água e energia em sua produção, distribuição e transporte. Que tal reutilizá-las, trocá-las com amigos ou reformá-las? Utilizando a mesma fantasia mais de uma vez, o consumidor consciente dilui ao longo do tempo os impactos negativos ocorridos na produção dos materiais que compõem a fantasia. Além disso, evita que ela seja jogada fora e, assim, aumente a quantidade de lixo produzido desnecessariamente.

4. Excesso? Só de alegria
A combinação entre calor, comida comprada na rua, álcool e multidão pode ser indigesta. Também o consumo excessivo de bebidas é responsável pela maioria dos acidentes de automóvel e pelo início de diversas brigas de rua. O limite é definido por cada um. O consumidor consciente aproveita a festa protegendo a sua saúde e a de todos.

5. Pé e consciência na estrada
O turismo aumenta muito nos feriados prolongados. As viagens de carro são bastante comuns e ampliam o tráfego nas estradas, o risco de acidentes e a emissão de poluentes. Mas o consumidor consciente pode se organizar para viajar com o maior número possível de pessoas no carro, diluindo os impactos da viagem. Pode também planejar sua viagem de modo a ter o motor regulado, reduzindo em até 5% o consumo de combustível e emitindo menos gases de efeito estufa. Além disso, pode programar a saída de casa em horários de menos trânsito, reduzindo desta forma o tempo em marcha lenta e emissão maior de carbono. O turismo também pode ter impactos positivos: respeitando os costumes dos lugares visitados e prestigiando a cultura e economia locais, o consumidor consciente contribui para o desenvolvimento da região visitada.

6. Pirataria só na fantasia
Quando o consumidor consciente compra artefatos de festa, CDs e DVDs, ele pode exigir dos fornecedores nota fiscal, evitando a sonegação de impostos e o estímulo à produção ilegal, que alimenta o crime organizado.

7. Desplugue-se
Antes de viajar ou sair de casa por períodos prolongados para se distrair, o consumidor consciente pode tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como televisão, DVD, micro-ondas, computador e carregador de bateria, a fim de economizar energia. O modo “stand by” – acionado quando o aparelho está desligado, mas conectado à rede elétrica pela tomada – faz com que o aparelho continue consumindo energia, podendo chegar a até 25% do que consumiria se o equipamento estivesse ligado.

8. Mergulhe na folia, mas deixe a água de fora
O Carnaval é uma época em que as cidades turísticas enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do consumo adicional das pessoas que elas recebem. O consumidor consciente pode evitar tais problemas redobrando os cuidados com a água: brincando sem gerar desperdícios, tomando banhos mais curtos e aproveitando o calor para desligar o chuveiro caso demore ao se ensaboar ou para aplicar cremes nos cabelos.

9. Eu quero sossego
Aqueles que moram em cidades que não são destino de foliões e que não vão viajar podem aproveitar a tranquilidade e o tempo livre em atividades que valorizam o maior convívio com os amigos e com a família. Caminhadas, piqueniques, visitas a parques, museus e centros culturais são algumas sugestões que estimulam o bem-estar e podem ter menos impactos negativos no bolso e no meio ambiente!

10. O bloco do consumo consciente
O consumidor consciente também pode divulgar estas dicas para os amigos e familiares, convidando-os a fazerem parte de um movimento por um Carnaval mais sustentável. Espalhar os princípios que o Akatu apresenta aqui é como puxar um trio elétrico, atrás do qual só não vai quem ainda não entendeu que consumo consciente é o jeito mais fácil e acessível a cada um para fazer do mundo um lugar melhor para todos!

Fonte: Akatu

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Material escolar: feiras de usados promovem consumo consciente

Como pais, alunos e professores se envolvem com práticas de doação e troca, economizam na conta e ainda contribuem para um futuro sustentável
Janeiro é época de iniciar a compra do material escolar contido nas listas enviadas pelas escolas para o início do ano letivo. Pesquisar os melhores preços, fazer compras de grande volume em conjunto com os pais de outros alunos, reutilizar materiais do ano anterior ou trocar materiais com os pais de outros alunos já são práticas comuns. Trocar, doar e passar para frente itens usados como livros, objetos de papelaria em bom estado e uniformes são soluções cada vez mais utilizadas para diminuir gastos. Ao mesmo tempo, essas atitudes também contribuem para reduzir o impacto ambiental negativo sobre os recursos naturais utilizados na fabricação de novos materiais a cada ano.
 

Algumas escolas têm facilitado o acesso a materiais usados, promovendo, por exemplo, feiras de livros. Ninguém gosta de jogar fora um livro, pois é algo de valor. Por isso, o melhor é encaminhar para doação.  Para evitar o desperdício, é importante conservar o material da melhor maneira possível. Um caderno que não terminou, por exemplo, pode ser usado no ano seguinte.

Livro Livre (Foto: Divulgação/Gracinha)
A feira "Livro Livre" (foto), promovida na escola Nossa Senhora das Graças, proporciona doação e troca de livros usados desde 2010 e, segundo sua coordenadora, "catalisa uma mudança na cultura da necessidade do novo". Mãe de ex-alunos do colégio, Vilma conta que em 2012 foi feito um levantamento sobre a economia dos pais na compra de material didático após a adesão à feira. “Percebemos que os pais chegavam a economizar em média R$ 350,00 na compra de livros”, alerta.
 

A cada ano, milhares de alunos compram materiais novos para as aulas, enquanto outros descartam ou acumulam itens que não têm mais uso, ou que ficaram esquecidos em casa. Promover a troca e doação destes materiais é uma solução por meio da qual todos são beneficiados: alguns têm as necessidades básicas de material escolar atendidas sem pesar no orçamento, enquanto que outros dão melhor destino para itens que poderiam ser desperdiçados, acumulados ou jogados fora sem necessidade.
 

Na Escola Stagium, em Diadema, a recomendação sobre o reaproveitamento dos materiais é feita por escrito para que os pais aproveitem o material e façam a reposição somente do necessário.
 
Incentivo que veio dos pais
No Colégio Franciscano Nossa Senhora Aparecida, as feiras de trocas de livros são realizadas desde 2008 e contam, em média, com a participação de mais de cem famílias por evento. A troca de livros já era realizada informalmente entre alguns pais antes da criação da feira. A escola investiu na criação da feira para ajudar os pais e incentivar a prática de consumo consciente.

 

Trocar, doar e compartilhar são formas de promover o consumo consciente e a sustentabilidade, além de contribuir para que pais, alunos e professores reflitam sobre o consumo, cidadania, desperdício, utilização de recursos naturais, lixo e meio ambiente.
 

Procure se informar se a escola do seu filho já tem esse tipo de iniciativa. E se não tiver, não seria uma boa oportunidade de propor uma?

Fonte: Akatu

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

6 passos para uma casa sustentável

Ter um estilo de vida que respeita o meio ambiente é fácil. Veja dicas simples para tornar o seu lar mais "verde".

De uns tempos para cá, a sustentabilidade virou assunto constante nos meios de comunicação e até mesmo no comércio. Mas, longe de ser mais um modismo, o movimento – que concilia crescimento econômico, preservação do meio ambiente e melhoria das condições sociais – veio para ficar. 

Veja abaixo seis passos para tornar sua casa "verde". Você vai perceber que, no final, não só ganham o planeta e a sociedade, mas você também!

1. Atitudes ecológicas - Hábitos simples, como manter a luz apagada nos ambientes vazios, tomar banhos rápidos e reciclar o lixo, são passos que fazem toda a diferença. Uma casa sustentável é uma casa eficiente, que racionaliza e induz ao uso adequado de energia e água.

2. Telhado branco - A ONG Green Building Council lançou campanha mundial para que os telhados sejam pintados de branco. Estudos demonstraram que as cores escuras refletem apenas 20% da luz solar. Com isso, as superfícies esquentam muito, contribuindo para a formação de ilhas de calor. Participe dessa campanha e use tintas ecológicas, à base água, que costumam ter, entre outras propriedades, baixa emissão de compostos voláteis, substâncias que prejudicam a qualidade do ar.

3. Jardim sustentável - É importante privilegiar o uso de plantas regionais. Elas atraem pássaros e até mesmo pequenos animais que estão ficando sem habitat. Um exemplo disso são os severos ataques de lagartas que as plantas sofrem atualmente. Isso poderia ser evitado se houvesse predadores naturais. Sugere-se plantar árvores frutíferas até mesmo em vasos.

4. Pé na grama - Devemos evitar a pavimentação de todo o jardim. A água deve conseguir infiltrar-se no solo e voltar para os lençóis freáticos. Por falar em água, a irrigação automatizada, quem diria, é a melhor maneira de economizar este recurso natural para grandes extensões verdes. Os custos envolvidos serão compensados, ainda mais quando pensamos no preço dos recursos naturais no futuro.

5. Reuso e criatividade - A limitação de recursos faz a criatividade e o respeito serem os grandes aliados da sustentabilidade. Antes de comprar, o morador deve fazer uma análise de tudo o que existe na casa e de tudo o que pode ser consertado ou transformado. Hoje há uma gama de acessórios e materiais que permitem o restauro, ou até mudanças de aspecto e funções nos móveis e objetos de uma casa.

6. Consumo consciente - É importante observar os rótulos dos produtos antes de comprar. Produtos sustentáveis são sempre marcados com "selos ecológicos". Prefira os biodegradáveis, que são decompostos pelo próprio meio ambiente, e evite os altamente tóxicos. Confira também a responsabilidade do fabricante em relação a seus empregados e região onde está estabelecido. 

Fonte: Leroy Merlin

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Usar copos descartáveis é gerar lixo sem necessidade


Algumas pessoas ainda acham que usar copo descartável é comodidade. Você vai até o bebedouro, saca o copinho, enche de água (ou café, chá…), bebe e… joga no lixo.
O problema, porém, é pegar um novinho em folha cada vez que bate a vontade de beber alguma coisa.  Além da geração desnecessária de resíduos, a fabricação desses copos emite CO2 e outros gases na atmosfera. Só nos EUA, a fabricação, o transporte e a reciclagem desses materiais produzem gases que se equiparam aos de uma frota de 1,3 milhão de carros durante um ano. Sem contar que cada copinho pode levar mais de 100 anos para se decompor na natureza.
Mesmo que o copo jogado fora vá para o lixo reciclável, existem opções melhores, que contribuem para que o volume de lixo gerado desnecessariamente seja menor. Se você usar dois copinhos descartáveis em um dia de trabalho, por exemplo, são 10 por semana, 40 por mês – que foram para o lixo só para você dar alguns goles. As canecas são boas alternativas. Apesar de você precisar lavá-las, a quantidade de água utilizada não chega ao total necessário para fabricar os copinhos.

O que fazer?
 
Para atenuar esse desperdício bastam algumas atitudes simples:
- Deixe uma caneca na mesa onde você trabalha ou estuda e tome água nela toda vez que tiver vontade. Empresas podem estimular a prática entre os funcionários. Se cada um levar a sua, a redução no gasto com copos plásticos já será considerável. Se no local onde você trabalha não há esse incentivo, comece por vontade própria.
- Carregue na bolsa ou mochila uma garrafinha de água. Mesmo que seja de plástico, você pode usar a mesma por muito tempo, sem precisar jogar fora.
- Vai dar uma festinha em casa? Se for pouca gente, prefira usar copos de vidro a oferecer descartáveis para os convidados. Se não tiver jeito, tente lavar e guardar os copos que foram usados para uma próxima comemoração.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Dicas para o Consumo Consciente no Natal

Cada vez mais se fala em consumo consciente. Aqui no Blog já falamos disso diversas vezes, mas a cada ano, a cada data comemorativa, somos bombardeados por propagandas que exibem a "vida perfeita", o "carro do ano", o "melhor computador" e por ai vai... O Natal se tornou mais uma data comercial, quando muitas pessoas se endividam para adiquirir os melhores produtos e presentes. Por sorte, uma grande parte de população já começou a perceber a "roubada" e este ano foi declarado o Ano das Lembrancinhas. 

Acho legal mostrar que as pessoas são importantes para nós e que nós nos lembramos delas com carinho. Mais um motivo para que a lembrança tenha realmente significado: porque não dar um presente hand made (feito à mão)? Que tal um presente feito em casa, como uma garrafa de licor ou uma lata de biscoitos? Esse assunto rende muita discussão, então deixo aqui algumas dicas sobre consumo consciente. Algumas delas até já apareceram por aqui, mas sempre é bom reforçar.

 Evite excessos no consumo

Só os americanos, com 5% da população mundial, abocanham uma fatia de 32% do consumo global. Se todos vivessem como os americanos, o planeta só comportaria uma população de 1,4 bilhão de pessoas. Nossas classes A e B+ têm padrão de consumo semelhante.

Não compre produtos piratas ou contrabandeados

Pagar menos por produtos piratas ou contrabandeados não compensa: você estará contribuindo com o crime organizado e com o consequente aumento da violência no seu bairro, na sua cidade, no seu país. 

Dispense os pacotes para presente

No Natal sugira aos convidados que os presentes podem vir sem embrulhos enfeitados, que gastam um monte de papel, fita, laço e plástico. Pacotes de presente devem desaparecer na transição para a sociedade sustentável, comece a mudança na sua festa. Inicialmente pode até parecer estranho, mas será um bom exemplo. Quem sabe seus parentes e amigos não começam a fazer igual? 

Faça doações

Troque os seus presentes em benefício de ONGs e entidades de ação social. Avise aos convidados que, em vez de lembranças para você, eles devem depositar o valor correspondente na conta da entidade. 

Leve seu filho às compras

Decida com eles quanto gastar, o que comprar e, juntos, discutir os fatores socioambientais que levaram a escolha do produto e da empresa fornecedora. Desse modo, com paciência, é possível ensinar à garotada que as escolhas têm impacto na saúde, no bolso e na natureza. Afinal, elas estão na fase inicial de compreensão do mundo e quanto mais cedo começarem a lidar com a responsabilidade de preservar o meio em que elas também vão criar seus filhos, tanto melhor. 

Se parcelar o pagamento, analise a taxa de juros

Fazer compra parcelada com juros sai caro e é sempre um risco. Não olhe apenas a prestação, mas o preço final parcelado. Muitas vezes, com o valor final daria para comprar até três do mesmo produto. Isso quer dizer que você vai trabalhar muito mais para comprar a mesma coisa. Só parcele ou tome emprestado se você realmente precisar. 

Valorize moedas e o troco

Pequenas despesas pesam muito no orçamento. Uma pessoa que economize R$ 1,00 por dia, durante 66 anos de sua vida, e coloque este dinheiro na poupança, acumulará R$ 284 mil ao final desse período. Já é uma boa aposentadoria! 

Use o 13º salário para quitar dívidas do Ano Velho

As taxas de juros sobre os saldos devedores do cartão de crédito e do cheque especial são muito elevadas. Portanto, zerar essas dívidas para iniciar o Ano Novo sem pagar juros é um ótimo negócio. A dica é fazer como já foi declarado por 60% dos brasileiros, que pretendem usar o 13º salário para quitar débitos antigos. E mesmo para quem estiver com a conta no azul, vale reservar parte do 13º para enfrentar as despesas típicas do início do ano, como gastos com férias, IPVA, IPTU, matrículas, material e uniformes escolares. 

Repensar o consumo de produtos

A fabricação de qualquer produto envolve extração e processamento de matéria-prima, uso de água e de energia na produção, além do gasto de combustível no transporte até as lojas. Todos esses processos causam a emissão de gases de efeito estufa. Repensar seu consumo antes de comprar um produto novo. Indague-se se não dá para reaproveitar, usar por mais tempo ou procurar consertar o que está quebrado. 

Faça a tradicional listinha antes das compras

Em média, um terço do que compramos em alimentos vai direto para o lixo, porque compramos a mais e estraga. Em um ano, cada família média brasileira acumula um desperdício de 255,5 kg de comida no lixo. Se poupasse o valor jogado fora, a mesma família acumularia quase R$ 1 milhão ao longo da vida. 

Mesa farta, mas consciente

Compre apenas a quantidade de alimentos e bebidas que você estima que realmente será consumida, assim evita o desperdício. Prefira produtos cultivados na sua região, reduzindo assim o custo de transporte e o desperdício. 

Separe as garrafas PET para reciclagem

Entregar as garrafas PET para reciclagem reduz lixo e gera empregos no país. O Brasil joga fora metade das garrafas, e nossas indústrias importam PET. 

Não jogue óleo usado na pia

Um litro de óleo jogado na pia polui até 25 mil litros de água.  

Prefira produtos não embalados e sem isopor

Embalagens tipo “caixinha-dentro-de-saquinho-dentro-da-sacola-e-do-sacolão” geram muito lixo. 

Leve sacola retornável ao fazer compras

Saco plástico chega a 40% das embalagens jogadas no lixo e leva até 400 anos para se decompor. 

Reciclar produtos diminui o lixo

De cada dez caminhões de lixo recolhido no Brasil, apenas um vai para reciclagem. Escolher produtos com menos embalagens e enviar tudo que puder para reciclagem ajudam a reduzir a montanha de lixo. 

Recicle latinhas de alumínio

Uma latinha de alumínio feita a partir de minério virgem gasta 20 vezes mais energia elétrica para ser produzida do que uma latinha feita de alumínio reciclado. Portanto, recicle as latinhas, assim você evita a extração de mais minério e, ao mesmo tempo, economiza energia. 

Informações do Instituto Akatu.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Que tal passar 24h sem comprar?

No próximo sábado, 24/11, celebra-se o Dia Sem Comprar, conhecido internacionalmente como Buy Nothing Day. O objetivo da iniciativa é estimular as pessoas a refletirem sobre os impactos positivos e negativos, sociais e ambientais, de seus atos de consumo. Criada em 1993 pela organização canadense Adbusters, a data mobiliza pessoas em dezenas de países, entre eles França, Japão e Suíça.

O Dia Sem Comprar também propõe que os cidadãos questionem a origem dos produtos, desafiem empresas a atuar de forma ética e com responsabilidade socioambiental, além de apoiar a reflexão acerca do verdadeiro significado das festas de fim de ano, celebrações fortemente marcadas pelo consumismo.

A data é mais uma oportunidade para se repensar os próprios hábitos de consumo e contribuir para a mudança dos padrões de produção e consumo vigentes.

E o que você pode fazer?
- Divulgue a data em suas redes sociais e entre seus amigos, família e colegas de trabalho. 
- Lembre-se de praticar o consumo consciente nos outros 364 dias do ano, usando dicas de Compras Detox.

Fonte: akatu.org.br

terça-feira, 15 de maio de 2012

5 dicas para ter um quarto sustentável

A sustentabilidade precisa ser incorporada em todos os aspectos da vida, não só na questão ambiental. Algumas mudanças de hábito podem começar na própria casa. Com algumas substituições é possível viver em um ambiente muito mais sustentável. Conheça cinco ideias para tornar seu quarto mais sustentável e reduzir os níveis de poluentes do ambiente.
1 - Use tintas sem COV na parede:
A maior parte das tintas disponíveis no mercado possui compostos orgânicos voláteis (COV), que possuem substâncias cancerígenas e ainda poluem o ar. A dica é substituí-las por tintas sustentáveis. Conheça algumas tintas alternativas:
Tinta de caseína, que é uma a mistura da caseína (uma proteína do leite) com pigmentos. Esta tinta pode inclusive ser feita em casa.
Tintas de cal: Feitas com cal e pigmentos naturais.
Tintas naturais ou orgânicas: Estas são desenvolvidas com extratos vegetais e minerais misturados com óleos e resinas naturais. Também podem ser feitas em casa com frutas ou verduras.
Tinta de terra: Estas proporcionam maior controle da umidade relativa no ar, pois uma vez que possuem terra na composição elas deixam a parede respirar. Além disso, não desbotam e podem ser utilizadas em paredes internas e externas.
Tintas minerais: Por serem feitas de materiais minerais, elas não contêm substâncias tóxicas e deve ser diluída em água antes do uso.
Os pontos desfavoráveis das tintas sustentáveis é que, por não terem conservantes ou produtos químicos para secagem, elas têm data de validade menor e precisam de mais tempo para secar.
2 - Prefira tapetes sustentáveis
Uma alternativa é usar tapetes de bambu, que são feitos com fibras extraídas de uma pasta celulósica da própria planta. Este modelo é considerado ecológico, pois não agride o meio-ambiente quando a planta é cortada, pois em pouco tempo já pode receber um novo broto. Além disso, pode produzir até 20% a mais de oxigênio do gás carbônico que recebe.
Além do bambu, há outros tipos de tapetes feitos com materiais eco eficientes e reciclados. Alguns com materiais vindos diretamente da natureza, como as fibras de aloe e cacto. No mercado já é possível encontrar também tapetes artesanais confeccionados com fio de garrafas plásticas do tipo PET.
3 - Reutilize móveis antigos
Ao invés de comprar novos objetos para decorar o quarto, busque aproveitar os móveis usados restaurando-os ou simplesmente passando uma tinta. Aproveite até as peças antigas, que podem ser herdadas de outros parentes. Sabendo fazer uma decoração harmônica com os objetos do quarto, o móvel retrô pode conferir um ambiente personalizado.
Se esta alternativa não foi possível, compre móveis feitos a partir de materiais reciclados, que podem ser comprados em lojas especializadas. Na hora da faxina, lembre-se que velhas gavetas e armários podem ser reutilizados em outras áreas da casa, como recipiente para guardar ferramentas de jardinagem, por exemplo.
4 - Economize energia
Aproveite o máximo de luz natural possível. Coloque janelas grandes e preocupe-se também com a moldura aplicada em cada uma delas. Escolha de acordo com a necessidade do ambiente. Por exemplo, embora o alumínio não seja o melhor material para o gerenciamento de calor, ele é prático para climas chuvosos e úmidos.
Desta forma, não será preciso acender a luz artificial durante o dia. Já à noite, opte por lâmpadas LED ou fluorescentes compactas, ambas consomem menos energia do que as convencionais.
5 - Opte por acessórios práticos
Use vasos de plantas no quarto ou em uma varada próxima para purificar o ar e ainda decorar o espaço. Se gostar de cortinas, prefira as mais leves que permitem que a luz solar se infiltre no local, impedindo mofo e bolor. Alternativas: cortinas costuradas a partir de algodão orgânico, seda, cânhamo ou bambu.
Pegue caixas que nao são mais usadas em casa, decore-as e use como recipiente para armazenar seus objetos e manter o quarto arrumado.
No quarto devem ficar apenas os eletrônicos necessários. Não desperdice energia deixando aparelhos eletrônicos plugados na tomada a noite inteira.
Com informações do Green Diary
Fonte: Ciclovivo

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Conheça as frutas de cada estação


Consumo de produtos da safra natural tende a gerar preços mais baixos, economia para o consumidor e menor impacto ambiental

O consumidor encontra, hoje em dia, grande variedade de frutas nas feiras livres e supermercados durante todo o ano. Essa disponibilidade resulta do uso de algumas modernas técnicas de produção agrícola, envolvendo adubagem e sementes modificadas. Mas há obviamente a época da safra natural, isto é, a época em que a natureza produz a fruta sem necessidade de uma intervenção tecnológica mais intensa. Daí a expressão popular “fruta da estação”, como é o caso da uva e da manga em meses mais quentes.

Para ampliar a janela de oferta ao longo do ano, a produção orgânica usa técnicas de adubagem a partir de resíduos vegetais e animais para enriquecer o solo e potencializar a produção. Esse processo não tem muita interferência no produto final. A fruta amadurece fora de sua época, mas obedece a seu ciclo natural. Os fertilizantes químicos, muito usados na agroindústria, aumentam o teor de água dos produtos reduzindo seu valor nutritivo e seu sabor, além de empobrecerem o solo em longo prazo. A utilização dos adubos químicos, dos defensivos agrícolas e das sementes modificadas formam um círculo vicioso, porque essas plantações necessitam cada vez mais de adubação e proteção de químicos para se desenvolver.

Por respeitarem o ciclo natural de amadurecimento, as “frutas da época” têm sabor mais próximo ao original e acumulam mais nutrientes. Além disso, devido à maior oferta no período, os preços tendem a baixar, o que gera economia para o consumidor final.

As “frutas da estação” comumente são produzidas em locais próximos aos seus pontos de distribuição. Optar por consumi-las contribui para a redução do impacto ambiental uma vez que essa prática impulsiona a economia local, diminuindo as distâncias entre produtor e consumidor, o que reduz o desperdício de produtos durante o seu transporte.

Estação das frutas




sábado, 18 de fevereiro de 2012

Carnaval Ecológico - parte 2 - Piquenique Sustentável

Se você ainda não sabe o que fazer no feriado de carnaval... aqui vai uma sugestão:

PIQUENIQUE SUSTENTÁVEL


Qual foi a última vez que você fez um piquenique? Você já parou para pensar que é um jeito divertido e simples de, além de curtir a cidade, reunir os familiares e amigos? Traz à lembrança momentos de nossa da infância, de domingos ensolarados, de sentar em volta de uma toalha, de pisar na grama, de brincadeiras simples, da cesta cheia de coisas gostosas que eram sempre uma surpresa?

Toalha estendida na grama acolhe guloseimas, frutas e sucos para serem saboreados enquanto se olha o céu. Mas mesmo este singelo hábito pode estar prejudicando a Natureza a sua volta. Quer saber como? Confira as dicas para um piquenique ecológico, elaboradas pelo Instituto Akatu de Consumo Consciente:

Como organizar um piquenique Sustentável:

O piquenique pode ser a concretização do jeito de pensar e agir de um consumidor consciente, a começar pelo planejamento:
 
1.       Por que fazer um piquenique?
Você pode pensar sozinho ou chamar aqueles que vão compartilhar desse momento, e pensarem juntos.

2.       O que vai na cesta?

Comes
Os alimentos são parte essencial. Os alimentos feitos em casa podem ser muito mais saudáveis e têm um ingrediente que vai nutrir ainda mais as pessoas: seu carinho e amor. Os alimentos orgânicos, além de ótima opção para a saúde, são menos agressivos ao meio ambiente.
Cuidado para não exagerar na quantidade e, para isso, pense no número de pessoas. Você sabia que, quando não planejamos nossas compras, jogamos fora, em média, um terço dos alimentos perecíveis que compramos?
Pense onde comprar seus alimentos. Os estabelecimentos próximos à sua casa são os mais recomendados, já que você tem de se descolocar pouco. Se for a pé, é perfeito, mas se for de carro ou transporte público, quanto mais perto melhor, porque contribui para a diminuição de emissão de gases de efeito estufa.
Você conhece as práticas de responsabilidade socioambiental das marcas de produtos que compra e também dos supermercados onde faz compras? Já perguntou para eles o que estão fazendo nesse sentido? Conhece a cadeia produtiva dos produtos? Sabe se vêm de áreas legalizadas, se não contribuem com o desmatamento da Amazônia ou de outra floresta natural? Se em alguma etapa da produção não há trabalho escravo ou infantil? Se o fornecedor paga impostos, vende com nota fiscal? Você pede nota fiscal? Lê os rótulos?
O interesse do consumidor é muito relevante para as empresas; por isso, tudo o que disser será ouvido – já parou para pensar que você pode influenciar as decisões das empresas?

Bebes
Para beber, água é sempre uma boa escolha, porque hidrata, é natural e não tem contraindicações. Peça que seus colegas levem canecas ou squeezes retornáveis. Assim você não precisará de copinhos descartáveis. Se levar copos e garrafas, prefira os retornáveis.

Pratos e talheres
Se for um lanchinho, não precisa de pratos e talheres, apenas de guardanapo. Mas se for uma refeição, opte por materiais retornáveis. Evite os descartáveis. Tome cuidado com os produtos de vidro, podem quebrar e acabar machucando alguém.

Toalha
Você pode não ter aquela toalha xadrez do nosso imaginário, mas pode criar uma toalha especial para o piquenique. Um pedaço de pano branco pode virar cenário para as artes dos pequeninos de sua casa, do seu prédio, escola ou bairro. Vocês podem pintar juntos o piquenique.

Onde levar tudo isso?
Na cesta do piquenique. Se você já tem uma, ótimo. Se não tem, pense naquela sacola retornável que você ganhou e que anda encostada na cozinha. E a boa e velha sacola de feira? E aquela mochila? Tudo isso pode virar a cesta moderna do seu piquenique.

3.       Como ir?
Escolha um parque ou praça perto de casa, assim dá para ir a pé ou de bicicleta, opções mais saudáveis e sustentáveis. Consulte as opções de transporte público como segunda opção. O carro é a última possibilidade, certo? Mas, se você tiver de ir de carro, dê carona, assim você evita que mais carros saiam pelas ruas emitindo CO2. Você sabia que o escapamento dos carros é o principal emissor de gases de efeito estufa nas nossas cidades?

4.       Como usar o tempo?
Além de compartilhar sabores, pense também em o que quer fazer durante o piquenique. As ideias são inúmeras e você pode se inspirar nas crianças, assim tudo fica mais divertido: modelar argila, jogar amarelinha, empinar pipa, brincar de roda, tocar flauta, violão, pandeiro...
E se faltar tempo ou disposição para pensar antes, um livro ou um simples passeio pode resolver tudo. O segredo é curtir esse tempo de convívio, mesmo se for para silenciar e acalmar a mente. Fazer bom uso do tempo livre é uma habilidade do consumidor consciente, que sabe o valor de seu trabalho e quanto seu lazer não tem preço.

5.       O que fazer com os resíduos?
Se você planejar corretamente a quantidade de alimentos, não haverá muitas sobras. Veja como acaba sua cesta, já é um bom teste para conhecer seu estilo de vida. Se sobraram coisas, não são lixo. Risque a palavra “lixo” de sua vida. Não produzimos lixo, produzimos resíduos, que sempre podem ter outro destino. A comida que ninguém comeu,em condições saudáveis, pode virar uma torta, um doce, uma geleia. Os restos orgânicos (cascas de fruta, restos de comida, guardanapos sujos etc.) vão para o cesto de resíduos orgânicos, que poderão se tornar adubo para as árvores.
Os resíduos secos (embalagens de qualquer tipo) devem ser separados para a coleta seletiva e reciclagem.
Tem uma coisa superimportante nessa história, que não será descartada: as lembranças desse tempo compartilhado. Pode guardar no coração, contar para os amigos, relembrar com a família.

Lembre-se dos clássicos conselhos:
Na natureza, não deixe nada a não ser pegadas.
Não tire nada, a não ser fotos.
Não leve nada, a não ser saudades.

Veja o Guia do Piquenique Sustentável aqui

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Carnaval Ecológico


O Carnaval está chegando e, para os foliões de plantão, um alerta: as serpentinas spray poluem muito mais do que as tradicionais. A espuma condensada em lata representa um risco para o meio ambiente, antes e depois de seu uso. Quando é produzida, a partir de combustíveis fósseis, emite CO2; quando sua válvula é apertada, os solventes usados na composição do spray poluem o ar. Alguns produtos, de marca duvidosa, possuem até CFC (gás nocivo à camada de ozônio) e são difíceis de reciclar, pela quantidade de resíduos químicos que restam na lata. O produto já é proibido em algumas cidades paulistas como Caraguatatuba e Pedreira e também no Rio de Janeiro. Segundo especialistas, vale usar a boa e tradicional serpentina, feita de papel reciclado. (Fonte)


Veja mais dicas de como ser um Ecofolião aqui.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Sete formas de perder peso com consciência ambiental

Se entrar em forma ficou como meta pra 2012, não deixe de conferir estas dicas com base em texto publicado no site TreeHugger. Agora, você vai descobrir como perder peso sem precisar entrar numa academia e sem deixar de lado sua preocupação com o meio ambiente!

1. Dirija menos

Todo mundo sabe que deixar o carro na garagem é ótimo para o meio ambiente. Mas que tal começar a ver isso como um benefício para você mesmo? Comece fazendo pequenos trajetos a pé ou de bicicleta, até se sentir motivado a fazer deslocamentos maiores sem depender do motor do seu veículo. Transforme isso em um hábito e logo você vai ver diferença no seu corpo ao mesmo tempo em que diminui sua pegada de carbono individual, seja para ir à padaria ou para visitar amigos ou parentes. Caminhe mais.

2. Deixe seu prato mais verde

Faça refeições ricas em frutas, legumes e vegetais e substitua a carne por alimentos menos calóricos como o feijão e a soja. Dessa forma, além de manter uma dieta balanceada, você estará reduzindo seus gastos mensais e diminuindo suas emissões de gases do efeito estufa relacionadas à pecuária. Se você acha que essa tarefa vai ser difícil, experimente receitas com novos ingredientes, como lasanhas de berinjela e nhoques de abóbora. E se você é do tipo que não consegue viver sem consumir carne, pelo menos tente diminuir a frequência em que ela aparece no seu prato. A digestão é difícil e seu organismo vai responder bem.

3. Incentive a agricultura local

Uma boa forma de ficar motivado a se alimentar melhor é participar do plantio e colheita de pequenas hortas e jardins na sua cidade. Se você não se vê fazendo isso, procure incentivar os pequenos agricultores locais comprando frutas, legumes e verduras cultivadas próximas a seu bairro, que dispensam o uso de caminhões grandes para o transporte. Além de serem mais frescos, geralmente são mais ricos em nutrientes e menos contaminados com agrotóxicos.

4. Seja voluntário em uma atividade ao ar livre

Fazer atividades ao ar livre é sempre mais agradável e menos poluente. Se você tem um tempinho de folga nos finais de semana, aproveite sua disposição para realizar trabalhos voluntários de preservação da natureza. Em vez de ficar em casa vendo televisão, você estará queimando calorias com atividades que vão contribuir para a sua cidade se tornar um ambiente mais natural e mais preservado.

5. Beba menos calorias

Todos os vegetais do mundo não serão suficientes para reduzir seu peso se você estiver bebendo litros de calorias em sucos com açúcar, refrigerantes e café. Sempre dê preferência a sucos caseiros feitos com a fruta natural. Além disso, as bebidas industrializadas também contribuem para sua pegada de carbono já que consomem energia e diversos recursos naturais na produção, sem falar nas embalagens que viram lixo depois do consumo. Por isso, comprar água de garrafa não faz sentido se você tiver um filtro na sua casa ou no seu trabalho, por exemplo. Mude seus hábitos.

6. Planeje uma horta caseira

Para ter um jardim ou horta caseira você não precisa gastar muito, nem ter muito espaço. Você pode reaproveitar latas e recipientes como vasos e até mesmo usar garrafas pet para construir uma horta vertical. Com essas duas ideias você pode plantar desde plantas frutíferas até temperos para deixar suas refeições mais saborosas.

7. Fique mais em contato com a natureza

Faça tudo o que você puder ao ar livre. Desde praticar yoga até brincar com o seu cachorro. Quando estamos dentro de um ambiente fechado, sempre acabamos consumindo energia elétrica seja para manter ligadas as luzes, a TV ou o ventilador. Se você frequenta uma academia, por que não passa a fazer os exercícios aeróbicos na praia, no parque ou em uma rua tranquila? Além de fazer seus treinos respirando o ar puro, isso vai desenvolver ainda mais o seu amor pela natureza. E provavelmente vai fazer novos amigos.

 

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