Mostrando postagens com marcador consumo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador consumo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Consumidor aceita pagar mais por produtos feitos com energia limpa

Em pesquisa realizada com 31 mil pessoas espalhadas por todo o mundo, mais da metade dos participantes respondeu que aceita pagar mais por produtos feitos a partir de energia limpa. A conclusão é de uma amostragem encomendada pela dinamarquesa Vestas e realizada durante o mês de maio deste ano.

Em outros questionamentos, 90% das pessoas disseram querer mais produtos que utilizam fontes renováveis, e 79% afirmaram que têm um olhar mais positivo para marcas que produzem usando energia eólica.

“O cidadão e o consumidor estão vindo junto como uma nova parte interessada e engajada no desenvolvimento e em poder influenciar a sociedade nos hábitos de consumo”, afirmou o vice-presidente de marketing da Vestas, Morton Albaek. A empresa atua globalmente na fabricação, instalação, operação e manutenção de turbinas eólicas. 

Fonte: Eco4planet

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Custos são imediatos, economias são duradouras

É interessante notar como, geralmente, as organizações entendem que a atenção ao meio ambiente e à sociedade gera apenas custos, que, afinal, não colaboram para seu produto final ou para a linha azul no final do balanço.
Na prática o que se nota é uma relação diametralmente oposta. Vamos lembrar de alguns exemplos simples:
  • fomentar o uso de papel reciclado, frente e verso, com margens menores, em impressão “econômica”, reaproveitando as folhas que não precisarem ser arquivadas como papel de rascunho;
  • incentivar o uso do computador para anotações e arquivamento de documentos digitalizados, sem a necessidade de impressão;
  • trocar os copos plásticos descartáveis por canecas duráveis;
  • substituir as descargas comuns por descargas de 2 níveis;
  • instalar torneiras com sensor de movimento;
  • utilizar sensores também para luzes de ambientes de passagem e sem pessoal fixo como corredores e depósitos;
Note que são todas práticas fáceis e que geram custos no primeiro momento. O que é preciso perceber, entretanto, é quantas vezes maior será a economia em médio e longo prazo.
Se pensarmos em elementos maiores, ainda dentro da área de preservação ambiental, podemos imaginar o uso de matérias primas menos poluentes em seu processo de extração/transformação/uso/reciclagem. A mudança poderá exigir pesquisa e até o redesenho da linha de montagem, mas pode resultar em uso de materiais mais baratos, leves e duráveis.
A instalação de tratamento e reaproveitamento de água e resíduos em indústrias, que igualmente provocam investimento inicial, se pagam ao longo do tempo. Painéis solares, turbinas eólicas e outras formas de geração de energia, também gerarão redução de custos no longo prazo. Iluminação incandescente ou por LEDs, idem.

A mesma regra é válida para as ações sociais: oferecer cursos de formação, contratar moradores locais, incentivar a mistura de etnias e credos nos grupos de trabalho, são algumas ações em princípio custosas, mas que gerarão funcionários mais bem treinados e especializados, com maior ânimo, gerando ideias diferentes e criativas.

Ganhos na imagem

Se os custos de ações sócio-ambientalmente responsáveis já costumam se pagar em médio ou longo prazo pelos resultados diretos, é incalculável o reflexo que elas podem gerar na imagem da empresa frente aos clientes, acionistas, fornecedores, instituições governamentais e sociedade em geral.
Seja na hora de realizar uma venda, lançar papéis no mercado, atrelar o nome aos demais componentes da cadeia produtiva, solicitar subsídios ou empréstimos, todos, em menor ou maior escala, estão de olho no que aquela marca representa, positiva ou negativamente. Veicular as ações de sustentabilidade como vantagem de uma empresa é positivo.
Se, por exemplo, duas companhias fabricam refrigerantes, mas uma delas tem logística reversa para reciclagem das garrafas, que mal há em divulgar a ação ambientalmente correta? A empresa pode ter iniciado a campanha com o único propósito de economizar com matéria prima, mas se o reflexo é positivo para a Natureza ou para a sociedade, ótimo, todos ganham.
É certo que há empresas com uma ação positiva muito bem divulgada para cada 30 negativas bastante escondidas, por isso cabe aos órgãos governamentais regulamentarem, às ONGs apontarem, à sociedade denunciar.

Fonte: Eco4planet

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Receita: Pudim de pão velho

Agora aqui no blog também serão disponibilizadas receitas voltadas ao aproveitamento de alimentos que normalmente iriam para o lixo. Assim, evita-se o desperdício e as despesas com alimentação.


Pudim de Pão Velho


Ingredientes

. 6 a 8 pães amanhecidos tipo francês

. 4 ovos inteiros
. 3 colheres de açúcar (ou a gosto)
. 1 pacote de coco ralado.
. 1 colher de margarina
. 1/2 lata de leite condensado (opcional)
. 2 copos de leite integral tipo C


Modo de Preparo:


1. Numa bacia, coloque os pães de molho com um pouco de água até ficarem bem molinhos.

2. Com as mãos esprema esses pães até obter uma massa tipo mingau; Acrescente todos os outros ingredientes (menos o coco ralado) e mexa bem.
3. Unte uma forma com óleo de soja, polvilhe farinha de trigo e despeje a massa; Polvilhe o coco ralado e leve ao forno a 250° por aproximadamente 25 minutos ou até dourar.


terça-feira, 19 de julho de 2011

Moda Ecológica?

Existe moda ecológica? Muito tem se falado ultimamente sobre moda ecológica, moda sustentável, eco-fashion,... Mas, pode-se dizer de fato que existe moda ecológica? 

Muitas marcas têm lançado coleções eco-friendly, utilizando tecidos orgânicos, couro vegetal, entre outros materiais. Nessa tendência também têm aparecido marcas que produzem apenas peças "ecológicas", sendo muito procuradas por consumidores mais conscientes. 

"O segmento da moda, assim como outros setores da economia, 
é uma atividade geradora de poluição e degradação ambiental. 
Junto com a publicidade, a moda é o setor da indústria cultural 
que mais contribui para criar e incentivar uma mentalidade a 
favor do descartável, do fútil, do inútil e do supérfluo". (Márcio 
Augusto Araújo, consultor em Ecoprodutos e Construção 
Sustentável do Idhea).

Falar em moda ecológica é um contrasenso, pois a moda é justamente a renovação do "guarda-roupas" a cada estação. Algumas lojas apresentam novas coleções a cada semana! Peças feitas a partir de tecidos tecnológicos, couro, pêlos de animais, marcas que utilizam trabalho escravo, poluição e degradação ambiental durante todo o processo de produção, desde a utilização de defensivos agrícolas na plantação do algodão, até o combustível gasto no transporte da mercadoria. 

As roupas ecológicas podem ser feitas de algodão orgânico (sem o uso de defensivos), tingidas com corantes à base de água, podem ser produzidas por uma cooperativa de costureiras do seu bairro mas, mesmo assim, está incentivando o consumo.

De acordo com Márcio Augusto Araújo, consultor em Ecoprodutos e Construção Sustentável do Idhea, o que pode existir é a ecologia para a moda, ou seja, utilizar parâmetros para tornar a roupa mais "verde", tentar minimizar a poluição e as agressões ambientais durante o processo de produção, mesmo que isso diminua a produção. 

E nós, consumidores, o que podemos fazer para minimizar os problemas ambientais, decorrentes do consumo exagerado? (Já publiquei sobre isso aqui e aqui). Algumas dicas são sempre bem vindas: 
  • Reduza a compra de roupas sazonais, que você usará apenas em uma estação, e priorize a compra de peças clássicas, básicas, de materiais duráveis e se possível de materiais eco-friendly;
  • Se você possui várias peças de roupas que não servem mais, organize uma troca com as amigas;
  • Se a quantidade de peças for grande, que tal montar um bazar? Chame as amigas, parentes e vizinhos, assim você limpa seu guarda-roupas e de quebra descola uma graninha $$$;
  • Você pode doar as roupas e sapatos para uma instituição social ou para famílias carentes que você conheça;
  • Se você tem uma veia ou artéria artística, pode se aventurar no ramo da customização, misturar elementos diferentes, usar várias partes de roupas para montar uma peça exclusiva!
  •  Também pode dar uma nova utilidade para as roupas (veja aqui).
Opções e ideias não faltam. A próxima vez que você for às compras ou fizer uma limpeza no armário, lembre-se das dicas e coloque em prática!

Leia o texto do Márcio Augusto Araújo aqui.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Calculadora de CO2

A maioria das atividades desenvolvidas pelo homem gera a emissão de gases do efeito estufa (GEE), desde acender uma lâmpada até viajar de avião. 

Com a calculadora de CO2, é possível saber quanto você emite de GEE e quantas árvores você deve plantar para neutralizar a emissão.

Para calcular, acesse:






Lembre-se: você não precisa ter um quintal grande ou uma propriedade rural para fazer o plantio de compensação. Informe-se na Prefeitura de sua cidade sobre áreas onde você pode fazer o plantio. Existem muitos locais que precisam ser reflorestados e de quebra você neutraliza suas emissões. Pode até ganhar as mudas!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Casa eficiente - Consumo consciente

Casa Eficiente é um jogo virtual da ong WWF que tem como desafio encontrar maneiras de economizar energia e diminuir os impactos no meio ambiente. Quanto mais você economizar energia, mais pontos você ganha! Além disso, enquanto joga, aparecem dicas de como utilizar os eletrodomésticos diminuindo o consumo de energia.


Acesse o jogo aqui!


terça-feira, 12 de julho de 2011

10 Dicas para ser Ecológico sem sair da Moda


1) Mude a combinação:
Quem nunca abriu o guarda-roupa e disse: “não tenho roupa para sair“, que atire o primeiro cabide! A solução para este problema não passa necessariamente pela conta bancária. Faça um exercício de criatividade com o que você já tem, experimente novas combinações, sobreponha peças, misture estilos, perca o pudor com as cores. Além de economizar dinheiro, você estará diminuindo a quantidade de lixo descartado.

2) Custo x Benefício:
Consuma de forma mais inteligente. Invista em peças de qualidade que, mesmo custando mais, irão durar por várias estações. Para renovar o visual, combine seus clássicos com acessórios charmosos: echarpes, colares e brincos vistosos, cintos, sapatos, botas e chapéus.

3) Comércio Justo:
Preste atenção em quem fabrica o que você veste. Algumas grandes marcas que vendem muito barato escondem uma feia realidade: a exploração de trabalhadores, o uso de mão de obra escrava e até mesmo infantil.

4) Eco-fabrics:
O que você veste tem grande impacto no meio ambiente. Tecidos sintéticos, à base de poliéster, demoram 200 de anos para se decompor na natureza. As plantações de algodão, por outro lado, usam pesticidas altamente tóxicos em grande quantidade. A saída é optar por roupas de algodão orgânico, sempre que possível.

5) Segunda chance:
Foi-se o tempo em que os brechós eram lugares entulhados e poeirentos. Hoje, existem lojas que vendem roupas de segunda mão em ótimo estado, organizadas e limpas. Frequente-as para adquirir ítens em conta, ou para vender aqueles que não usa mais.

6) Troca-troca:
Organize um evento de trocas com os amigos, em que cada um leva um certo número de peças e tem direito a escolher outras. Como a ideia desse troca-troca é se divertir, solicite que os convidados levem comidinhas, enquanto o anfitrião prepara as bebidas.

7) Agulha e linha:
Se você tem habilidade em trabalhos manuais, faça um curso de corte e costura, ou aprenda a tricotar. Assim, além de ter o prazer de criar e vestir algo original, você evita o impacto ambiental da etapa de confecção industrial.

8) Couro Verde:
Procure comprar acessórios feitos de couro vegetal que não utilizam cromo no curtimento. Um parte dessa substância pode oxidar, tornando-se tóxica e poluindo a água usada no processo.

9) Conta Gotas:
Lave suas roupas com água fria e ecologicamente correto, e seque-as no varal, evitando o uso da secadora. Uma única camiseta, lavada a 60ºC, secada na máquina e passada a ferro, libera 4 quilos de emissões de dióxido de carbono em sua vida útil. Isso equivale a a uma viagem de avião de 27 quilômetros!

10) This is not a plastic bag:
Acostume-se a levar uma sacola de pano dentro da bolsa, para evitar o uso de sacos plásticos descartáveis.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Pegada Ecológica

Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente? É isso mesmo, nossa caminhada pela Terra deixa “rastros”, “pegadas”, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. De certa forma, essas pegadas dizem muito sobre quem somos!

Ao andarmos na praia, por exemplo, podemos criar diferentes tipos de rastros, conforme a maneira como caminhamos, o peso que temos, ou a força com que pisamos na areia. Se não prestamos atenção no caminho, ou aceleramos demais o passo, nossas pegadas se tornam bem mais pesadas e visíveis. Porém, quando andamos num ritmo tranqüilo e estamos mais atentos ao ato de caminhar, nossas pegadas são suaves.

Assim é também a “Pegada Ecológica”. Quanto mais se acelera nossa exploração do meio ambiente, maior se torna a marca que deixamos na Terra. O uso excessivo de recursos naturais, o consumismo exagerado, a degradação ambiental e a grande quantidade de resíduos gerados são rastros deixados por uma humanidade que ainda se vê fora e distante da Natureza.

A Pegada Ecológica não é uma medida exata e sim uma estimativa. Ela nos mostra até que ponto a nossa forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta de oferecer, renovar seus recursos naturais e absorver os resíduos que geramos por muitos e muitos anos.

Calcule sua Pegada Ecológica AQUI.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Manual de Etiqueta Sustentável

Você sabia que existe um manual ecológico de etiqueta? Não??? Pois é, o Manual de Etiqueta Sustentável foi lançado pelo Planeta Sustentável em 2007. Dois anos depois, a segunda edição da cartilha impressa ganhou 87 ideias, uma versão online em forma de teste e traduções em inglês e espanhol. Agora, o Manual de Etiqueta vira aplicativo para iPhone e lança nova cartilha com mais 65 dicas, também disponíveis para download. 

Eu tenho um exemplar da primeira tiragem impressa feita em 2007, mas já baixei a nova versão com mais dicas!

Aproveite você também, faça o download para iPhone ou para impressão aqui e o teste aqui.

sábado, 25 de junho de 2011

Entrevista na Bariri Radio Clube


Jornal da Clube 2ª Edição - 14/06/2011

Acompanhe entrevista com a chefe do setor de meio ambiente Priscila Giglio que comenta sobre a campanha "Óleo na pia? Nem pensar!" Faça você também parte desta campanha.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Uso racional da água: O grande desafio da sociedade contemporânea

Embora, aparentemente, o Brasil esteja numa situação mais confortável, uma vez que é o grande reservatório de água do mundo, pois tem a maior reserva hidrológica do planeta = 11,6 % da água doce disponível está no Brasil, o que perfaz 53% dos recursos hídricos da América do Sul, especialistas reafirmam a todo o momento que é necessário mudar de forma decisiva os hábitos e costumes dos brasileiros, com intuito de diminuir, de forma expressiva, o desperdício de água por parte da população, sob pena de começarmos a viver num futuro breve, a escassez de água em nosso País.

Cada brasileiro possui, em tese, 34 milhões de litros ao ano à sua disposição, um volume enorme, já que é possível levar vida confortável com 2 milhões de litros ao ano, conforme as estimativas da ONU (Organização das Nações Unidas). Mas essa água é mal distribuída, 80% concentra-se na Amazônia, onde vivem apenas 5% dos habitantes do país; os 20% restantes abastecem 95% dos brasileiros. Várias cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Goiás e Minas Gerais convivem com oferta anual inferior a 2 milhões de litros por habitante, para uso direto e indireto.

Consumo de água no Brasil

O consumo per capita no país dobrou em 20 anos, enquanto a disponibilidade de água ficou três vezes menor. Para piorar esse quadro, há muito desperdício. Cerca de 30% da água tratada se perde em vazamentos pelas ruas. A grande São Paulo desperdiça 10m3 de água por segundo, o que daria para abastecer cerca de 3 milhões de pessoas diariamente. Sem falar nos hábitos culturais inadequados como deixar a torneira da pia aberta, tomar banhos intermináveis ou lavar calçadas com jatos de água. Pelas contas do Ministério do Planejamento, perde-se até 40% dos 10,4 milhões de litros distribuídos anualmente pelo país.

Outro grande desafio para gestão dos recursos hídricos está na agricultura e na pecuária. A agricultura irrigada é a que mais desvia água da natureza, utilizando 70% do volume total extraído do sistema global de rios, lagos e mananciais subterrâneos. Os 30% restantes destinam-se a fins diversos como: consumo doméstico, atividade industrial, geração de energia, recreação, abastecimento e outros. Atualmente, a agricultura irrigada ocupa 17% das terras através do planeta, sendo responsável por 40% da produção mundial de alimentos. Estima-se que até 2025, a atividade agrícola com uso da irrigação irá crescer de 20 a 30%.

No Brasil, calcula-se que 50% da água captada para uso são destinadas para irrigação, em apenas 5% da área total. Um dos grandes desafios hoje é ampliar essa área, adotando técnicas e equipamentos mais eficientes, pois se estima que apenas metade da água irrigada chega às raízes das plantas.

Como utilizar a água de maneira correta
  • O banheiro é o local que mais consome água em uma casa. Fique atento aos vazamentos e mantenha a descarga regulada.
  • Uma torneira pingando uma gota a cada 5 segundos representa mais de 20 litros de água desperdiçados em apenas um dia.
  • A vazão média de uma torneira é de 12 litros por minuto. Ao mantermos a torneira fechada durante algumas tarefas cotidianas, como escovar os dentes, ensaboar a louça e fazer a barba, podemos fazer uma boa economia e evitar o desperdício de água.
  • Reutilizar a água numa casa é outra atitude inteligente. A água do último enxágue da máquina de lavar, por exemplo, pode ser utilizada para a limpeza doméstica, para a rega das plantas, e até para dar descarga nos banheiros.
  • Junte roupa em quantidade suficiente para encher a máquina de lavar antes de ligá-la. Utilizar o aparelho na sua capacidade máxima é uma maneira de economizar água.
  • Quem vive em casa pode também coletar água de chuva para afazeres secundários, como lavar uma área ou regar as plantas. Mas cuidado, nas grandes cidades é sempre importante desprezar a água do início da chuva, pois ela traz consigo fuligem e outras impurezas que estão no ar.
  • Procure usar sabão em pedra ao invés de detergente. Apesar de “biodegradáveis”, os detergentes são grandes poluidores da água. O fosfato presente no produto é o elemento básico para a reprodução das algas, o que eleva o consumo de oxigênio da água e provoca o aumento da mortandade de peixes. O detergente diluído na água permanece ativo durante vários dias, antes de ser degradado.
  • Use quantidades menores de produtos de higiene e limpeza para reduzir o nível de poluentes presentes na água. Utilize somente o necessário.
  • Pratique coleta seletiva. A reciclagem é uma maneira eficiente de contribuir na economia de água. Os produtos reciclados consomem menos água do que os produzidos a partir de matéria-prima virgem.
  • Utilize lâmpadas econômicas ou apague as lâmpadas que estão em cômodos vazios. Economizar energia elétrica é uma maneira de economizar água. Evite consumir sacolas plásticas. Elas correspondem a 7% dos resíduos produzidos pelas pessoas.
  • Além disso, sua decomposição demora mais de 100 anos. Procure reutilizar as sacolas que tem em casa, usar caixas de papelão ou as sacolas de pano na próxima compra.
  • Procure usar pilhas recarregáveis, pois geram menos resíduos que as pilhas descartáveis. Ao usar a bateria do celular, siga as recomendações do fabricante e aumente a vida útil do equipamento. Desta maneira, evitamos a fabricação de mais pilhas e baterias e geramos menos resíduos.
  • Procure utilizar lâmpadas fluorescentes ao invés das incandescentes. As fluorescentes consomem até 80% menos energia e têm mesmo potencial de iluminação.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Conheça 6 tendências verdes pelo mundo

Energia Solar 24 horas por dia.
Apesar das claras vantagens ecológicas, projetos de energia solar têm um calcanhar de Aquiles: eles dependem da existência de luz natural para produzir eletricidade. Mas um recém inaugurado sistema de geração em Sevilha, na Espanha, mandou para escanteio essa fraqueza.
Trata-se da Gemasolar, a primeira usina de energia solar concentrada (ESC) em escala comercial do mundo, que gera energia durante a noite ou em dias nublados. A produção de eletricidade sem a presença de luz solar resulta de uma inovadora tecnologia que usa sal fundido para estocar calor e operar 24h.
Com capacidade instalada de 19,9 megawatts, a central já fornece energia para 25 mil lares na região de Andaluzia. Por sua característica renovável, espera-se que a usina evite a emissão de 30 mil toneladas de emissão de CO2e por ano.

Calor que vem do lixo aquece uma cidade inteira.
Imagine um lugar capaz de dar vida nova a todo o lixo que produz e em um passe de mágica fazê-lo desaparecer. Em Copenhagen, o que parece coisa da imaginação já se tornou realidade. A energia que aquece 97% da capital da dinamarquesa vem da transformação dos resíduos gerados por seus 1,2 milhão de habitantes.
O sistema utiliza o calor residual das usinas de incineração de lixo e das usinas de produção combinada de calor e energia, as chamadas CHPs. Dessa forma, a cidade economiza energia e reduz consideravelmente as emissões de CO2 e de poluentes.
Além do benefício ambiental, a população economiza na conta de luz, já que os custos anuais por residência da energia térmica municipal correspondem à metade do preço pago pelo uso de energia de origem fóssil.

Telhados Ecológicos - Mil e uma utilidades.
Eles absorvem água da chuva, agem como isolantes térmicos, reduzem o consumo de energia e, de quebra, embelezam a cidade. Cada vez mais, os ecotelhados ou telhados verdes ganham adeptos pelo mundo. Mas, longe do que se imagina, eles não são frutos dos tempos atuais.
O mais antigo e, talvez, famoso exemplo das coberturas ecológicas são os Jardins Suspensos da Babilônia. Agora, diante das preocupações ambientais, eles ganharam força. Hoje em dia, muitos telhados verdes são instalados para atender à legislações locais relacionadas ao gerenciamento de águas pluviais, devido à impermeabilização dos solos urbanos.
Países como Alemanha e Suíça já exigem que parte dos edifícios novos tenham coberturas vegetais. Nos Estados Unidos, a prática de jardinagem dá vez ao cultivo agrícola no topo dos prédios. De Manhattan ao Brooklyn, as hortas verticais se multiplicam, produzindo vegetais, frutas e hortaliças.

Prédios produzem mais energia que consomem.
Construções sustentáveis capazes de produzir mais energia do que consomem a partir de fontes renováveis estão se tornando realidade pelo mundo. Os melhores exemplos são encontrados em cidades com o sistema feed-in tariff, uma política de estímulo ao uso de energia renovável que permite a venda de excedentes à rede de distribuição.
Famoso pela prática, o vilarejo de Sonnenschiff, na Alemanha, é capaz de produzir quatro vezes mais energia do que consome. A auto-suficiência é atingida através do seu projeto de energia solar, que utiliza painéis fotovoltaicos posicionados estrategicamente para aproveitar ao máximo a incidência dos raios de sol.

Taxis Verdes ganham as ruas.
Os táxis desempenham um papel fundamental no transporte público das cidades. Mas como qualquer veículo comum, movido a combustível fóssil, contribui para a poluição do ar e para emissão de gases efeito estufa. Cientes deste efeito negativo, um número cada vez maior de cidades tem incluído as frotas de táxis em seus programas de combate ao aquecimento global.
Para melhorar a qualidade de vida e reduzir emissões, São Francisco, na Califórnia lançou em 2007 um programa de incentivo para que as companhias de táxis adquirissem carros com tecnologia limpa. Atualmente, 78% da frota da cidade (de 1,5 mil carros) é composta por táxis híbridos ou movidos a células combustíveis a gás natural comprimido (GNC).
Entusiasta desta tendência, Londres, que já usa veículos elétricos em táxis comuns, vai substituir toda a frota de seus icônicos Black cabs por modelos iguais por fora, mas movidos a células de combustível a hidrogênio.

Cidades Carbono Zero começam a sair do papel.
A primeira cidade neutra em emissão de carbono está virando realidade no deserto árabe de Abu Dhabi. Em fase de construção, Masdar City (foto) quer se tornar um exemplo mundial de comunidade sustentável autossuficiente em energia – a qual será garantida quase na totalidade por sistema solar. A iniciativa vai abrigar 40 mil habitantes e 1,5 mil empresas de tecnologia limpa.
Por sua vez, o governo de Xangai pretende erguer uma cidade totalmente ecológica na ilha de Chongming. Denominada de Dongtan, a ecopólis quer ser auto-suficiente em energia, utilizando somente fontes renováveis, como solar, eólica, biomassa e até biogás – pelo menos 80% do lixo será reciclado e os dejetos processados e reutilizados como adubo.


Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/6-projetos-verdes-inovadores-pelo-mundo?p=1#lin

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Óleo na pia? Nem pensar!





















Confira os ecopontos para entrega do seu óleo de cozinha usado:

EMEI 1

Av. amazonas, 715 – Vila Santa Helena

EMEI 2
Rua Francisco Munhoz Cegarra, 185 – Centro

EMEI 3
Av. Dr. Antonio Galízia, 902 – Bairro do Livramento

EMEI 4
Rua Miguel de Souza Ribeiro, 26 – Jd. Maravilha

EMEI 5
Rua Luis Furlaneto, 567 – Núcleo Domingos Aquilante

EMEI 6
Av. João Dal Poz, 270 – Jd. Nova Bariri

CRECHE RACHEL DE QUEIROZ
Av. Antonio Fanton, 122 – Jardim Industrial

CRECHE MARIQUINHA MASSON
Av. Dr. Antonio Galízia, 1.166 – Bairro do Livramento

CRECHE MARINA BUDIN
Rua José Manoel de Goy, 34 – Núcleo Habitacional Domingos Aquilante

CRECHE MADRE LEÔNIA
Av. Santa Catarina, 70 – Vila São José

EMEF PROFª. JULIETA RAGO FOLONI

Rua Tiradentes, 458 – Centro

EMEF PROF. EUCLYDES MOREIRA DA SILVA
Av. Claudionor Barbieri, 870 – Centro

EMEF PROFª. ROSA BENATTI
Av. Prof. Carlos Ferreira de Moraes, 27 – Santa Rosa

EMEF PROF. EURICO ACÇOLINI
Rua Regina Pizza Beltrame, 127 – Jd. Panorama

EMEF PROFª. JOSEANE BIANCO
Av. Per. Prof. Carlos Ferreira de Moraes, s/n.º - Núcleo Habitacional 2

EMEF PROF. MODESTO MASSON
Av. General Osório, s/nº - Centro

SUPERMERCADO MICHELASSI LOJA 1

Rua Gonçalves Dias, 35 - Centro

SUPERMERCADO MICHELASSI LOJA 2
Rua José Saltarelli, 360 - Santa Clara

DELLA COLETTA BIOENERGIA
- Agrícola
- Administrativo
- Indústria
- Auto Posto Santa Lúcia

Fazenda Monte Alegre, s/nº, Bairro Sapé
- Ambulatório
Av. General Osório, 385, Centro

SETOR DE MEIO AMBIENTE
Rua Santa Cruz, 247 – Centro

Esse óleo quando descartado de maneira inadequada pode contaminar o solo, o lençol freático e a água dos rios. Se for descartado no ralo da pia, pode entupir o esgoto de sua casa.

Não esqueça:
deixe o óleo esfriar e coloque em uma garrafa PET.
Vá coletando até completar a garrafa.
Quando estiver cheia entregue no ecoponto mais próximo da sua casa.

Entregando o óleo usado no ecoponto mais próximo de sua casa, você contribui com o meio ambiente. Todo o óleo recolhido será encaminhado para empresas que o transformarão em biodiesel, produtos de limpeza e ração animal.

VAMOS MUDAR ESSA HISTÓRIA? SE VOCÊ JOGAR O ÓLEO NO RALO,
ELE PODE VOLTAR PARA VOCÊ!

Se a sua empresa ou entidade tem interesse em instalar um ecoponto de coleta de óleo usado, ligue para o Setor de Meio Ambiente: 3662-8228, ou mande um e-mail: ambientebariri@hotmail.com.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Caminhada ecológica e Lançamento do Projeto Óleo Usado

Amanhã, dia 07/06, acontecerá a tradicional Caminhada Ecológica, que reúne estudantes das escolas municipais na Praça da Matriz. O evento marca o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no dia 05/06. Os alunos, acompanhados pelos professores, caminharão pelas ruas da cidade carregando cartazes e faixas relacionadas ao tema meio ambiente. Às 8h30, todos se encontrarão na Praça da Matriz para as apresentações.
Na ocasião será lançado o Projeto Óleo Usado, que recolherá óleo de cozinha usado, evitando que este seja descartado inadequadamente na pia ou solo, contaminando o lençol freático e entupindo as tubulações de esgoto.
Os ecopontos de recolhimento do óleo usado serão localizados nas escolas e creches municipais.



sexta-feira, 3 de junho de 2011

Como fazer uma composteira

As plantas obtêm a maior parte de seus nutrientes do composto orgânico. Mantendo uma composteira, você revitaliza seu jardim e pode reduzir em até 30% a quantidade de dejetos que vai para o aterro sanitário.
  • Se possível, faça a composteira perto da cozinha; assim fica mais fácil o descarte de restos de comida.
  • Use, por exemplo, uma lixeira de plástico velha para fazer a composteira. Retire o fundo, finque a lixeira no solo e mantenha-a coberta com a tampa.
  • Para ajudar na drenagem e fornecer acesso aos organismos do solo, posicione a lixeira numa área plana e bem drenada, de forma que ela fique em contato com a terra.
  • Se você fizer sua própria composteira, construa uma estrutura de quatro lados, aberta no topo, com pelo menos um metro de altura. Um lado deve ser fácil de remover, para que você possa revolver a pilha e recolher o composto pronto.
  • Certifique-se de que sua composteira fique na sombra durante o dia, porque o húmus não deve ressecar com rapidez, nem a temperatura deve se elevar muito para que os organismos do solo não morram.

Problemas contornáveis

Sintoma
Problema
Solução
Cheiro de amônia
Excesso de nitrogênio.
Adicione mais carbono na forma de palha, jornais ou feno.
Cheiro de ovo estragado
Pilha muito úmida ou compacta.
Oxigene a pilha. Adicione mais material seco. Misture partículas pequenas com as grandes. Adicione cal e revire o material.
Decomposição lenta
Material muito seco ou pilha muito pequena. Pode ser por causa da falta de nitrogênio ou de oxigênio.
Adicione água. Faça uma pilha maior. Acrecente materiais ricos em nitrogênio, como restos de poda verdes e sobras de hortaliças. Oxigene regularmente.
Ratos e camundongos
Uso de material errado.
Não use carne, peixe ou pedaços de gordura. Construa uma lixeira à prova de roedores.
Vapor
Excesso de nitrogênio. Ou a pilha está muito grande para ser removida de forma apropriada, deixando o meio muito quente.
Adicione mais material rico em carbono (palha, feno ou serragem). Reduza o tamanho da pilha

Mãos à obra
  • Alterne materiais “marrons”, ricos em carbono – palha, feno, folhas secas, serragem, jornais e papelão em tiras – com materiais “verdes”, ricos em nitrogênio – esterco animal, aparas de grama, folhas verdes, restos de poda, sacos de chá, pó de café e cascas de legumes e frutas.
  • Não acrescente ao composto carne, gordura, óleo de cozinha, laticínios, animais mortos, fezes de animais domésticos, plantas doentes (ou que tenham sido tratadas com herbicidas ou outras substâncias químicas).
  • Não use ervas daninhas invasivas prestes a dar sementes. Mesmo que o calor da composteira mate a maioria das sementes, é melhor jogá-las fora.
  • Use uma cortadeira para picar folhas e restos de poda grossos antes de adicioná-los à composteira. Isso ajuda a aumentar a área de superfície desses materiais, deixando-os mais acessíveis a agentes decompositores.
  • Não use aceleradores ou ativadores de composto em pacotes – em geral eles fornecem uma dose rápida de nitrogênio que não dura muito e é de pouco benefício. Use fontes orgânicas de nitrogênio, como aparas de grama e esterco.
  • Evite fezes de cachorros e gatos, pois elas podem conter patógenos ou vermicidas. Deixe o esterco curtir antes de usá-lo.
  • Incremente seu composto ao acrescentar algumas pás de húmus já pronto de uma produção anterior. Esterco e folhas de confrei também são bons. Revire a pilha com pá ou forcado para oxigenar.
Dica
Se você não tem um jardim, mas tem um espaço na sacada, faça um minhocário em vez de uma composteira.


Veja aqui e aqui.

Cinco dicas para um composto de qualidade
  1. Revolva a pilha regularmente (a cada dois dias no começo) para acelerar o processo.
  2. Não deixe o composto ficar muito úmido ou muito seco – ele deve ser úmido como uma esponja torcida.
  3. Não adicione nenhum material em muita quantidade, ou a decomposição vai diminuir ou parar.
  4. Mantenha um equilíbrio entre material “marrom” e “verde”.
  5. Uma pilha de bom tamanho gera calor suficiente para que ocorra a decomposição. No entanto, se for muito grande, você não será capaz de revolvê-la de forma apropriada para oxigená-la. O tamanho ideal é de cerca de 1 metro cúbico.

terça-feira, 31 de maio de 2011

31 de maio - Dia Mundial sem Tabaco


Estudo publicado no jornal British Medical revelou que, anualmente, cerca de 845 mil toneladas de bitucas de cigarro são jogadas no chão, emporcalhando o mundo e, ainda, contaminando o solo e a água do planeta.

Onze meses depois que a lei antifumo entrou em vigor em São Paulo, a cidade está mais suja do que antes. Como ninguém pode fumar em lugares fechados, as bitucas de cigarro que antes eram descartadas nos cinzeiros, agora vão parar nas ruas. Essas bitucas vão embora na enxurrada, caem nos bueiros e depois nos rios. São milhões jogadas no chão todos dias e o pior é que elas demoram cinco anos para se degradar.
Quando se aciona a descarga para se livrar de uma bituca de cigarro, 12 litros de água tratada descem pelo ralo. Se 1 milhão de pessoas perdessem esse hábito, seriam economizados 360 milhões de litros de água. Esse volume equivale à água que cai nas cataratas do Iguaçú a cada 4 minutos. Além disso, a bituca de cigarro pode contaminar 50.000 litros de água e o solo.

Fontes:
http://super.abril.com.br/blogs/planeta/bitucas-de-cigarro-sao-usadas-para-confeccionar-roupas-em-paris/

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/07/calcadas-em-sp-viram-cinzeirospara-bitucas-de-cigarro.html


http://www.sitedecuriosidades.com/ver/curiosidades_sobre_reciclagem.html

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Aprenda a fazer Furoshiki


Nós desperdiçamos milhares de árvores e de recursos com papel lindo e reluzente, que duram alguns segundos, até ser rasgado e a maioria dos papéis de embrulho de presente acaba no aterro.
Lenços podem ser usados para embrulhar absolutamente tudo e o presenteado pode usá-los novamente, ou seja, além do presente duplo, recebe também a mensagem de redução dos resíduos, das emissões de carbono e de dinheiro!
Quer aprender como se faz? Neste vídeo veja como é simples embrulhar seus presentes usando lenços, o famoso Furoshiki – embrulho japonês, criado a partir de um tecido quadrado.


Existem vário tipos de dobraduras que se pode fazer, dependendo do objeto a ser embrulhado. Pode-se fazer até ecobags! É um show!!!



Veja mais em :



Obs: Esta postagem foi atualizada pois eu havia perdido as imagens do blog.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Veja como fazer uma festa mais sustentável

Você já pôs na ponta do lápis seus gastos para fazer festas ao longo do ano? Comemorações em família, aniversários, casamentos, formaturas?
A Wedding Report, uma empresa de pesquisas sobre casamentos nos EUA, apontou que essa indústria do matrimônio movimentou 60 bilhões de dólares em 2008. Segundo dados do “Estado do Mundo – 2010”, produzido pelo Wordwatch Institute (WWI) e publicado em português pelo Akatu, só os americanos, com 5% da população mundial, abocanham uma fatia de 32% do consumo global. Se todos vivessem como os americanos, o planeta só comportaria uma população de 1,4 bilhão de pessoas. (nós já chegamos à marca de 7 bilhões!!!).
Escolha fornecedores responsáveis:
O setor de serviços de entretenimento, lazer e eventos registra muita informalidade e relações precárias de trabalho. Prefira fornecedores que pratiquem de verdade a responsabilidade social. Ter responsabilidade social é respeitar as leis trabalhistas do país entre outros valores e práticas.
Escolha produtos de empresas social e ambientalmente responsáveis:
Informe-se sobre as empresas das quais vai comprar. Valorize as que comprovadamente praticam a responsabilidade socioambiental.
Cuidado com os utensílios e enfeites:
Prefira utensílios (copos, talheres, pratos) reutilizáveis. Dê preferência a papéis e embalagens recicláveis. Reutilize materiais de festas passadas. Ao final, guarde o que for possível e recicle o restante. Na decoração com luzes, use lâmpadas de baixo consumo e apague-as antes de dormir. Opte por enfeites vegetais – pequenas árvores, arranjos – plantados em um vaso. As pessoas podem levar para manter em casa, plantar em seus jardins.
Dispense os pacotes para presente:
Sugira aos convidados que os presentes podem vir sem embrulhos enfeitados, que gastam um monte de papel, fita, laço e plástico. Pacotes de presente precisam desaparecer na transição para a sociedade sustentável do século 21.
Mesa farta, mas consciente:
Compre apenas a quantidade de alimentos e bebidas que você estima que realmente será consumida. Prefira produtos cultivados na sua região, reduzindo assim o custo de transporte e o desperdício. Se possível, evite as garrafas plásticas. Se for inevitável, separe tudo para a reciclagem.
Dissemine o consumo consciente:
Aproveite a festa e dissemine o consumo consciente entre seus amigos. Converse, aponte os motivos de suas escolhas nesta festa. É o começo da conscientização e da mobilização.
Para cada churrasco plante uma árvore:
Para produzir apenas um quilo de carne são emitidos 3,7 kg de CO2. Um churrasco para cem pessoas vai emitir, só na produção da carne, 185 kg de CO2, equivalente ao que uma árvore da Mata Atlântica seqüestra durante seu crescimento em 37 anos. Sem contar transporte, carvão, bebidas, pratos, copos, talheres e o lixo produzido no final.
Recicle as latinhas de alumínio:
Ao reciclar as latinhas de alumínio que consome por ano, cada brasileiro contribui evitando a emissão de 78 g de CO2, em média. Isso significa que só a população de São Paulo, reciclando tudo, poderia contribuir com 858 toneladas a menos de CO2 na atmosfera. Equivalente a 4.500 árvores da Mata Atlântica.
Faça a tradicional listinha de compras:
Em média, um terço do que compramos em alimentos vai direto para o lixo. Em um ano, cada família acumula um desperdício de 255,5 kg de comida no lixo. Portanto, é importantíssimo que sua festa não aumente ainda mais este desperdício.
Troque gasolina por álcool:
A simples troca de combustível do carro já reduz a emissão de gases de efeito estufa. Um carro com motor 2.0 a álcool emite metade do CO2 de um de mesmo motor a gasolina. Preparação de festa exige muitas ida e vindas às compras. Portanto, use um carro a álcool. Mais: planeje para comprar tudo no menor número possível de deslocamentos.
Veja a reportagem na íntegra aqui.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...