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terça-feira, 2 de junho de 2015

Como organizo meu guarda-roupas no inverno

Imagem ilustrativa [Fonte]
Todo ano, quando mudam as estações, eu organizo meu guarda-roupas de acordo com a temperatura. Na primavera, lavo e guardo edredons, casacos e roupas de linha/lã sintética. Casacos que não são de lavar (couro, lã, pena de ganso) coloco para tomar sol, deixo esfriar e depois guardo em sacos plásticos com zíper. O ideal seria saco de TNT, para que a peça de roupa possa transpirar. Para não ter problema com umidade (já vi casaco de couro embolorar por ficar guardado assim), coloco aqueles saquinhos de sílica que vem em embalagens de produtos diversos.

No outono vou retirando essas roupas de acordo com a necessidade ou temperatura. Por exemplo, esse ano ainda não tirei as roupas mais pesadas, já que o frio está demorando a vir. Os casacos mais grossos coloco ao sol, já os edredons e roupas de linha, lã sintética, moletom, etc, preciso lavar, porque tenho alergia. Já tentei apenas colocar ao sol, usar sachês perfumados, mas nada funciona, mesmo guardando tudo limpinho preciso lavar antes de usar.

Faço esse rodízio de peças por falta espaço no guarda-roupas. Nesta semana vou guardar uma parte das roupas de calor (não tudo porque ainda não esfriou muito) para poder acomodar as roupas de frio, que por sinal ocupam muito mais espaço.

Durante essa mudança, tiro tudo do armário, limpo por dentro e deixo tomar um ar enquanto aproveito para separar peças que não uso mais para doação, peças necessitando reparos (minha mãe conserta para mim), peças que podem ser reformadas/customizadas, etc. O que não será usado na próxima estação é separado e guardado em sacos a vácuo (space bags). Depois acomodo as roupas que serão usadas em cabides e gavetas, separando por tipo (casacos, camisas, vestidos e saias ficam pendurados, blusas, leggings e cachecóis nas gavetas e as calças no calceiro). Não separo por cor ou outra característica porque não vejo necessidade.

Também pretendo olhar as caixas de sapato e separar os que não uso. Da última vez que fiz essa arrumação, acabei segurando vários pares que não consigo usar.

Todas as peças que separo para doação são novamente separadas em duas categorias: o que pode servir para as pessoas mais próximas (amigos e parentes) e o que vai para alguma entidade.

Também tenho vontade de trocar todos os cabides do guarda-roupas... infelizmente meus cabides são de vários modelos diferentes, mas não quero gastar com isso agora e também não pretendo descartar os cabides que ainda estão bons. Vou separar os de madeira mais antigos para dar uma repaginada (mas isso é assunto para outro post).

Não sou especialista em organização. Já vi muitas dicas bacanas pela blogsfera sobre o assunto, mas para mim são pouco aplicáveis. Essa é a maneira que eu considero mais prática e cada caso é um caso. Gostaria de aos poucos diminuir ainda mais meu consumo, investindo em peças duráveis e poucos modismos. Aí quem sabe minhas roupas não precisarão sofrer esse rodízio sazonal kkkk

Beijos

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Presentes para o Dia das Mães

Eu ainda não sou mãe, mas tenho certeza que essa data é importante não pelo forte apelo comercial, mas pela lembrança que evoca o afeto entre mãe e filho. Por isso, acredito que o presente não precisa necessariamente ser caro, mas acho super legal quando tem o toque pessoal do filho, seja na confecção, na customização ou apenas no embrulho.

Hoje trago algumas ideias retiradas da Internet. Ainda dá tempo de fazer um presente legal para a sua super mãe. A maioria das opções dá para aproveitar algum objeto que já tem em casa. Vamos lá?

Retrato estampado em tecido, com aplicação de bordado.

Foto aplicada em vela.

Marcador de página com foto e pingente.

Esses kits dentro de potes de vidro estão com tudo! E quem não tem vidros guardados em casa? Esse é de "sobrevivência", tem alguns doces e analgésicos. "Amanhã é um novo dia!" kkkkk

Kit SPA para cuidados em casa. Contém esfoliante, sabonete líquido, hidratantes para pele e cabelo, lixas para unha e para os pés, cortador de unha, lâmina para depilar, pinça, velas aromáticas...

Kit para costura. Contém fita métrica, tesourinha, linhas, agulhas, dedal. Na tampa foi acrescentada uma almofadinha para agulhas. 

Kit de relaxamento. É parecido com o Kit SPA, só que é voltado para os pés. Este contém um par de chinelos, sabonetes em formato de conchas e estrela do mar, bucha vegetal, pedra pomes, escova, creme esfoliante e creme hidratante.

Ímãs para geladeira feitos com gemas de vidro. Pode-se usar fotos de família.

Pingente com fotos.

Outro modelo de pingente com fotos.

Porta anéis feito com porcelana fria em formato de cactos.

Vaso de cimento feito com molde.

Terrário com suculentas.

Kit de jardinagem, composto por ferramentas, luvas e sementes.

Saquinhos de chá com etiqueta personalizada.

Guardanapo com receita. Pode-se fazer desenhos ou frases com caneta de tecido.

Caixinha porta joia decorada com scrapbooking.

Porta retrato feito com madeira.

Pingente (borla) em couro. Pode ser usado em bolsas, colares, brincos, etc.

Café da manhã na caixa: este aqui é bem natural, com pote de granola, mel e café, acompanhado por uma caneca de carâmica e decorado com um vaso de suculenta. Você pode personalizar o seu, até a caneca pode ser decorada especialmente para a data. É só usar as canetinhas marcadoras de porcelana.

O meu presente já está sendo confeccionado/customizado e em breve venho mostrar para vocês. Beijos

terça-feira, 28 de abril de 2015

Ideias para reformar uma cômoda

Eu ganhei uma cômoda antiga da minha mãe e pretendo reformá-la. Ela já foi minha quando eu era adolescente, mas depois trocamos meus móveis e ela foi para um outro quarto. É um móvel de madeira maciça, gavetas grandes e profundas, puxadores fortes, enfim, é uma cômoda bonita, só precisa de uma ajuda para ganhar vida nova.

A ideia é pintar de uma cor vibrante, verde ou azul. Procurei imagens no Pinterest e separei algumas:



Amei este tom de verde. É o meu favorito para o projeto.



As borlas (pingentes) aparecem em várias imagens. Provavelmente vou adotar a ideia.


Este verde é um pouco apagado, mas também muito bonito.






Este é o favorito entre os azuis.

Esta última é do blog Muita calma nessa obra

Os móveis coloridos estão em alta e têm aparecido em blogs, revistas de decoração, cenário de novelas, filmes, comerciais, etc. São uma ótima opção para quem quer decorar com personalidade mas não pode pintar as paredes da casa/apartamento  por ser alugado. 

Além disso, reformando um móvel antigo você terá um móvel resistente (desde que esteja em boas condições), manterá uma herança de família, evitará gastos com mobília nova que muitas vezes tem baixa durabilidade e o mais interessante, terá um móvel exclusivo!

Eu adoro pensar nas possibilidades de mudança desses móveis antigos, que podem assumir novas funções na decoração. Lembrando que existe uma grande diferença entre antigo e velho: O velho é aquilo que perdeu a beleza e a utilidade. Já o antigo é algo preservado apesar da idade, tem beleza, utilidade e valor inestimável. O antigo é vintage!

Espero que tenham gostado das imagens. Pretendo iniciar meu projeto o quanto antes e volto mostrar para vocês.

Um beijo!

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Como reaproveitar as sobras de Ovos de Páscoa

Depois da Páscoa, não é raro ficar com sobras de ovos de Páscoa de sabores diversos encalhados em casa.
Para evitar o desperdício, é possível aproveitar esse chocolate em outras receitas.


ATÉ QUANDO? - A validade do chocolate simples, em barra ou ovos de Páscoa é de, em média, 30 dias. As sobras de chocolate podem ser guardadas desde que estejam bem embaladas e em lugar seco. Havendo recheio, não se deve guardar por mais de duas semanas.
NO FOGÃO - Para derreter o chocolate no fogão, pique-o em pequenos pedaços e coloque em uma vasilha. Ponha uma panela com água no fogo (banho-maria). Quando a água começar a ferver, desligue e coloque dentro a vasilha com o chocolate. Mexa até derreter. Se for preciso, repita o processo.
NO MICRO-ONDAS - Para derreter o chocolate, pique-o em pedaços médios, coloque-o em um recipiente apropriado para microondas (vidro), em potência média, retire e mexa até desfazer por completo. Cada grama de chocolate leva aproximadamente três minutos para derreter.
NÃO MISTURE - Os apreciadores de chocolate branco ou amargo também podem utilizar as sobras de ovos de Páscoa para preparar receitas especiais como mousses e bolos. Só não vale derretê-los juntos no mesmo recipiente, pois a mistura faz perder o sabor de cada um.
RECEITA - Uma boa opção para as sobras de chocolate é transformá-las em docinho. Como? Quando estiverem semiderretidas na panela, misture castanha de caju triturada ou frutas cristalizadas. Desligue e espere esfriar. Molde as bolinhas com as mãos, normalmente. Uma sobremesa irresistível!


Confira algumas receitas aqui e aqui.

Fonte: tempodemulher

Obs: Esta postagem está sendo atualizada pois eu havia perdido as imagens.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

terça-feira, 2 de julho de 2013

Você sabe a diferença entre resíduo e rejeito?


Resíduo sólido é uma expressão que está presente no dia-a-dia de todos. Quando compramos um produto com embalagem, descascamos uma fruta ou simplesmente utilizamos um item até o fim da sua vida útil, geramos resíduo. 
A partir do que sobra de determinado produto (embalagem, casca) ou processo (uso do produto) é que o resíduo sólido é gerado, mas ele pode ser consertado, servir para outra finalidade (reutilização) ou até ser reciclado. 
Já o rejeito é um tipo específico de resíduo sólido - quando todas as possibilidades de reaproveitamento ou reciclagem já tiverem sido esgotadas e não houver solução final para o item ou parte dele, trata-se de um rejeito, e a única destinação plausível é encaminhá-lo para um aterro sanitário licenciado ambientalmente ou incineração.
Essa diferenciação é importante devido à implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que entrará em vigor a partir de 2014. Lembrando que, com a PNRS, todos os lixões devem ser eliminados para darem lugar a aterros sanitários.

O que fazer?

Para se adaptar à nova lei e preservar o meio ambiente, é recomendável, portanto, explorar ao máximo o ciclo de vida do produto, reaproveitando sempre que for possível e dando preferência para itens que, posteriormente, possam ser reciclados. Para isso, a siga algumas dicas:
-Reduza ao máximo o lixo da sua casa;
-Reaproveite restos de alimentos para outras funções ou para produzir novas receitas;
-Recicle itens que perderam totalmente a vida útil ou doe objetos que não te interessam mais.

Fonte: Ecycle

quinta-feira, 21 de março de 2013

Você sabia que 2013 é o Ano Internacional para a Cooperação pela Água?


Em dezembro de 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas indicou 2013 como o Ano Internacional para a Cooperação pela Água. Será que isso tem a ver também com cada indivíduo?
Para atingir o bem-estar de toda a sociedade é necessário que se construa um caminho que valorize a cooperação mais do que a competição nos itens relacionados à sustentabilidade. A razão básica para isso é o fato do movimento de sustentabilidade ser recente e o problema da insustentabilidade ter uma enorme urgência. Em algo novo para a sociedade, que deve mudar significativamente a forma de fazer as coisas, como é o caso da sustentabilidade, quanto mais se puder cooperar mais rapidamente serão identificadas e disseminadas soluções que ajudarão a caminhar na direção desejada.

Enquanto no cenário político internacional o termo cooperação pela água está relacionado à gestão do recurso dentro de uma cultura de paz, para o indivíduo significa reconhecer o impacto que seus atos de consumo podem ter sobre a sociedade e o planeta e rever seus hábitos levando em consideração o bem-estar coletivo. É também tomar consciência de que pequenas mudanças em hábitos de consumo (ainda que promovidas por um pequeno grupo de pessoas), quando consolidadas e mantidas por um longo período de tempo, causam muito impacto. Ou seja: cooperar, para o indivíduo, é investir nessas pequenas mudanças, apostar na transformação que elas podem causar quando somadas às de outras pessoas, e mobilizar os amigos e familiares a adotar as mesmas mudanças em seus hábitos de consumo.

E cada indivíduo contribui quando:

•    Economiza água nas atividades domésticas;
•    Opta por produtos que usam menos água em toda cadeia produtiva;
•    Incentiva a indústria e, sobretudo, a agropecuária a inovar para a redução do uso de água, para o desperdício zero e para a não poluição;
•    Demanda de governos e empresas fornecedoras de água que reduzam as chamadas perdas na rede;
•    Incentiva amigos e familiares a também contribuir na mesma direção.

Fonte: Akatu

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Economize energia nesse verão com dicas simples, mas eficazes

energia

No verão, os ventiladores, ar-condicionados e freezers são acionados para ajudar a aliviar o calor comum desta estação. O problema é que a utilização excessiva de todos eles podem ampliar significativamente o aumento de energia.
No intuito de ajudar a economizar e ao mesmo tempo não sofrer com o calor, veja algumas dicas simples listadas pelo Procel, que podem auxiliar na redução.
  • Tome banho frio: aproveite para tomar banhos frios. Além de aliviar o calor, isso reduz o gasto comum de um chuveiro elétrico.
  • Desligue o ar-condicionado quando possível: uma boa hora é meia hora antes do fim do expediente e na hora do almoço. E quando ele estiver ligado, evite deixar portas abertas e a penetração do sol no ambiente, fechando cortinas e persianas.
  • Abra as janelas: aproveite a iluminação e ventilação natural.
  • Evite abrir a geladeira toda hora: retire de uma só vez tudo o que precisa. Além disso, ela não deve ficar próxima de lugares quentes, como fogão ou janelas que batem sol.
  • Nunca deixe seu aparelho "dormir" carregando: dê a carga necessária e retire-o da tomada. Para câmeras digitais que não usam pilhas, aplica-se a mesma regra do celular. Só carregue o tempo necessário especificado no manual.
  • Quando não estiver usando, mantenha o computador desligado: dê preferência aos notebooks que consomem menos energia. Não deixe os acessórios do computador (impressora, scanners, etc.) ligados sem necessidade.
  • Opte por equipamentos mais eficientes:  escolha aparelhos com classificação "A" no Programa Brasileiro de Etiquetagem do Inmetro, quando for o caso, ou identificados com o Selo Procel, da Eletrobrás.
  • Se possível, não use aparelhos elétricos durante o horário de pico: evite o horário de maior consumo de energia, entre 18h e 21h.
Fonte: Eco4planet

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Carnaval e consumo consciente combinam! Quer ver?

O Carnaval está chegando! Para os foliões, diversão garantida nos blocos de rua, desfiles e bailes. Para quem gosta de sossego, um feriadão para descansar ou passear. Mas será que é possível aproveitar a festa e contribuir para um mundo mais sustentável ao mesmo tempo? Conheça dez dicas de consumo consciente, que valem para os foliões de carteirinha e para quem vai curtir outra programação nesse período. São dicas simples e práticas para festejar a data sem culpa. Confira!
1. Mais luxo que lixo
O aumento do turismo e o consumo de bebida e comida no Carnaval geram mais lixo que o normal. O aumento do lixo gera impactos na coleta (que fica sobrecarregada) e no armazenamento nos aterros. Mas o consumidor consciente sabe que um Carnaval bom mesmo tem menos desperdício de comida e de bebida, e tem uso de embalagens retornáveis... Enfim, tem mais luxo que lixo!

2. E viva o lixo no lixo!
Os blocos e desfiles aumentam a concentração de pessoas nas ruas das cidades. Já imaginou o que acontece quando elas jogam seus papéis, copos, embalagens e tudo o mais na própria rua? O lixo acumulado entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Nas praias, o lixo se espalha pela orla, vai parar no fundo do mar e, além de contaminar a água e consequentemente fauna e flora que nela vivem, seu recolhimento é muito trabalhoso. O consumidor consciente pode evitar estes impactos se levar consigo um saquinho para guardar as sobras do que consumiu até encontrar uma lata de lixo.

3. Re-fantasie-se
As fantasias de Carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Para chegar até o consumidor, uma fantasia utiliza matérias primas, água e energia em sua produção, distribuição e transporte. Que tal reutilizá-las, trocá-las com amigos ou reformá-las? Utilizando a mesma fantasia mais de uma vez, o consumidor consciente dilui ao longo do tempo os impactos negativos ocorridos na produção dos materiais que compõem a fantasia. Além disso, evita que ela seja jogada fora e, assim, aumente a quantidade de lixo produzido desnecessariamente.

4. Excesso? Só de alegria
A combinação entre calor, comida comprada na rua, álcool e multidão pode ser indigesta. Também o consumo excessivo de bebidas é responsável pela maioria dos acidentes de automóvel e pelo início de diversas brigas de rua. O limite é definido por cada um. O consumidor consciente aproveita a festa protegendo a sua saúde e a de todos.

5. Pé e consciência na estrada
O turismo aumenta muito nos feriados prolongados. As viagens de carro são bastante comuns e ampliam o tráfego nas estradas, o risco de acidentes e a emissão de poluentes. Mas o consumidor consciente pode se organizar para viajar com o maior número possível de pessoas no carro, diluindo os impactos da viagem. Pode também planejar sua viagem de modo a ter o motor regulado, reduzindo em até 5% o consumo de combustível e emitindo menos gases de efeito estufa. Além disso, pode programar a saída de casa em horários de menos trânsito, reduzindo desta forma o tempo em marcha lenta e emissão maior de carbono. O turismo também pode ter impactos positivos: respeitando os costumes dos lugares visitados e prestigiando a cultura e economia locais, o consumidor consciente contribui para o desenvolvimento da região visitada.

6. Pirataria só na fantasia
Quando o consumidor consciente compra artefatos de festa, CDs e DVDs, ele pode exigir dos fornecedores nota fiscal, evitando a sonegação de impostos e o estímulo à produção ilegal, que alimenta o crime organizado.

7. Desplugue-se
Antes de viajar ou sair de casa por períodos prolongados para se distrair, o consumidor consciente pode tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como televisão, DVD, micro-ondas, computador e carregador de bateria, a fim de economizar energia. O modo “stand by” – acionado quando o aparelho está desligado, mas conectado à rede elétrica pela tomada – faz com que o aparelho continue consumindo energia, podendo chegar a até 25% do que consumiria se o equipamento estivesse ligado.

8. Mergulhe na folia, mas deixe a água de fora
O Carnaval é uma época em que as cidades turísticas enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do consumo adicional das pessoas que elas recebem. O consumidor consciente pode evitar tais problemas redobrando os cuidados com a água: brincando sem gerar desperdícios, tomando banhos mais curtos e aproveitando o calor para desligar o chuveiro caso demore ao se ensaboar ou para aplicar cremes nos cabelos.

9. Eu quero sossego
Aqueles que moram em cidades que não são destino de foliões e que não vão viajar podem aproveitar a tranquilidade e o tempo livre em atividades que valorizam o maior convívio com os amigos e com a família. Caminhadas, piqueniques, visitas a parques, museus e centros culturais são algumas sugestões que estimulam o bem-estar e podem ter menos impactos negativos no bolso e no meio ambiente!

10. O bloco do consumo consciente
O consumidor consciente também pode divulgar estas dicas para os amigos e familiares, convidando-os a fazerem parte de um movimento por um Carnaval mais sustentável. Espalhar os princípios que o Akatu apresenta aqui é como puxar um trio elétrico, atrás do qual só não vai quem ainda não entendeu que consumo consciente é o jeito mais fácil e acessível a cada um para fazer do mundo um lugar melhor para todos!

Fonte: Akatu

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Material escolar: feiras de usados promovem consumo consciente

Como pais, alunos e professores se envolvem com práticas de doação e troca, economizam na conta e ainda contribuem para um futuro sustentável
Janeiro é época de iniciar a compra do material escolar contido nas listas enviadas pelas escolas para o início do ano letivo. Pesquisar os melhores preços, fazer compras de grande volume em conjunto com os pais de outros alunos, reutilizar materiais do ano anterior ou trocar materiais com os pais de outros alunos já são práticas comuns. Trocar, doar e passar para frente itens usados como livros, objetos de papelaria em bom estado e uniformes são soluções cada vez mais utilizadas para diminuir gastos. Ao mesmo tempo, essas atitudes também contribuem para reduzir o impacto ambiental negativo sobre os recursos naturais utilizados na fabricação de novos materiais a cada ano.
 

Algumas escolas têm facilitado o acesso a materiais usados, promovendo, por exemplo, feiras de livros. Ninguém gosta de jogar fora um livro, pois é algo de valor. Por isso, o melhor é encaminhar para doação.  Para evitar o desperdício, é importante conservar o material da melhor maneira possível. Um caderno que não terminou, por exemplo, pode ser usado no ano seguinte.

Livro Livre (Foto: Divulgação/Gracinha)
A feira "Livro Livre" (foto), promovida na escola Nossa Senhora das Graças, proporciona doação e troca de livros usados desde 2010 e, segundo sua coordenadora, "catalisa uma mudança na cultura da necessidade do novo". Mãe de ex-alunos do colégio, Vilma conta que em 2012 foi feito um levantamento sobre a economia dos pais na compra de material didático após a adesão à feira. “Percebemos que os pais chegavam a economizar em média R$ 350,00 na compra de livros”, alerta.
 

A cada ano, milhares de alunos compram materiais novos para as aulas, enquanto outros descartam ou acumulam itens que não têm mais uso, ou que ficaram esquecidos em casa. Promover a troca e doação destes materiais é uma solução por meio da qual todos são beneficiados: alguns têm as necessidades básicas de material escolar atendidas sem pesar no orçamento, enquanto que outros dão melhor destino para itens que poderiam ser desperdiçados, acumulados ou jogados fora sem necessidade.
 

Na Escola Stagium, em Diadema, a recomendação sobre o reaproveitamento dos materiais é feita por escrito para que os pais aproveitem o material e façam a reposição somente do necessário.
 
Incentivo que veio dos pais
No Colégio Franciscano Nossa Senhora Aparecida, as feiras de trocas de livros são realizadas desde 2008 e contam, em média, com a participação de mais de cem famílias por evento. A troca de livros já era realizada informalmente entre alguns pais antes da criação da feira. A escola investiu na criação da feira para ajudar os pais e incentivar a prática de consumo consciente.

 

Trocar, doar e compartilhar são formas de promover o consumo consciente e a sustentabilidade, além de contribuir para que pais, alunos e professores reflitam sobre o consumo, cidadania, desperdício, utilização de recursos naturais, lixo e meio ambiente.
 

Procure se informar se a escola do seu filho já tem esse tipo de iniciativa. E se não tiver, não seria uma boa oportunidade de propor uma?

Fonte: Akatu

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

6 passos para uma casa sustentável

Ter um estilo de vida que respeita o meio ambiente é fácil. Veja dicas simples para tornar o seu lar mais "verde".

De uns tempos para cá, a sustentabilidade virou assunto constante nos meios de comunicação e até mesmo no comércio. Mas, longe de ser mais um modismo, o movimento – que concilia crescimento econômico, preservação do meio ambiente e melhoria das condições sociais – veio para ficar. 

Veja abaixo seis passos para tornar sua casa "verde". Você vai perceber que, no final, não só ganham o planeta e a sociedade, mas você também!

1. Atitudes ecológicas - Hábitos simples, como manter a luz apagada nos ambientes vazios, tomar banhos rápidos e reciclar o lixo, são passos que fazem toda a diferença. Uma casa sustentável é uma casa eficiente, que racionaliza e induz ao uso adequado de energia e água.

2. Telhado branco - A ONG Green Building Council lançou campanha mundial para que os telhados sejam pintados de branco. Estudos demonstraram que as cores escuras refletem apenas 20% da luz solar. Com isso, as superfícies esquentam muito, contribuindo para a formação de ilhas de calor. Participe dessa campanha e use tintas ecológicas, à base água, que costumam ter, entre outras propriedades, baixa emissão de compostos voláteis, substâncias que prejudicam a qualidade do ar.

3. Jardim sustentável - É importante privilegiar o uso de plantas regionais. Elas atraem pássaros e até mesmo pequenos animais que estão ficando sem habitat. Um exemplo disso são os severos ataques de lagartas que as plantas sofrem atualmente. Isso poderia ser evitado se houvesse predadores naturais. Sugere-se plantar árvores frutíferas até mesmo em vasos.

4. Pé na grama - Devemos evitar a pavimentação de todo o jardim. A água deve conseguir infiltrar-se no solo e voltar para os lençóis freáticos. Por falar em água, a irrigação automatizada, quem diria, é a melhor maneira de economizar este recurso natural para grandes extensões verdes. Os custos envolvidos serão compensados, ainda mais quando pensamos no preço dos recursos naturais no futuro.

5. Reuso e criatividade - A limitação de recursos faz a criatividade e o respeito serem os grandes aliados da sustentabilidade. Antes de comprar, o morador deve fazer uma análise de tudo o que existe na casa e de tudo o que pode ser consertado ou transformado. Hoje há uma gama de acessórios e materiais que permitem o restauro, ou até mudanças de aspecto e funções nos móveis e objetos de uma casa.

6. Consumo consciente - É importante observar os rótulos dos produtos antes de comprar. Produtos sustentáveis são sempre marcados com "selos ecológicos". Prefira os biodegradáveis, que são decompostos pelo próprio meio ambiente, e evite os altamente tóxicos. Confira também a responsabilidade do fabricante em relação a seus empregados e região onde está estabelecido. 

Fonte: Leroy Merlin

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Dicas para o Consumo Consciente no Natal

Cada vez mais se fala em consumo consciente. Aqui no Blog já falamos disso diversas vezes, mas a cada ano, a cada data comemorativa, somos bombardeados por propagandas que exibem a "vida perfeita", o "carro do ano", o "melhor computador" e por ai vai... O Natal se tornou mais uma data comercial, quando muitas pessoas se endividam para adiquirir os melhores produtos e presentes. Por sorte, uma grande parte de população já começou a perceber a "roubada" e este ano foi declarado o Ano das Lembrancinhas. 

Acho legal mostrar que as pessoas são importantes para nós e que nós nos lembramos delas com carinho. Mais um motivo para que a lembrança tenha realmente significado: porque não dar um presente hand made (feito à mão)? Que tal um presente feito em casa, como uma garrafa de licor ou uma lata de biscoitos? Esse assunto rende muita discussão, então deixo aqui algumas dicas sobre consumo consciente. Algumas delas até já apareceram por aqui, mas sempre é bom reforçar.

 Evite excessos no consumo

Só os americanos, com 5% da população mundial, abocanham uma fatia de 32% do consumo global. Se todos vivessem como os americanos, o planeta só comportaria uma população de 1,4 bilhão de pessoas. Nossas classes A e B+ têm padrão de consumo semelhante.

Não compre produtos piratas ou contrabandeados

Pagar menos por produtos piratas ou contrabandeados não compensa: você estará contribuindo com o crime organizado e com o consequente aumento da violência no seu bairro, na sua cidade, no seu país. 

Dispense os pacotes para presente

No Natal sugira aos convidados que os presentes podem vir sem embrulhos enfeitados, que gastam um monte de papel, fita, laço e plástico. Pacotes de presente devem desaparecer na transição para a sociedade sustentável, comece a mudança na sua festa. Inicialmente pode até parecer estranho, mas será um bom exemplo. Quem sabe seus parentes e amigos não começam a fazer igual? 

Faça doações

Troque os seus presentes em benefício de ONGs e entidades de ação social. Avise aos convidados que, em vez de lembranças para você, eles devem depositar o valor correspondente na conta da entidade. 

Leve seu filho às compras

Decida com eles quanto gastar, o que comprar e, juntos, discutir os fatores socioambientais que levaram a escolha do produto e da empresa fornecedora. Desse modo, com paciência, é possível ensinar à garotada que as escolhas têm impacto na saúde, no bolso e na natureza. Afinal, elas estão na fase inicial de compreensão do mundo e quanto mais cedo começarem a lidar com a responsabilidade de preservar o meio em que elas também vão criar seus filhos, tanto melhor. 

Se parcelar o pagamento, analise a taxa de juros

Fazer compra parcelada com juros sai caro e é sempre um risco. Não olhe apenas a prestação, mas o preço final parcelado. Muitas vezes, com o valor final daria para comprar até três do mesmo produto. Isso quer dizer que você vai trabalhar muito mais para comprar a mesma coisa. Só parcele ou tome emprestado se você realmente precisar. 

Valorize moedas e o troco

Pequenas despesas pesam muito no orçamento. Uma pessoa que economize R$ 1,00 por dia, durante 66 anos de sua vida, e coloque este dinheiro na poupança, acumulará R$ 284 mil ao final desse período. Já é uma boa aposentadoria! 

Use o 13º salário para quitar dívidas do Ano Velho

As taxas de juros sobre os saldos devedores do cartão de crédito e do cheque especial são muito elevadas. Portanto, zerar essas dívidas para iniciar o Ano Novo sem pagar juros é um ótimo negócio. A dica é fazer como já foi declarado por 60% dos brasileiros, que pretendem usar o 13º salário para quitar débitos antigos. E mesmo para quem estiver com a conta no azul, vale reservar parte do 13º para enfrentar as despesas típicas do início do ano, como gastos com férias, IPVA, IPTU, matrículas, material e uniformes escolares. 

Repensar o consumo de produtos

A fabricação de qualquer produto envolve extração e processamento de matéria-prima, uso de água e de energia na produção, além do gasto de combustível no transporte até as lojas. Todos esses processos causam a emissão de gases de efeito estufa. Repensar seu consumo antes de comprar um produto novo. Indague-se se não dá para reaproveitar, usar por mais tempo ou procurar consertar o que está quebrado. 

Faça a tradicional listinha antes das compras

Em média, um terço do que compramos em alimentos vai direto para o lixo, porque compramos a mais e estraga. Em um ano, cada família média brasileira acumula um desperdício de 255,5 kg de comida no lixo. Se poupasse o valor jogado fora, a mesma família acumularia quase R$ 1 milhão ao longo da vida. 

Mesa farta, mas consciente

Compre apenas a quantidade de alimentos e bebidas que você estima que realmente será consumida, assim evita o desperdício. Prefira produtos cultivados na sua região, reduzindo assim o custo de transporte e o desperdício. 

Separe as garrafas PET para reciclagem

Entregar as garrafas PET para reciclagem reduz lixo e gera empregos no país. O Brasil joga fora metade das garrafas, e nossas indústrias importam PET. 

Não jogue óleo usado na pia

Um litro de óleo jogado na pia polui até 25 mil litros de água.  

Prefira produtos não embalados e sem isopor

Embalagens tipo “caixinha-dentro-de-saquinho-dentro-da-sacola-e-do-sacolão” geram muito lixo. 

Leve sacola retornável ao fazer compras

Saco plástico chega a 40% das embalagens jogadas no lixo e leva até 400 anos para se decompor. 

Reciclar produtos diminui o lixo

De cada dez caminhões de lixo recolhido no Brasil, apenas um vai para reciclagem. Escolher produtos com menos embalagens e enviar tudo que puder para reciclagem ajudam a reduzir a montanha de lixo. 

Recicle latinhas de alumínio

Uma latinha de alumínio feita a partir de minério virgem gasta 20 vezes mais energia elétrica para ser produzida do que uma latinha feita de alumínio reciclado. Portanto, recicle as latinhas, assim você evita a extração de mais minério e, ao mesmo tempo, economiza energia. 

Informações do Instituto Akatu.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Que tal passar 24h sem comprar?

No próximo sábado, 24/11, celebra-se o Dia Sem Comprar, conhecido internacionalmente como Buy Nothing Day. O objetivo da iniciativa é estimular as pessoas a refletirem sobre os impactos positivos e negativos, sociais e ambientais, de seus atos de consumo. Criada em 1993 pela organização canadense Adbusters, a data mobiliza pessoas em dezenas de países, entre eles França, Japão e Suíça.

O Dia Sem Comprar também propõe que os cidadãos questionem a origem dos produtos, desafiem empresas a atuar de forma ética e com responsabilidade socioambiental, além de apoiar a reflexão acerca do verdadeiro significado das festas de fim de ano, celebrações fortemente marcadas pelo consumismo.

A data é mais uma oportunidade para se repensar os próprios hábitos de consumo e contribuir para a mudança dos padrões de produção e consumo vigentes.

E o que você pode fazer?
- Divulgue a data em suas redes sociais e entre seus amigos, família e colegas de trabalho. 
- Lembre-se de praticar o consumo consciente nos outros 364 dias do ano, usando dicas de Compras Detox.

Fonte: akatu.org.br

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Faça-você-mesmo: Sal de Ervas

Hoje o faça-você-mesmo ecológico mudou um pouco o tema e vamos falar sobre saúde e alimentação. O consumo de sal é um sério problema para a saúde quando não é controlado.
Essa receita de Sal de Ervas visa reduzir o consumo de sal, sendo em partes substituído por ervas aromáticas, que dão um toque especial nos alimentos.
Prepare a receita e guarde em um pote de vidro para usar sempre que for necessário. 
Obs: use a mesma quantidade de sal de ervas que você usaria do sal comum, senão não adianta!


Observação: Esta postagem foi atualizada pois eu tinha perdido a imagem.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Pegada Hídrica

Criado em 2002, o conceito de pegada hídrica serve como um indicador da quantidade de água gasta na fabricação de produtos e consumida pelas pessoas não apenas de forma direta (quando abrimos uma torneira), mas também indireta (quando compramos uma roupa ou tomamos um café).

Veja quantos litros de água são necessários para produzir alguns produtos do seu cotidiano:


Texto: Superinteressante

quinta-feira, 10 de maio de 2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

Cartilha sobre compostagem urbana, seleção e reciclagem

O projeto O Q Somos tem como objetivo levar às pessoas informações sobre nossa realidade, constestando visões e métodos ultrapassados e apresentando novas soluções. 

Foi desenvolvida uma cartilha sobre compostagem urbana, seleção e reciclagem, com diversas informações e dicas de como realizar a compostagem e a separação de materiais em casa. Baixe sua cartilha aqui.

quinta-feira, 29 de março de 2012

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

12 lugares no mundo que baniram ou taxaram o uso de sacola plástica

Conheça as experiências de alguns países e cidades que restringiram a distribuição dos polêmicos saquinhos de polietileno no comércio

Cartaz sobre proibição do uso de sacola 
plástica em supermercado na Austrália
Cartaz sobre proibição do uso de sacola plástica em supermercado na Austrália
A discussão sobre proibir ou não o fornecimento de sacolas plásticas por estabelecimentos comerciais pode ser recente no Brasil, mas lá fora é possível encontrar iniciativas com pelo menos uma década de vida. Em alguns casos, para reduzir o consumo das embalagens de polietileno, os governos locais resolveram cobrar uma taxa do consumidor que quiser usar o modelo tradicional.

Confira a seguir 12 países e cidades que baniram ou passaram a cobrar pelo uso das sacolinhas plásticas.

Ruanda
Este pequeno país africano que durante anos estampou negativamente o noticiário internacional, devido ao genocídio perpetrado por extremistas em 1994, agora chama atenção por outros motivos. Ruanda já está em seu quarto ano com uma lei de abrangência nacional que proíbe todos os tipos de saco plástico. Além de resolver a crise humanitária, o país pôs fim à poluição causada por sacolas plásticas, que sujavam as ruas e os cursos de água, prejudicando a agricultura. Graças à ação, as cidades ruandesas estão hoje entre as mais limpas da África.

Sacola plástica na Itália
A Itália foi o 1° pais europeu a banir a sacola plástica, em 2011
Itália
Em ritmo de preservação, a Itália tornou-se o primeiro país da Europa a banir as sacolas de polietileno. A proibição nacional começou a valer em janeiro de 2011. Desde então, as lojas italianas, que utilizavam 20 bilhões de sacolas por ano (o maior índice europeu), só podem oferecer sacos de papel, pano ou de materiais biodegradáveis.

Cidade do México
Desde agosto de 2010, a capital do México conta com leis que proíbem o fornecimento de sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais. As multas para os lojistas que burlam as regras podem variar de 4,4 mil a 90 mil dólares. A lei também estabelece que os comerciantes da capital mexicana só poderão vender sacolas plásticas biodegradáveis. A inciativa faz parte do chamado “Plano Verde", que propõe uma série de estratégias para estimular o desenvolvimento sustentável e mitigar os efeitos das mudanças climáticas.

Índia
Nenhum lojista, distribuidor, comerciante, vendedor ou ambulante pode fornecer sacolas plásticas aos consumidores na Índia em algumas regiões, como a cidade de Dharamsala. O banimento total, incluindo produção, armazenagem, uso, venda e distribuição de sacolas de polietileno começou a valer em agosto de 2010. A iniciativa foi adotada para diminuir o impacto no meio ambiente e também impedir a ingestão e morte de vacas (animal sagrado). Além de multas, a violação da lei prevê prisão de até 5 anos.

China
Imagine 1,3 bilhões de habitantes, cerca de um sétimo da população mundial, consumindo e descartando sacolinhas plásticas todos os dias dentro de um só país? Pois era assim na China até 2008, quando as sacolas plásticas foram banidas do país. Antes disso, os chineses consumiam cerca de 3 bilhões de sacolinhas por dia.
Também foi proibida a produção, distribuição e uso de saquinhos menores e mais finos, como os usados para embalar produtos a granel (frutas e vegetais) nos mercados. Segundo reportagem do britânico The Guardian, a iniciativa evitou o uso de 1,6 milhões de toneladas de petróleo no seu primeiro ano.

Bangladesh
Bangladesh foi um dos primeiros países a promulgar, em 2002, uma lei que proíbe a fabricação, distribuição e uso de sacolas plásticas em seu território. Ambientalistas e urbanistas culpavam os sacos plásticos, que se espalhavam pelas ruas, entupindo bueiros, de agravar as inundações mortais que ocorreram no país em 1989 e 1998. Só a capital Dacca descartava 9,3 milhões de sacos plásticos diariamente. Hoje, uma década depois, a região virou um importante polo produtor de eco-bags.

Irlanda
A cobrança pelas sacolas, instituída em 2002, mudou o comportamento do consumidor, que passou a levar sua própria sacola reutilizável para o mercado. Com a criação do imposto conhecido como Plas Tax, que cobra 22 centavos de euro por sacola, a distribuição dos modelos plásticos caiu 97,5%. O valor recolhido com a venda de sacolinhas alternativas, como as de papel, é destinado à um fundo que promove a reciclagem de lixo e iniciativas ambientais.

Austrália
Apesar de na Austrália não vigorar nenhuma lei proibitiva de abrangência nacional, em muitas regiões, os supermercados resolveram se unir para estimular o uso de sacolas alternativas às embalagens plásticas. E não faltam opções, há inclusive ecobags térmicas para carregar artigos quentes ou frios. Na Austrália do Sul, um dos seis estados australianos, as sacolas plásticas estão proibidas desde 2009.

Alemanha
O uso de sacolas reutilizáveis ou caixas de papelão para acondicionar as compras no supermercado já virou hábito na Alemanha. Quem, ao contrário, quiser levar suas compras numa sacola plástica tradicional tem que pagar uma taxa que varia de 5 a 10 centavos de euro.

África do Sul

O governo da África do Sul decidiu proibir em 2003 que lojas distribuam a seu clientes sacolas plásticas para carregar mercadorias. O comerciante que infringe a lei pode receber uma multa de até 50 mil reais ou mesmo ser condenado a dez anos de prisão.

São Francisco

São Francisco, na Califórnia, foi a primeira cidade americana a banir o uso de sacolas. Somente as de papel reciclado ou biodegradáveis (feitas de goma de batata ou de milho) podem ser utilizadas. Quando a lei entrou em vigor, em 2007, a prefeitura local estimou que a iniciativa reduziria o consumo de petróleo em 3 milhões de litros por ano.

Washington D.C.
A capital americana é outra que aboliu os sacos plásticos, passando a cobrar em 2010 uma taxa de 5 centavos de dólar sobre cada sacola utilizada. Após a restrição, Washington viu o uso de sacolas plásticas cair 85% em apenas um mês. O montante arrecadado com a venda vai para um projeto de despoluição do rio Anacostia.


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